<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340</id><updated>2011-09-01T23:49:52.095-07:00</updated><category term='Ciência'/><category term='Arte e Cultura'/><category term='Esporte'/><category term='Memória'/><category term='Cidadania'/><category term='Opinião'/><category term='Comportamento'/><category term='Educação'/><category term='Política'/><category term='Cotidiano'/><category term='Cidade'/><category term='Entrevista'/><category term='Economia'/><title type='text'>Vírgula</title><subtitle type='html'>Ambiente virtual do Jornal Laboratório do Curso de Comunicação Social da Funedi/UEMG</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4875476920289058284</id><published>2008-12-16T05:30:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>E MAIS O DIPLOMA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewuo6jo-I/AAAAAAAAAMk/CJcIGMyN0gU/s1600-h/lapis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280383403418690530" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewuo6jo-I/AAAAAAAAAMk/CJcIGMyN0gU/s320/lapis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Após pagar por seus cursos superiores, estudantes &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUevhmzkIkI/AAAAAAAAAMM/p_7f1Ws4X4w/s1600-h/dipl.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;precisam se preparar para uma nova despesa: o diploma &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por Marina da Mata e Rafael Souto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alunos de instituições particulares e públicas do Ensino Superior ainda pagam para tirar seus diplomas no final de suas vidas acadêmicas, mesmo depois de uma ação movida no Ministério Público Federal em setembro de 2007. A juíza Fernanda Souza Hutzler, da 20ª Vara Federal Cível de São Paulo, concedeu a liminar com base na existência da Norma federal do Conselho Nacional de Educação, editada em 1989, proibindo as Instituições de Ensino Superior privadas de cobrar qualquer taxa para a expedição de diplomas, uma vez que a lei determina que tal serviço não é extraordinário.&lt;br /&gt;Segundo a decisão da juíza, o fornecimento de certificados e diplomas de conclusão de curso está entre os encargos educacionais sujeitos à cobrança por meio de anuidade escolar a ser paga pelo aluno. Se no caso das escolas públicas, o custo “adicional” é estranho, no caso das privadas, o pagamento do diploma beira o absurdo. Em seu texto, a magistrada destaca: "o aluno se matricula no curso para, ao final, receber o diploma registrado e reconhecido pela instituição educacional, pagando por isso ao longo de toda sua vida acadêmica."&lt;br /&gt;A maioria dos estudantes não sabe da existência &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewYlD2G4I/AAAAAAAAAMc/Hss_gdBYDL8/s1600-h/alunos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280383024426785666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewYlD2G4I/AAAAAAAAAMc/Hss_gdBYDL8/s320/alunos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;da lei e paga para tirar seu diploma mesmo depois de ter passado quatro ou cinco anos pagando pelo estudo - e pelo direito de ter justamente o diploma. E as universidades, em vez de informar isto, cobram. São poucos alunos que conhecem a decisão judical. Isaac Amaral é um deles. Ex-estudante de de faculdade particular de Divinópolis, Amaral só obteve essa informação depois um curso do SEBRAE: “Após o curso fui orientado a procurar a faculdade em que cursei Administração para pedir o diploma sem custos adicionais. A faculdade ofereceu bastante resistência para cumprir a lei. Só depois de muita discussão e desentendimentos consegui fazer valer meus direitos”, lembra.&lt;br /&gt;A boa notícia para os estudantes é que, por se tratar de uma lei federal, ela pode ser estendida para todas as instituições privadas de Ensino Superior, desde que os Ministérios Públicos Estaduais entrem com ação nesse sentido. É o que já acontece nos estados do Ceará, Goiás, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.&lt;br /&gt;Com o objetivo de atender a um conjunto de demandas em torno da cobrança da expedição de diplomas, o MEC (Ministério da Educação) concordou com a liminar, afirmando que trata-se de um documento legalmente estabelecido como meio de prova da formação acadêmica.&lt;br /&gt;Em Divinópolis, existem quatro instituições particulares e uma federal. O &lt;strong&gt;Vírgula Online&lt;/strong&gt; entrou em contato com as universidades para conferir os procedimentos d&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewHZFTG0I/AAAAAAAAAMU/yVrlllOLI8s/s1600-h/dipl.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280382729153878850" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewHZFTG0I/AAAAAAAAAMU/yVrlllOLI8s/s320/dipl.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e emissão de diplomas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Das quatro particulares, apenas uma disse não cobrar nenhuma taxa, enquanto as demais disseram cobrar entre R$50 e R$60 – em todos os casos, segundo as escolas, o valor corresponde a taxa e serviços. Uma das instituições procuradas se mostrou ciente da alteração da legislação. Sinalizando, porém, uma má interpretação da nova lei, a instituição disse que reduziu os custos com a cobrança pelo diploma de R$120 para R$60. No caso da UFSJ, campus Dona Lindu (uma homenagem singela à mãe do Presidente Lula), em Divinópolis, a despeito de ser pública, também há cobrança pelo diploma. Na universidade federal, porém, há um pequeno luxo: o aluno que quiser seu diploma em papel comum paga “apenas” R$120 . Aqueles que desejam um diploma em papel especial, dos que podem ser pendurados na parede, vão desembolsar até R$180.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4875476920289058284?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4875476920289058284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/e-mais-o-diploma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4875476920289058284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4875476920289058284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/e-mais-o-diploma.html' title='E MAIS O DIPLOMA'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SUewuo6jo-I/AAAAAAAAAMk/CJcIGMyN0gU/s72-c/lapis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7037668735572250303</id><published>2008-12-15T11:44:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Geração playground</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Até quando brincar não atrapalha na educação?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUa52Ii9bgI/AAAAAAAAAL0/YGdxPrXQQGc/s1600-h/DSC00902.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280111952796675586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUa52Ii9bgI/AAAAAAAAAL0/YGdxPrXQQGc/s400/DSC00902.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Por Cristiane Lopez e Mara Gontijo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-INDENT: 0.03cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entretenimento, lazer, variedade. Não é à toa que os chamados parques infantis são, atualmente, uma das opções mais escolhidas. Além de diversão para os filhos, vários &lt;em&gt;playgrounds&lt;/em&gt; oferecem ainda um ambiente “adulto”, com barezinhos, restaurantes, sorveterias. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-INDENT: 0.03cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muitos pais, como o empresário Antônio Carlos Sousa, 50 anos, não pensam duas vezes em levar as crianças para esses espaços. Antônio afirma que, mesmo preocupado com o lazer do filho, de 4 anos, não esconde a satisfação de se divertir com os amigos. "O Fernando adora os brinquedos. Até chora na hora de ir embora. E, enquanto eu tomo uma cervejinha, como um tira-gosto, ele brinca com os amiguinhos.” Sousa ainda ressalta que, assim, a família toda se diverte. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-INDENT: 0.03cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A diversão ocorre em família, mas isso não significa união e convivência. Um "programa familiar" nem sempre está relacionado à transmissão de valores e educação, como aponta a Pedagoga Denise Silva. “Esse momento de lazer é mais um alívio de consciência do que diversão, brincadeira, pois os pais não ouvem, não sentem, não conhecem os próprios filhos e, simplesmente, determinam a melhor opção: pagam para as crianças brincarem e pagam também para que alguém faça o papel que escolheram, o de pais. Muitas vezes, a babá se torna muito mais mãe do que aquela que gerou,” afirma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cada vez mais pais tentam compensar a ausência na vida dos filhos e, nos finais de semana, levam as crianças para tais atividades. Em alguns casos, como da publicitária Ione Oliveira, 44 anos, os pais optam pelos &lt;i&gt;playgrounds&lt;/i&gt; devido à falta de tempo ou até mesmo de lazer em Divinópolis. Para Oliveira, os parques infantis se tornaram a melhor opção quando está no trabalho e não tem ninguém para cuidar da filha, Maria Rita, 6 anos. “Eu me sinto segura a deixando lá. Melhor do que levá-la à pracinha ou até mesmo para a casa dos amiguinhos.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O parquinho pode ser sim um ambiente capaz de contribuir para o desenvolvimento da criança, desde que os pais não transfiram para monitores e babás a responsabilidade que só eles podem ter. Responsabilidade na educação e na segurança. O &lt;em&gt;playground&lt;/em&gt; ou qualquer outro lugar não isenta os pais de preocupações. Segundo a técnica em segurança Teresa Cristina, da cidade de Carmo do Cajuru, os pais, como é o caso de Maria Rita, devem tomar cuidados a serem observados na hora de levar os filhos para brincar em p&lt;i&gt;laygrounds&lt;/i&gt;. “Deve-se olhar se não tem nenhum material pontiagudo, ver se todos os brinquedos têm tela de proteção, certificar que os profissionais estarão o tempo todo presentes, acompanhando a brincadeira. São cuidados básicos com que os pais tem que se preocupar”, finaliza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-INDENT: 0.03cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dados da ONG Criança Segura dão conta que no Brasil mais de 75 mil crianças são internadas todos os anos vítimas de quedas. E os brinquedos dos &lt;em&gt;playgrounds&lt;/em&gt; são uma das principais causas destes acidentes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7037668735572250303?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7037668735572250303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/geracao-playground.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7037668735572250303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7037668735572250303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/geracao-playground.html' title='Geração playground'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUa52Ii9bgI/AAAAAAAAAL0/YGdxPrXQQGc/s72-c/DSC00902.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4558777963680502462</id><published>2008-12-15T09:35:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Com canção e afeto</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Professora usa música em sala de aula para estimular o aprendizado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;font-size:85%;"&gt;Por Cristiane Lopes e Mara Gontijo&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="FONT-WEIGHT: bold; MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;font-size:78%;"&gt;Fotos: educacaodialogica.blogspot.com: sala de aula 1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="FONT-WEIGHT: bold; MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;font-size:78%;"&gt;populo.weblog.com.pt: sala de aula 2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="FONT-WEIGHT: bold; MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;font-size:78%;"&gt;jornaldimensao.com.br: sala de aula 3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="FONT-WEIGHT: bold; MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUagltrVrxI/AAAAAAAAALc/5MrqjpuJOvs/s1600-h/sala+de+aula+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280084182915460882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 124px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 67px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUagltrVrxI/AAAAAAAAALc/5MrqjpuJOvs/s400/sala+de+aula+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A música está em toda parte e momento, basta querer ouví-la. Ela é referência, ícone, memória. As cantigas da infância são evidências de carinho. Na escola, é relacionada à hora de chegada, lanc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;he e despedida. Os hinos, principalmente o nacional, são instrumentos de um tipo de patriotismo, muito em voga durante a ditadura militar. O fato é que a música, além de presente no cotidiano de cada um de nós, funciona como aglutinador e mobilizador de mentes e corações. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percebendo isso, cade vez mais professores buscam, na música, uma forma de despertar atenção, aproximar o conhecimento dos alunos, envolver e estimular o aprendizado. A música passa a ser uma forma de integração na s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ociedade, um instrumento a fim de melhorar a relação com o meio no qual o aluno é inserido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Experiência musical  sempre foi aliada de Virgínia Lopes. Com formação em educação artística, a professora do ensino fundamental de uma escola pública em Divinópolis une o útil ao agradável. A música vira instrumento para tornar as matérias mais fáceis de ser entendidas. Lopes acredita que, assim, os alunos conseguem memorizar com maior facilidade o que está sendo ensinado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUagsuraffI/AAAAAAAAALk/yGJFz4MLeio/s1600-h/sala+de+aula+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280084303443295730" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 116px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 87px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUagsuraffI/AAAAAAAAALk/yGJFz4MLeio/s400/sala+de+aula+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A cada aula, um ritmo, um aprendizado. Além das peças que fazem parte do projeto pedagógico, Víginia usa música popular brasileira. Com diversidade, elas aprendem sobre cultura, história e outras disciplinas, como geografia e ciências. A professora fala com empolgação quanto ao método utilizado. Diz que seus alunos aprendem enquanto se divertem. Mas Virgínia pede atenção. É preciso disciplina. “As melodias empolgam os alunos e pode levar a dispersão”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vírgina Lopes acredita que todos os educadores podem ter a música como parceira. Por si só, ela não garante que os alunos vão aprender. “É preciso muita dedicação e carinho, respeitar os limites de cada um, envolver os pequenos neste universo mágico musical, capaz de estreitar laços ente professores e alunos, educação e aprendizado.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="right"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUag0HwigOI/AAAAAAAAALs/GZmLMeacIn0/s1600-h/sala+de+aula+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280084430434762978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 110px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 117px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUag0HwigOI/AAAAAAAAALs/GZmLMeacIn0/s400/sala+de+aula+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A professora é um exemplo de que alfabetizar vai além de ensinar a ler e escrever. É preciso formar e ensinar o aluno a compreender e interpretar um texto o que, para muitos, chega a ser um desafio. Tomando ciência disso é que os métodos mudaram. Deixaram de ser aqueles que entendiam a educação de forma sistematizada, lógica, sem compreender as dificuldade de cada criança, sem utilizar outras formas de ensino, diferentes do quadro negro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4558777963680502462?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4558777963680502462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/com-cancao-e-afeto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4558777963680502462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4558777963680502462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/com-cancao-e-afeto.html' title='Com canção e afeto'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUagltrVrxI/AAAAAAAAALc/5MrqjpuJOvs/s72-c/sala+de+aula+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-290863443642421055</id><published>2008-12-15T05:59:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Beleza em tempos de crise</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Crise econômica não impede o gasto com a estética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaU1WEBGOI/AAAAAAAAALE/H5ga4RF1H5k/s1600-h/produtos.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280071257314892002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 157px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaU1WEBGOI/AAAAAAAAALE/H5ga4RF1H5k/s400/produtos.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="western" style="FONT-WEIGHT: bold" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Cristiane Lopes e Mara Gontijo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="FONT-WEIGHT: bold" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fotos:www.independenciano.com.br/noticias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="FONT-WEIGHT: bold" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.unipar.br:8080/unipar/noticias_unipar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A crise econômica esta aí. O dólar aumentando, d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;esemprego em alta, fábricas de portas fechadas - e pess&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;oas indo aos salões. Pelo menos no que tange aos cuidados com a beleza, o monstro da crise não parece assustar muito. Várias pessoas continuam cuidando da aparência e gastando tempo e dinheiro com ela. Homens e mulheres tão preocupados em apar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ecer e estarem mais pr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;óximos dos padrões de beleza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo a micro-empresária Ana Isabel, proprietária do salão de beleza &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Annabelle, em Divinópolis,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; a crise econômica não afetou a freqüência de suas clientes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaUWMm-C0I/AAAAAAAAAK8/eA_BB4Rpqh4/s1600-h/Foto-0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280070722201193282" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 239px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 179px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaUWMm-C0I/AAAAAAAAAK8/eA_BB4Rpqh4/s200/Foto-0001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Pelo contrário, com a proximidade das t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;radicionais festas de final de ano, a agend&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a já está lotada e o movimento chega a dobrar, sendo necessário contratar funcionárias para reforçar o atendimento. E, nesse caso, as aparências não enganam: segundo pesquisas de opinião Vanity, 30% dos brasileiros pensam na beleza o tempo todo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;O IBGE revelou que as mulheres com renda média de R$400 gastam até 4% de seus salários só com produtos para cabelo. Já aquelas que ganham acima de R$6 mil consomem em média 3%. Os dados são da pesquisa sobre “O impacto sócio-econômico da beleza-1995 a 2004”, coordenada por Ruth Helena Dwek, Diretora de Economia da Universidade Federal Fluminense. O estudo, divulgado em 29 de setembro, encomendado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, mostra que o Brasil ocupa, hoje, o sétimo lugar entre os países mais vaidosos do mundo. Felicidade para as vendedoras de cosméticos, proprietários de clínicas de estética e salões de beleza, que ganham a vida tornando as pessoas "mais satisfeitas" com sua aparência, mais próximas do que pode-se reconhecer como belo.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaRzC6dLmI/AAAAAAAAAK0/HqV44MpfTgQ/s1600-h/salao.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280067919279894114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 290px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaRzC6dLmI/AAAAAAAAAK0/HqV44MpfTgQ/s400/salao.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Padrões de beleza bombardeiam as pessoas a cada instante, com modelos sempre altas e magros, bem como homens sarados com corpos super musculosos e barrigas de tanquinho. Padrões que levam a sociedade a ser cada vez mais exigente nesse aspecto. Há quem diga que a grande vilã por criar esteriótipos é a mídia. Vilã ou não, mais parece uma transferência de responsabilidade: cabe a cada um escolher o que é o melhor para si, saber escolher o que cai melhor para não cair no ridículo. Novamente, estamos diante do dilema de Hamlet: ser escravo da vaidade para ser aceito pela sociedade - ou não. Franciane Amaral, recém-formada em química, já decidiu: não passa um final de semana sem ir ao salão de beleza. Para ela, cuidar da beleza é essencial para promover bem-estar e elevar a auto-estima. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="FONT-WEIGHT: bold; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;Box&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo o Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, belo quer dizer aquilo “que tem forma agradável ou perfeita e proporções harmônicas, conjunto de qualidades despertadoras de um sentimento elevado e especial de prazer e admiração.” Não é de hoje que se discute a importância da beleza na vida das pessoas. Na Grécia a beleza podia decidir o destino de homens e deuses.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-290863443642421055?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/290863443642421055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/beleza-em-tempos-de-crise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/290863443642421055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/290863443642421055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/12/beleza-em-tempos-de-crise.html' title='Beleza em tempos de crise'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SUaU1WEBGOI/AAAAAAAAALE/H5ga4RF1H5k/s72-c/produtos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7544481064629755213</id><published>2008-11-24T05:44:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.634-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Deus católico dança</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqzW5qmgjI/AAAAAAAAAKU/fsi_I7l3X_8/s1600-h/PADRE+CHRYSTIAN+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272223519808586290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 214px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqzW5qmgjI/AAAAAAAAAKU/fsi_I7l3X_8/s320/PADRE+CHRYSTIAN+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Padre católico Chrystian Shankar atrai milhares de fiéis para suas missas e coloca a dúvida: estratégia para divulgação da fé ou espetáculo?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Por Cleber Corrêa e Nando Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;O Brasil não é mais um país exclusivamente católico. Há hoje uma grande gama de oferta religiosa ao alcance das pessoas e também cresce a quantidade daqueles que optam por não aderir nenhuma religião. Dados divulgados pelo IBGE em 2000 mostram a pluralização religiosa brasileira. Desde o último levantamento nacional, em 1990, a proporção de católicos diminuiu de 83,76% para 73,8%. A Igreja Católica depara-se atualmente com o acelerado crescimento do protestantismo, cuja proporção passou de 9,05% para 15,45%. Por outro lado, a taxa dos que se declaram sem-religião subiu de 4,78% para 7,28%. Números que mostram a mudança em curso no quadro religioso brasileiro. A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, é hoje o acontecimento mais notável no cenário religioso brasileiro - e também em Divinópolis, onde recentemente inaugurou mais um de seus modernos templos. As denominações religiosas efetivamente competem por adeptos e por espaços de influência cultural e política.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;A Renovação Carismática Católica provocou um reavivamento no catolicismo no final do século XX. Essa vertente atraiu muitos católicos que andavam desinteressados pela igreja. É um movimento organizado basicamente por leigos, que se reúnem semanalmente em grupos de oração. Em Divinópolis, o grupo de oração Água Viva é exemplo desse movimento. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Além da Renovação Carismática, vem se dando uma outra forma de resposta católica à concorrência religiosa. É uma combinação de adoção de técnicas de marketing e atuação dos chamados padres cantores em missas com formato de espetáculo e inserção na mídia. Os destaques atuais são os padres Marcelo Rossi e Fábio de Mello. Esse é um fenômeno novo no catolicismo, chamado renovação popularizadora. Mais uma vez a Igreja Católica vem procurando inovar para manter-se forte na sociedade brasileira, até meados do século 20 quase exclusivamente católica.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqwiwrqHwI/AAAAAAAAAJc/yGPwAvRWP2c/s1600-h/DURANTE+A+MISSA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272220425020645122" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 277px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 185px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqwiwrqHwI/AAAAAAAAAJc/yGPwAvRWP2c/s320/DURANTE+A+MISSA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em Divinópolis, um padre vem chamando a atenção dos fiéis. Toda quarta-feira, Padre Chrystian Shankar reúne centenas de pessoas durante suas missas na paróquia de Nossa Senhora Aparecida, no bairro Bom Pastor, com sua irreverência e o modo de celebrar, cheio de cânticos “modernos” e danças.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Padre Chrystian, 33 anos, natural de Itaúna, se transformou em verdadeiro pop-star católico. É o que atesta a multidão que se aglomera na igreja: por todos os lados, em pé, sentados, do lado de fora, todos acompanham a celebração de modo efusivo. Trata-se de algo diferente: há muito o catolicismo não consegue mobilizar seus fiéis. Trazer os cordeiros de volta para casa é um mérito incontestável – mas uma pergunta se impõe: a que custo?&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Homens, mulheres, crianças e muitos jovens chegam cedo para conseguirem um lugar perto do altar e ficarem próximos do padre. Durante o tempo de espera até o início da missa, eles aproveitam para fazer pedidos e agradecer uma graça alcançada.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Padre Chrystian conta que, pelo seu jeito de conduzir as missas, as pessoas acabam confundindo-o como carismático, mas, na verdade, ele apenas conduz a missa de acordo com sua personalidade. Ele, que é descendente de árabes, diz, sorrindo, que seu sobrenome, Shankar, é um dos motivos de seu modo de ser. Shankar, em árabe significa felicidade. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;O movimento carismático católico nasceu nos EUA no final da década de 60 e foi trazido para o Brasil pelo padre estadunidense Eduardo Dougherty. O movimento, desde então, ganhou força e hoje pode ser considerado a cara do catolicismo brasileiro. Os carismáticos pertencem ao chamado movimento de reavivamento da fé e sua principal característica é o sentimento vivo do Espírito Santo. É isso o que parece atrair os fiéis.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Deus é fiel&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqxodDUl5I/AAAAAAAAAJ0/-7cpd5_UqI8/s1600-h/CAIXAS+PARA+PEDIDOS+E+AGRADECIMENTOS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272221622342031250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 280px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 187px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqxodDUl5I/AAAAAAAAAJ0/-7cpd5_UqI8/s320/CAIXAS+PARA+PEDIDOS+E+AGRADECIMENTOS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Milene Barbosa, casada, costureira, conta que vem a missa de Padre Chrystian há trinta dias. Ela diz que começou a frequentá-la porque sua cunhada contou sobre o padre e lhe fez um convite. Após o primeiro contato, diz, ela não passa uma quarta-feira sem ir à igreja. “Muita gente que está aqui hoje com certeza veio a convite de alguém, que falou sobre o padre e que ficou curioso. É uma experiência diferente. Todos as quartas eu venho para agradecer e também fazer pedidos”, diz Milene, revelando um dos traços da fé carismática, que aproxima o catolicismo renovado do neo-pentecostalismo: o balcão de serviços da fé.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Milene pertence à paróquia do Sagrada Família no bairro Danilo Passos. Ela diz que sai mais cedo do trabalho para conseguir um lugar para se sentar dentro da igreja. Conta quem vem de ônibus para não perder muito tempo apesar de não ser muito longe. Do contrário, ficaria de pé ou, pior, do lado de fora.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Outra fiel é Maria Auxiliadora, 75 anos, professora aposentada, da paróquia de Nossa Senhora Aparecida, onde Padre Chrystian é o líder. Ela conta nenhum dos outros padres que passaram pela paróquia conseguiu reunir tantos fiéis em uma celebração como o atual, principalmente os jovens. “É impressionante o que Padre Chrystian está conseguindo fazer em nossa paróquia. Reunir tantos jovens e outras pessoas que já tinham deixado de frequentar a igreja é muito importante. A missa dele é diferente da tradicional, mas o seu carisma faz com que todos entendam o evangelho”, diz, com satisfação.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;De fato, são muitos os jovens entre os que assistem às missas. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqx4SvwP6I/AAAAAAAAAJ8/WqUqxW7t_Ig/s1600-h/GERALDO+CÃ‰SAR.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272221894453510050" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 249px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqx4SvwP6I/AAAAAAAAAJ8/WqUqxW7t_Ig/s320/GERALDO+C%C3%89SAR.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Geraldo César,15, estudante, morador do bairro São José, conta que vem a missa há dois meses, a convite de sua mãe e da irmã. Ele diz que o modo como o padre explica o evangelho e o seu carisma fizeram com que ele mudasse de paróquia. Perguntado sobre a possibilidade do padre se tornar um fenômeno, como Padre Marcelo e Reginaldo Manzotti, ele responde: “Ele já é um fenômeno e ter o reconhecimento nacional é questão de tempo”.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Segundo Geraldo, por ser um padre com personalidade diferente dos outros, faz com que os jovens procurem a igreja e se interessem mais pelas celebrações. E é isso o que faz com que eles frequentem mais a igreja, garante. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqyamoslyI/AAAAAAAAAKE/llf0rmcfKo8/s1600-h/ACOMODAÃ‡Ã•ES+PARA+OS+FIÃ‰IS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272222483908171554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 251px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 168px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqyamoslyI/AAAAAAAAAKE/llf0rmcfKo8/s320/ACOMODA%C3%87%C3%95ES+PARA+OS+FI%C3%89IS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para tentar dar um pouco de conforto aos fiéis que lotam as missas, a Paróquia de N.S. Aparecida teve que comprar vários pequenos assentos que, antes das celebrações, são espalhados do lado de fora da igreja. Uma equipe de cinegrafistas projeta a missa em um telão.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;O padre conta que suas celebrações vêm sendo marcados por depoimentos de pessoas que conseguiram alguma graça. Esse fato, segundo ele, tem sido um atrativo a mais para suas celebrações.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Naira Camila, auxiliar de cartório, moradora do bairro Santo Antônio, conta que vem a missa a sessenta dias e fica impressionada com tanta gente que o padre reúne. Segunda ela nem o Monsenhor Ordone Lemos, um adepto das missas tradicionais que celebra na Igreja de N.S. da Guia, consegue reunir tamanha multidão em suas celebrações. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqy47XVXSI/AAAAAAAAAKM/0SzRORkaMeY/s1600-h/PADRE+CHRYSTIAN+DURANTE+A+MISSA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272223004868566306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 259px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 173px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqy47XVXSI/AAAAAAAAAKM/0SzRORkaMeY/s320/PADRE+CHRYSTIAN+DURANTE+A+MISSA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Naira se diz encantada com a simpatia e paz que o padre transmite em suas missas. Também para ela, “a modernidade das celebrações do Padre Chrystian faz com que os jovens se reaproximem da igreja.” &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;Padre Chrystian Shankar tem um programa na rádio Divinópolis e um na TV Candidés. Ele também cuida de toda parte administrativa da igreja, faz visitas a doentes, palestras, atende aos fiéis todas as quintas e faz reuniões familiares. Ou seja: moderno, mas sem perder a tradição.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7544481064629755213?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7544481064629755213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/deus-catolico-danca.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7544481064629755213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7544481064629755213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/deus-catolico-danca.html' title='Deus católico dança'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqzW5qmgjI/AAAAAAAAAKU/fsi_I7l3X_8/s72-c/PADRE+CHRYSTIAN+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7181414569307642392</id><published>2008-11-24T04:50:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Oba! É feriado!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqkq2OeStI/AAAAAAAAAJU/QS-P-beOSts/s1600-h/zumbis.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 257px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqkq2OeStI/AAAAAAAAAJU/QS-P-beOSts/s320/zumbis.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272207369808267986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra no Brasil, em algumas &lt;/span&gt;&lt;i style="font-style: italic;"&gt;cidades é feriado, mas são poucos os que compreendem a importância da data&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Por Lidiane Medeiros e Mairon Túlio&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; No dia 20 de novembro o Brasil comemora o “Dia da consciência negra”.  Em várias cidades do país há manifestações e festas, para tentar conscientizar aqueles que ainda não caíram em si de que ser humano tem cor e coração, não tem raça. Ou, como nos lembra Gilberto Gil em sua canção, “a raça humana é uma semana do trabalho de Deus.” &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; A data pode parecer nova no calendário de alguns, mas já se vão 37 anos de comemorações. Em algumas cidades do país, como Itaguaí, no Rio de Janeiro, a data significa possibilidade de descanso: lá, o 20 de novembro é feriado facultativo. A cidade maravilhosa foi a primeira do país a adotar o feriado de Zumbis dos Palmares, esse que foi peça fundamental na resistência dos escravos na época da escravidão. A data foi escolhida, pois marca a morte de Zumbi, no ano de 1695, aos 40 anos.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Marcelo Luiz, 33 anos, curtiu o feriado em Itaguaí e, diferente de outros tantos, sabia extamante o que estava sendo comemorado. De acordo com o encarregado de planejamentos, por lá, muitos questionavam o "por que era feriado?'”  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Marcelo não participou e tampouco foi informado de manifestações, mas acha importante a folga. “Talvez seja uma forma de o preconceito racial começar a ser abolido. O feriado, sendo nacional, ajudará a acabar com o racismo no Brasil”, raciocina.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Na cidade de Itaúna, Minas Gerais, não houve feriado, mas o dia foi marcado por exposições e amostras da cultura afro-brasileira. A peça “O Despertar da Consciência Negra”, dirigida pelo dançarino Juliano Machado, que trabalhou com atores da 3ª idade na peça, foi uma das grandes atrações. Na praça central, houve exposições de arte, ligadas ao dia 20 de novembro.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; João Paulo Moreira, 23 anos, é professor de ciências, história e geografia para alunos do ensino médio e fundamental em um colégio da cidade e acha que as atrações têm grande valor. “Fui a uma apresentação de capoeira, da qual meus alunos participaram. Eles fazem parte do Projeto 'Entre a Capoeira e o Caderno', do instrutor Filhote”, diz, se referindo a Denis Mariano, o instrutor da arte marcial brasileira. João Paulo acha que a data deve ser sim de feriado facultativo. “O feriado não faz com que as pessoas saiam de casa para ver as manifestações artísticas. Se houver um fomento para que as pessoas saiam de casa para isso, aí sim o feriado é uma boa pedida.”&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Em Prado, na Bahia não é feriado e, segundo Bianca Nogueira, 18 anos, não houve nem manifestações. “O pessoal aqui na cidade tem muito preconceito racial, e, na maioria das vezes, racismo com eles próprios.” A jovem, que saiu de casa para conhecer o nordeste, afirma, revoltada, que a população da cidade não valoriza quem nasceu na região. “Por ser uma cidade turística, as pessoas que nasceram lá não se interessam por alguém que também mora ali. Mas é só aparecer um turista, que os interesses mudam.” Apenas para lembrar: a Bahia tem a maior densidade demográfica de negros brasileiros.  &lt;/p&gt;    &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Faiçal Fernando, 28 anos, técnico de segurança na cidade de Juruti, no Pará, explica que, também em sua cidade, a situação envolvendo o racismo ainda é predominante. Para ele, não deveria existir o feriado de 20 de novembro, pois o negro não é diferente do branco. “Se fosse para existir um feriado, deveria ser um dia específico para lembrar apenas a escravidão no Brasil, o que a gente não pode esquecer, pois infelizmente, isso existiu no nosso país.” Para o técnico de segurança, outro exemplo de preservação da desigualdade que de fato existe são as cotas para negros em faculdades. O problema é saber, &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqkezA_-bI/AAAAAAAAAJM/NiVnEhEp7jU/s1600-h/foto01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 332px; height: 249px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqkezA_-bI/AAAAAAAAAJM/NiVnEhEp7jU/s320/foto01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272207162788018610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;em uma sociedade em que o racismo não é, digamos, esclarecido, quando haverá de fato tal igualdade, de modo que as chamadas ações afirmativas sejam desnecessárias.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; O Brasil tem o dia 20 de novembro como marco do sofrimento e resistência dos negros em um país cujas feridas da escravidão ainda estão abertas. Do ano de 2007 para o ano de 2008, mais 97 cidades incorporaram em seu calendário o dia da Consciência Negra como feriado – em 2007, eram 267. No total, hoje, são 364 municípios em 12 Estados brasileiros que têm no calendário um feriado a mais – o único, no entanto, feito para as lembranças da das lutas da população negra brasileira.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7181414569307642392?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7181414569307642392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/oba-e-feriado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7181414569307642392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7181414569307642392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/oba-e-feriado.html' title='Oba! É feriado!'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqkq2OeStI/AAAAAAAAAJU/QS-P-beOSts/s72-c/zumbis.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4511362077198012572</id><published>2008-11-24T02:45:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memória'/><title type='text'>Amor, fé e vontade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;A história de uma rainha que há anos luta pelo Congado&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Por Mairon Túlio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O ano de 1943 foi marcante: o Brasil entrava em definitivo na Segunda Guerra Mundial, depois de uma posição ambígua da ditadura de Getúlio Vargas em relação à  aliança nazista. Mas não foi só a entrada do Brasil na guerra e a criação da FEB&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqGW0TFCUI/AAAAAAAAAIk/XQ73mR5vShI/s1600-h/DSC03799.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqGW0TFCUI/AAAAAAAAAIk/XQ73mR5vShI/s320/DSC03799.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272174040344496450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; (Força Expedicionária Brasileira), que marcaram aquele ano: em 1943 nascia Janis Joplin, cantora-ícone que marcou a geração libertária &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;hippie&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; internacional dos anos 1960 e, em Itaúna, a luta pela liberdade dos negros brasileiros ganhava um símbolo, com a com coroação da rainha Maria da Conceição de Jesus no  Congado da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Maria da Conceiç&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ão, a Dona Sãozinha, é importante demais para a história do congado do Centro-oeste mineiro - e ao mesmo tempo é uma figura simples, simpática, como que reconhecendo o seu papel. Sua casa externamente é como ela, mas só para aqueles que não sabem explorar a riqueza de suas lembranças. A partir do momento que se entende a história de vida da congadeira, a casa simples, com telha de amianto, se transforma em um palácio, com rainha, recordações e objetos utilizados na festa folclórica. A coroa usada na coroação de 1943 ainda está junto aos pertences da rainha, misturada a objetos e imagens santos católicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Congado em Itaúna inicia as fes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;tividades a partir do dia 15 de agosto, entretanto, para Dona Sãozinha, essa manifestação de fé e resistência cultural não ocorre apenas durante um mês. Está presente desde o ano de 1943. Ela diz que não sabe explicar o Congado, que é uma pessoa sem estudos, mas que ele é sim uma coisa de família. Uma tradição que vem desde seus pais. “A gente passa muita dificuldade com a festa, mas, com muito amor e fé, todo ano participamos.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Com ajuda de outras “guardas”, grupos de congadeiros, Dona Sãozinha e sua família fazem com que a festa em Itaúna não desapareça. Seu genro César Luís Mara lembra que já passaram por muitos problemas na organização. “Quando havia pano para fazer as roupas, tínhamos que fazer com saco de linhagem. Conseguir ajuda não era muito fácil”, diz César Luís &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ana Maria de Rezende, formada em História, afirma que o Congado está perdendo muito de sua força atualmente. Para ela, só continua a ocorrer graças exclusivamente aos congadeiros, que lutam por manter essa tradição em cada cidade. Porém, a ajuda começa a apontar no horizonte. César diz que, agora, a Prefeitura colabora, o que facilita a festa na cidade. A rainha itaunense, junto com o genro, lembra ainda a participação de outras cidades como Carmo do Cajuru, Itaguara, Azurita e Betim. "Já tem uns 23 anos que ajudamos na festa de Sã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqGqigKm1I/AAAAAAAAAIs/Bi7TeRGPjNo/s1600-h/DSC03856.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqGqigKm1I/AAAAAAAAAIs/Bi7TeRGPjNo/s320/DSC03856.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272174379164932946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;o Benedito, em Aparecida do Norte, que conta com a participação de muitas cidades de Minas Gerais e São Paulo.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Poder Público e sociedade civil organizada do Centro-Oeste ainda ajudam com o Prodescom, Programa de Desenvolvimento Sustentável do Centro Oeste Mineiro.  Desde 2001, é um dos responsáveis pela cultura, economia e pelo social da região, e tem a função de busca soluções para as necessidades e desejos das comunidades visando ao desenvolvimento e melhorias da qualidade de vida do Centro-Oeste mineiro. Classificado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;como uma organização não governamental, o Programa propõe um plano de desenvolvimento regional com prioridades e objetivos a serem atingidos até 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Coordenador de Cultura do Prodescom, Dalton Miranda, explica que a iniciativa busca ajudar a cultura da região. “A partir das necessidades que detectamos, procuramos desenvolver projetos para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;saciar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; e sanar as carências, valorizar e fomentar toda potencialidade encontrada nas cidades do Centro-oeste mineiro.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Embora seja um plano ainda bastante etéreo, não se pode dizer que o Prodescom é ineficaz. Basta verificar a opinião de Miranda, que, como a historiadora Ana Maria,  diz que uma política para o Congado é importante, porque se trata de uma marca da região. “Em algumas cidades existem as guardas, em outras existem as cavalhadas, em algumas a festa tem mais renome, em outras são menos luxuosas, mas todas são congado”, diz Dalton. Com ou sem o apoio de políticas de apoio, no entanto, o Congado vai continuar a ser uma manifestação de fé, orgulho e esperança de um povo, cuja luta vem de muito antes daquele 1943.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4511362077198012572?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4511362077198012572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/amor-fe-e-vontade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4511362077198012572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4511362077198012572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/amor-fe-e-vontade.html' title='Amor, fé e vontade'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSqGW0TFCUI/AAAAAAAAAIk/XQ73mR5vShI/s72-c/DSC03799.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-242870139684129796</id><published>2008-11-17T06:03:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><title type='text'>Nem só de rock vive o homem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;A história de um produtor de eventos que leva até Belo Horizonte shows de bandas desconhecidas por muitos em Minas Gerais.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Lidiane Medeiros e Mairon Túlio&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: -0.03cm; margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Muitas pessoas podem pensar que aquele visual&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; famoso dos fãs de rock'n roll dos anos 50, baseado em topete, costeletas, jaqueta de couro e lambretas,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; ficou no passado. E com razão. Atualmente, é difícil ver espécimes e suas lambretas circulando pelas ruas das grandes metrópoles. Mas ainda é possível encontrar esse grupo quase em extinção. Marcelo&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF7BvS2PEI/AAAAAAAAAIc/OiVwS2FG1WM/s1600-h/Image041.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF7BvS2PEI/AAAAAAAAAIc/OiVwS2FG1WM/s320/Image041.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269628308805794882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; Crasso, Produtor de shows em Belo Horizonte está vivo e ativo musicalmente para mostrar para aqueles muitos que pensam que esse estilo acabou estão enganados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Marcelo Cândido da Silveira, ou Marcelo Crasso, 33 anos, fala com entusiasmo dos seus 22 eventos na carteira. O fã de bandas de rock é produtor desde 2005 e tem um quesito principal na hora de recrutar as bandas. “Nas festas da Mondo Crasso só lidamos com o lado mais selvagem e primitivo do rock'n roll.” &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Mondo Crasso é a Produtora de eventos que Marcelo montou há quase três anos. Quando começou nesse ramo, ele fazia parte da Gangue da Caveira, uma de suas atuais concorrentes em Belo Horizonte. Com o tem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;po, Crasso preferiu seguir seu caminho sozinho. “A Mondo Crasso surgiu por causa de desentendimentos dentro da Gangue da Caveira. Tivemos algumas divergências quanto à escalação do 2º BH &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Rumble&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;. Ai achei que era melhor sair da Gangue pra não perder os amigos e fazer minhas coisas do meu jeito.” &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;O Festival BH &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Rumble&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; surgiu depois de Crasso ter visto na internet o BA &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Stomp&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;, um Festival Argentino que trabalhava com bandas de garagem, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;surf, rockabilly e psychobilly&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;, ou seja, o lado mais selvagem e primitivo do rock'n roll. De acordo com Marcelo, em Belo Horizonte já existia o BH &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Billy&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;, que trabalhava com esse estilos. Mas o projeto não foi para frente. Atualmente, a capital mineira tem apenas dois eventos que trabalham com o público: o BH &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Rumble&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; e o “Primeiro Campeonato Mineiro de Surf”, produzido pelo bar A Obra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Atualmente, o BH &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Rumble&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; é feito pela Mondo Crasso e pela Gangue da Caveira. O evento é o único no qual as duas são parceiras. E, neste ano, o Festival teve mudanças em sua estrutura. A edição de 2008 mudou de cara, foi parar na casa de show Matriz. “Foi a primeira vez que fizemos o festival fora da Obra.” O Festival teve a participação de bandas mineiras e paulistas. O evento foi totalmente independente, ou seja, todo lucro ou prejuízo que houvesse seria de responsabilidade dos organizadores. E foi prejuízo. O público ficou abaixo do esperado e as produtoras tiveram perdas que não esperavam.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;De acordo com Marcelo, fazer shows não é muito fácil e tem que ter muita força de vontade. Crasso completa dizendo que receberam o apoio de vários amigos. “Não foi uma ajuda financeira, mas um apoio que não há dinheiro que pague.” Ano passado, conta, ele  chegou a pensar em desistir depois de tomar dois prejuízos seguidos com shows de ótima qualidade, do norte-americano &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Rob K &amp;amp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;, do paulistano, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Uncle Butcher&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;, e da Banda &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Alex Valenzi and the Hideaway Cats.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Além disso, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Crasso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; tem de se sustentar, pois nem só de rock vive o homem. Marcelo é formado em filosofia e foi professor por 10 anos. Hoje, além de ajudar a produzir rock,  trabalha como disciplinário numa escola pública. O Produtor gostaria de ter como profissão apenas os trabalhos como organizador de eventos, mas, de acordo com ele, o serviço na escola é o que paga suas contas e, muitas vezes, as da Mondo Crasso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Dentro do rock'n roll, músicos de bandas de garagem, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;surf, rockabilly e psychobilly&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;, não conseguem viver apenas como artistas. A musica vira &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;hobby. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Washington Luis, 32 anos, codinome &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Weasel Rocker,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; está nessa batalha há 16 anos. Desde a adolescência ele e os companheiros da Banda Asteróides Trio levam uma outra vida por trás do rock. “Eu trabalho como motoboy, o Leandro, vocalista e baterista, é arquiteto e o guitarrista, 'The Formiga', é inspetor de qualidade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O BH Rumble&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF6emYzMuI/AAAAAAAAAIE/hfKQJ6orF6w/s1600-h/crasso2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 241px; height: 322px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF6emYzMuI/AAAAAAAAAIE/hfKQJ6orF6w/s320/crasso2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269627705119421154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;O Festival acaba por ser uma diversão tanto das bandas como dos produtores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style=""&gt; Crasso, a exemplo, com suas maracas em forma de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style=""&gt;caveira e com uma máscara de gorila, aparecia repentinamente no palco “maraqueando”, ou seja, usando maracas. Além dos topetes e das costeletas, foi possível encontrar com os participantes colares de flores, blusas florais e maracas, aquele chocalho muito utilizado por bandas de mambo.  Durante alguns shows o local é tomado por rolos de serpentinas, trazendo mais diversão para o festival. Bem: rock 'n roll, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;ma non troppo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style=""&gt;Crasso se acha um cara teimoso e acredita que se não fosse ele  ninguém mais faria os shows. Apesar de acreditar que se em Belo Horizonte chove, faz frio ou tem jogo as pessoas não saem de casa, ele vai para mais uma produção com uma idéia na cabeça: “Se eu não os trouxesse, ninguém traria e a cidade ficaria sem a oportunidade de ver uma banda da melhor qualidade.” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style=""&gt;Às vezes, Marcelo acredita produzir shows só para ele, mas acaba se surpreendendo, como no caso do Festival Monobandas – bandas de um homem só – que já vai para quarta edição e tem sido um sucesso. O próximo show da produtora Mondo Crasso será cinco dias após o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;BH&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt; Rumble&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style=""&gt;. Marcelo mais uma vez está apostando no sucesso do evento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-242870139684129796?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/242870139684129796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/nem-so-de-rock-vive-o-homem.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/242870139684129796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/242870139684129796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/nem-so-de-rock-vive-o-homem.html' title='Nem só de rock vive o homem'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF7BvS2PEI/AAAAAAAAAIc/OiVwS2FG1WM/s72-c/Image041.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-6866412152427921811</id><published>2008-11-17T05:51:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevista'/><title type='text'>ENTREVISTA - FABIANO TOLENTINO</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF4f2X15_I/AAAAAAAAAH8/jGw1vuUwZMo/s1600-h/P1010632.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 244px; height: 182px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF4f2X15_I/AAAAAAAAAH8/jGw1vuUwZMo/s320/P1010632.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269625527566985202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman,serif;font-size:180%;"  &gt;&lt;b&gt;O esporte não pode ficar ao sabor dos governos”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Fabiano Tolentino, eleito veread&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;or por Divinópolis com votação recorde, fa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;la, com exclusividade ao Vi&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;rgula Online, sobre sua passagem pela SELT e seus &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;projetos como vereador&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Por Breno Ferreira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A eleição para vereador, deste &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ano, em Divinópolis, bateu recorde. Fabiano Tolentin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o, casado, 34 anos, foi eleito com o maior número de votos da história da cidade. Tolentino obteve 5.155 votos, superando Aristides Salgado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; que, até então, estava no topo da lista com 2.507 votos. Com toda essa responsabilidade, o vereador mai&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;s votado da história recebeu o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Vírgula Online&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; e expôs se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;us projetos para a gestão. Nos últimos quatro anos, Fabian&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o Tolentino foi Diretor da Secretaria de Esportes e Lazer de Divinópolis (SELT) e sabe das feridas e potencialidades do esporte. D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;urante quase toda a entrevista, Tolentino se refere a si próprio na primeira pessoa do plural, o nós, ou no indefinido “a gente.” Talvez seja apenas um vício de lilnguagem, mas também pode ser um bom início para um representante do povo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Vírgula Online - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Passada a vitória nas eleições, como você enxerga a expressiva votação que teve? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Fabiano Tolentino -&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foram vários fatores. Primeiramente um grupo, com base familiar, que trabalhou muito nesta campanha. A SELT que me deu bastant&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e visibilidade a partir de vários eventos, tanto no esporte, quanto no lazer, para a população divinopolitana. O programa “Campo &amp;amp; Negócio”, da TV Candidés, também ajudou muito. As minhas colunas nos jornais Balada de Minas e Gazeta do Oeste e na revista Styllus. Todos estes fatores contribuíram para essa votação, que na verdade superou bastante nossas expectativas e isso é bom. Mostra que a população esta estudando o candidato, as melhores opções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Dentro do esporte quais são seus projetos e como concretamente eles s&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;erão implementados?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; - &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O esporte, o lazer e a cultura serão bandeiras. Principalmente o esporte, que me colocou neste cenário político. Eu tive uma votação, há quatro anos, de 1200 votos. Fui chamad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o para trabalhar na Secretária de Esporte como Diretor e, depois de dois anos, assumi a Secretaria. Foi ela a grande alavanca para chegar ao objetivo de ser vereador da cidade. Agora vamos continuar a fazer este trabalho no esporte – mas não só. Queremos ampliar programas como o  Música na Praça, ajudar várias escolinhas, principalmente da zona rural, para que as crianças possam ter esporte gratuito e de boa qualidade. Por meio do papel como vereador, estaremos fiscalizando a Secretaria e cobrando que continuem com os trabalhos. Tenho certeza de que o Prefeito Vladimir dará continuidade, pois confio muito nele e no seu trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Como  os projetos se articularão com outras áreas, como desenvolvimento social, educação, saúde e meio ambiente?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF4F6V1gZI/AAAAAAAAAHs/0ls63ggkgB8/s1600-h/P1010634.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 259px; height: 194px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF4F6V1gZI/AAAAAAAAAHs/0ls63ggkgB8/s320/P1010634.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269625081955713426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; -&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É muito importante destacar que na política a gente tem três bases primordiais para toda seqüência política: a saúde, a educação e a segurança pública. A saúde vem em primeiro lugar, mas, par&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a a gente melhorar, tem que ter outras forças interligadas como o esporte, o lazer. A gente trabalha junto com essas áreas para fortalecer, diminuir a criminalidade e os gastos com saúde. Entendemos que o esporte e o lazer de boa qualidade podem melhorar essas três esferas e aí sim ter uma política de boa qualidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;O futebol amador da cidade sempre sofre dificuldades. O que fazer pra tentar resolver isso?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; - &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nós temos vários focos como o Campeonato Amador, que conta também com ex-atletas profissionais, o campeonato da Amobi (Associação dos Moradores do Bairro Ipiranga) e nos clubes. Temos a Copa Divinópolis, que, geralmente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, acontece no final do ano e é essencial, já que movimenta os bairros, os times e cria alternativas de entretenimento na comunidade. Eu acho importantíssimo. Sou favorável a todo evento, todo esporte que traga realmente o lazer e entretenimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;O Guarani sempre encontra dificuldades com dinheiro, formação da equipe. O que você pensa em fazer para ajudar o Clube?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; - &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Guarani é nosso time de coração. Como Vereador posso propor emendas para ajudar o Bugre. O Clube vai ter sua sede. Já temos o lote e, agora, é partir para a construção. Temos que buscar ajuda também com os deputados federais e estaduais, e com os empresários da cidade para fortalecer a equipe. Na minha passagem pela SELT, tivemos parcerias significativas. Talvez o Prefeito Demétrius seja o que mais ajudou, tendo em vista que, no ano que tive como Secretário, foi repassada ao Guarani uma verba de R$100 mil. A Prefeitura, ajudando um time da cidade, traz um lazer de grande qualidade. É muito bom ir ao Farião ver os jogos. Como Vereador temos sim que  ajudar com dinheiro, mas também com apoio, conversa com nossos deputados, com o Secretário estadual e municipal. O Guarani tem tudo para, a cada dia, levar entretenimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Da mesma forma o DEC. Aliás, no ano passado, foi prometido, pelo Vereador Edson Souza, uma verba para 2008 que ac&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;abou não saindo. O que você pretende fazer em torno disso?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; – &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O trabalho do DEC é espetacular. Um time para estar bem precisa de uma categoria de base e, a nossa, é o Divinópolis Esporte Clube. Além de muito bom, é qualificado. Hoje, na verdade, ele já é uma Utilidade Pública do Município, e pode, assim, receber verba da Prefeitura. Agora, cabe ao vereador colocar emendas e depois só dependerá do Secretário para passar ou não. A Emenda funciona da seguinte maneira. O Vereador pega o Orçamento da Prefeitura, analisa os gastos da Secretaria e pode alterar alguma coisa, como aumentar uma verba ou diminuir outra. Mas isso não significa que o Secretário vai aceitar as alterações. Primeiro, tem que haver uma conversa. Eu não sei falar quanto ao caso do Vereador Edson Souza, pois, desde o início do ano, já não estou mais na SELT. Mas, como vereador, temos que forçar sim a continuidade do DEC para que realmente fortaleça nossa cidade e assim ajudar nosso time profissional, que é o Guarani.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;O Parque da Ilha é um local que está sendo bastante utilizado pela população, mas ainda existe o medo da violência. O &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;que se pode melhorar nesse aspecto?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; – O Parque da Ilha foi dos nossos principais focos, inclusive de campanha. Em 2005 era um lugar muito perigoso, cheio de mato. A condição lá era de desequilíbrio social. Tínhamos casos de roubo, de assassinato, prostituição e uso de drogas. Pegamos o lugar como foco e colocamos na cabeça que tínhamos que melhorá-lo, pois a biodiversidade de fauna e flora é muito boa. Se agente passa a construir o aspecto físico do local, ele começa a ganhar um outro aspecto para a população, inclusive quanto à visibilidade. Em 2005, por meio de uma verba de R$100 mil do Deputado Dr. Francisco Gontijo e do Ministério do Turismo, com R$20 mil de contrapartida da Prefeitura, um tablado de cimento e o mirante, hoje, se transformaram em cinco quadras poliesportivas e um palco para show de tamanho profissional. Conseguimos fazer no local um estacionamento e plantar mais de três mil árvores frutíferas, juntamente com o projeto Nova Margem. Melhoramos a pista de MotoCross que, hoje, é uma das melhores do país. E, por último, a pista de skate. Uma das grandes obras que, com 100% de investimento da Prefeitura Municipal, está entre as cinco melhores do Brasil. Todos os atletas que vêm aqui gostam e elogiam bastante a pista. Há várias escolinhas, inclusive a de skate, com o William Pingüim. Com tudo isso, conseg&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;uimos diminuir significativamente os problemas iniciais. Agora, como vereador, vou lutar pelo Parque da Ilha e espero que ele continue a funcionar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF35-sMe_I/AAAAAAAAAHk/nPJOgBRtfcI/s1600-h/P1010633.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 267px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF35-sMe_I/AAAAAAAAAHk/nPJOgBRtfcI/s320/P1010633.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269624876964805618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Sabemos que a parcela repassada ao esporte em geral é pequena. O que você pretende fazer para tentar aumentar esta verba?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;FT &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Secretaria de Esporte ainda é pequena dentro da Prefeitura. Salvo engano, ela é a segunda com menor orçamento. A gente tem sim que aumentar essa verba. Já aumentamos a demanda de serviço. Uma política de estado, para que as verbas não flutuem ao sabor dos interesses dos governos. A demanda da população é grande em virtud&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;das escolinhas de esporte. Temos 20 estagiários, um coordenador e quatro instrutores de esporte, que entraram com a nossa chegada na SELT. Com isso já aumentou a verba destinada ao esporte. Cabe, agora, a nós, vereadores, junto ao Prefeito, lutar para que esta Secretaria cresça mais, pois o esporte, o lazer e a cultura são focos primordiais de um bom governo. Eu torço por isso e, agora, vou trabalhar ainda mais por isso.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-6866412152427921811?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/6866412152427921811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/entrevista-fabiano-tolentino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6866412152427921811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6866412152427921811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/entrevista-fabiano-tolentino.html' title='ENTREVISTA - FABIANO TOLENTINO'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSF4f2X15_I/AAAAAAAAAH8/jGw1vuUwZMo/s72-c/P1010632.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-2032602235648496151</id><published>2008-11-17T04:51:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esporte'/><title type='text'>A base de um sonho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Cruzeiro é dos poucos clubes de futebol brasileiros que oferecem estrutura para que &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;garotos das categorias de base possam ter formação completa como cidadãos e atletas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-decoration: none;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Por Breno Ferreira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desde pequeno, o sonho de muitos garotos é ser um jogador de futebol. Na maioria dos casos o sonho não se realiza, ou termina em clubes ou times precários, onde não se transformam em atletas, tampouco em cidadãos. Quem um dia consegue chegar a um grande clube do Brasil já se pode considerar um vencedor. Se se trata do Cruzeiro Esporte Clube, reconhecidamente uma das melhores estruturas no mundo inteiro, mesmo que os garotos não alcancem a profissionalização, pode-se dizer que os meninos vivem um sonho. Na última semana estivemos na Toca da Raposa 1, para saber do supervisor da base do Cruzeiro Esporte Clube, Darso Souza, como que funciona todo o processo até os que meninos chegarem ao time profissional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFpemg4pqI/AAAAAAAAAHU/qaB4WY7KKMs/s1600-h/tocadaraposazv6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 271px; height: 212px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFpemg4pqI/AAAAAAAAAHU/qaB4WY7KKMs/s200/tocadaraposazv6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269609013455660706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo Souza, o processo começa com uma seletiva, que é feita por meio de empresários ou com as próprias pessoas que entram em contato com o departamento de captação. Outra forma de participar da seletiva seria com indicações de pessoas de confiança, empresários &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e também pelo departamento especializado do clube. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após passar por esta etapa, os garotos têm a oportunidade de poder desfrutar de uma estrutura exemplar, que dá condições de aperfeiçoamento técnico, tático, físico; disponibiliza profissionais de diversas áreas, como dentistas, psicólogos, médicos, nutricionistas e fisiologistas, e ainda conta com escola básica dentro do próprio clube. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Embora tenha uma estrutura mais antiga do que o centro de treinamento de profissionais, a Toca 1 já abrigou até a seleção brasileira, e  hoje fica inteiramente a disposição da base celeste.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cerco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não há dúvida de que o Cruzeiro oferece um estrutura exemplar para os garotos da base. Nem por isso está isento de problemas. Recentemente o Ministério Público (MP) esteve em alguns clubes, dentre eles o Cruzeiro, para saber como é a vida destes futuros jogadores. Os procuradores idenficaram irregularidades. Segundo eles, os atletas  ficam presos ao centro de treinamento. O correto, diz o MP, é que os meninos, mesmo passando o dia no local dos treinamentos, não sejam privados do convívio familiar. Nesse caso, com a política de captação de atletas em todo o País, o Cruzeiro deveria trazer e dar estrutura para os familiares dos meninos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Darso Souza reconhece que o Cruzeiro apresenta essa deficiências, mas, afirma, todo o processo já está sendo resolvido pelo departamento jurídico do clube. “Todas as determinações do Ministério Público serão atendidas”, garante. Souza, salienta, no entanto, que todos têm o direito de sair do clube, deste que solicite antes. “Podem freqüentar a sede campestre, os jogos do time profissional no Mineirão e ta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;mbém podem sair fins de semanas com algum parente, desde que não haja programação de treinamentos ou jogos”, justifica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O supervisor ainda argumenta que muitos dos garotos não têm em casa a estrutura que no clube eles desfrutam. Darso diz que, em primeiro lugar, o Cruzeiro forma cidadãos. “Se se torn&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;arem jogadores do time , profissional, isso será uma consequência do processo que adotamos”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFpq6rvOQI/AAAAAAAAAHc/Mga9MhVZxbw/s1600-h/P1010635.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFpq6rvOQI/AAAAAAAAAHc/Mga9MhVZxbw/s320/P1010635.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269609225028319490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conversando informalmente com alguns atletas, eles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; demonstram satisfa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ção total em estarem ali e destacam toda a estrutura existente. Segundo eles, sempre que podem vão ao Mineirão e ao clube campestre e negam que fiquem presos o local. Até porque não têm tempo, dizem. Pela manhã vão à escola, à tarde treinam e a noite fica para o descanso e o estudo também.Mesmo assim, a alegação do Ministério Público é correta: nada substitui o convívio familiar. Os clubes, inclusive o Cruzeiro, precisam dar conta tam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;bém dessa demanda. Afinal, muitas vezes os clubes lidam com a única esperança de famílias inteiras de saírem da miséria. Se esse sonho não se cumpre, é responsabilidade dos clubes oferecer outras saídas para os tletas e seus familiares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-2032602235648496151?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/2032602235648496151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/base-de-um-sonho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/2032602235648496151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/2032602235648496151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/base-de-um-sonho.html' title='A base de um sonho'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFpemg4pqI/AAAAAAAAAHU/qaB4WY7KKMs/s72-c/tocadaraposazv6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1926768533053519414</id><published>2008-11-17T04:14:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memória'/><title type='text'>A Loira do circo</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Uma história de sonhos, amores, desilusões e esperança&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Por Cleber Corrêa e Nando Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Loira do Circo. Assim ficou conhecida Dona Maria Aparecida Nogueira, 89 anos, ex-trapezista e contorcionista, hoje poeta. Aos oito anos de idade, D. Maria deixou tudo e foi embora com sua mãe, que h&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFg9uCnz3I/AAAAAAAAAG8/ppdS12VUiV4/s1600-h/MARIA+APARECIDA+AOS+13+ANOS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269599652447506290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 205px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 322px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFg9uCnz3I/AAAAAAAAAG8/ppdS12VUiV4/s200/MARIA+APARECIDA+AOS+13+ANOS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;avia se apaixonado por um palhaço do circo, conhecido por Pindoba.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dona Maria, durante 20 anos, se dedicou à arte circense. Com muito treinamento, se tornou a contorcionista e trapezista do “Gram Circo Oliveira”, que viajava por todo o Estado. E por onde passava, a bela Loira do Circo arrancava suspiros de garotos e marmanjos da época. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com seus olhos claros, a loira despertava&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; o sentimento no coração de muitos homens. Alguns acompanhavam o circo a cavalo só para tentar ganhar o coração da bela moça. Certo dia, um homem com o nome Valdinei, filho de família rica de Nova Serrana, dobrou o coração da contorcionista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por algum tempo eles se encontraram às escondidas. Nenhum pai naquela época permitiria que seu filho namorasse ou se casasse com uma garota de circo. Apaixonados, combinaram fugir após a ultima apresentação na cidade. Valdinei, então, deu à enamorada uma lamparina e pediu para ascendê-la assim que terminasse o o último espetáculo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim fez a moça. Esperou até amanhecer e o rapaz não apareceu. A Loira então juntou as suas coisas e foi embora com o circo para outra cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A próxima parada foi em Piraúba, na Zona da Mata mineira. Era final de ano. O clima não era muito favorável a circos. Preparativos de natal, temporada de chuvas e dinheiro restrito espantam o público do circo e os atores às vezes não têm dinheiro nem p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ara comer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após algumas semanas no arraial de Piraúba e nenhuma apresentação, o je&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ito o foi recorrer aos santos caraminguás. Na igreja da cidade, próximo às imagens dos Santos, havia pires, como os de xícaras, onde os fieis depositavam suas oferendas como pagamento por uma interseção divina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;D. Maria e sua irmã, com a barriga vazia, não vacilaram em pegar o dinheiro para comprar alguma coisa para comer. “Santo não precisa de dinheiro, porque não precisam comer. Mas nós estávamos famintas e o dinheiro era só emprestado. Pegamos, mas prometemos: assim que as apresentações começassem, devolveríamos tudo”, conta D. Maria. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o santo e minguado dinheirinho em mãos, correram para a venda do seu Zé, onde compraram pães para sua mãe e outros do circo. O sacristão, vendo a contribuição desaparecer, logo deduziu que os santos, subitamente, ganharam sócios. Resolveu montar o cerco e ficar vigilante. Facilmente, descobriu que as sócias em questão eram as meninas do circo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cioso de sua função, contou tudo ao Padre, que, em um ato de bondade ce&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFhKmeYEHI/AAAAAAAAAHE/uivO3y_Tu5M/s1600-h/MARIA+APARECIDA+E+SUA+IRMÃO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269599873754730610" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 243px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFhKmeYEHI/AAAAAAAAAHE/uivO3y_Tu5M/s320/MARIA+APARECIDA+E+SUA+IRM%C3%83O.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;lestial, foi até a venda e comprou mais alguns mantimentos. Levou tudo ao circo, onde os artistas estavam passando por necessidades. O mal tempo passou e todo aquele pouco dinheiro emprestado pela Igreja foi devolvido pelas meninas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O circo então seguiu viagem para São Gonçalo do Pará, no inicio da década de 40. Na cidade, a bela trapezista despertou o coração de muitos homens, mas um em especial, Antônio Nogueira Maia, um rico fazendeiro, cismou e, convicto de seu amor, acompanhou o circo durante um ano, em todas suas apresentações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O fazendeiro, após ter ficado noivo oito vezes e não ter se casado com n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;enhuma das moças por não serem virgens, estava a procura de um outro amor - mas que fosse virgem e pura. Após um ano de apresentações, ele resolveu se aproximar da Loira do Circo e pedi-la em casamento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Você quer casar comigo? - perguntou, resoluto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- De papel passado e tudo?   - desolveu a Loira, sem pestanejar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Sim! - garantiu o fazendeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Você me dá cinco dias para pensar? - titubeou a moça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Combinado! - desolveu Antônio, ogulhoso e convicto de sua conquista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cansada daquela vida de estradeira errante, Maria Aparecida pensou e aceitou se casar com aquele homem, rico, que poderia lhe proporcionar uma vida melhor para ela e seus futuros filhos. Mesmo com a reprovação de sua mãe e seu padastro, a Loira do Circo se casaria com Antônio Nogueira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contra a vontade de sua família, o rico fazendeiro marcou o casamento e não convidou ninguém para a cerimônia, celebrada por Padre João Parreira Villaça, na matriz de São Gonçalo, em 1942. A Igreja ficou repleta de curiosos que foram conferir o casamento da Loira do Circo com o lampião de São Gonçalo do Pará, como era conhecido o fazendeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já morando na fazenda, D. Maria começou a conhecer o seu parceiro e entender o porquê de seu apelido e fama. O fazendeiro era ríspido e violento. Resignada, após um ano de casada e sozinha na fazenda, a D. Maria só restavam as lembranças, retratadas nas inúmeras fotografias guardadas em em inseparável baú. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Emocionada e com lágrimas descendo pelo rosto, em uma noite fria e escura, a moça escutou a porta se abrindo: “Chegou o fazendeiro" murmurou aflita.  Ao ver a cena, o fazendeiro perguntou  o porquê do chororô. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Irritado com sua explicação, Lampião resolveu dar um fim naslemb&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ranças da esposa. D. Maria lembra que, em pouco tempo, viu tudo o que guardara – poemas de admiradores, canções de amor e saudade, e fotos de uma vida em liberdade – arderem em chamas. Ela conta que ainda conseguiu salvar algumas fotografias, apagando o fogo com os pés assim que ele virou as costas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A via crucis Maria Aparecida Nogueira continuaria. Alguns anos após o acontecido, ela estava sentada em uma das janelas da fazenda à noite,  tocando o seu violão e cantando bem alto, pois os vizinhos estavam a alguns quilômetros dali. Era uma noite chuvosa. Ao entrar em casa encharcado – de chuva e cachaça -, o marido, como costumeiro, lhe perguntou rispidamente:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- O que você está fazenda aí, trepada na janela e acordada até agora?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Estou te esperando!&lt;/span&gt;- &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Besteira.- E emendou: Estou cansado! Vou deitar.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Maria resmungou, como que para seus botões: “E bêbedo!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O sussuro foi decodificado. O marido, enfurecido, lançou o violão na parede várias vezes, deixando-o completamente destruído.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lembranças. Apenas lembranças, que se tornam vivas e presentes quando narradas. E foi isso o que ocorreu com as memórias de Maria Aparecida Nogueira, cujas histó&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFhp5M9PzI/AAAAAAAAAHM/HW338rVEySI/s1600-h/MARIA+APARECIDA+AOS+88+ANOS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269600411357888306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 196px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 261px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFhp5M9PzI/AAAAAAAAAHM/HW338rVEySI/s320/MARIA+APARECIDA+AOS+88+ANOS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;rias viraram livro em 1992, com o lançamento de “Retalhos de uma vida”. Hoje, ela dedica seu tempo a escrever e recitar poemas por todo o País. Aos 89 anos, são mais de 62 poemas decorados, fato que chama a atenção de muitas pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em um encontro internacional de poetas no Palácio das Artes no ano passado, ela foi aplaudida de pé pelos presentes. Recém chegada de Salvador, Bahia, onde apresentou uma peça teatral coordenada pelo também poeta divinopolitano Osvaldo André, a Loira do Circo dá uma lição de vida. Mesmo sofrendo com a labirintite, ela mostra muita disposição em contar um pouco de suas histórias. Hoje ela ri de alguns fatos inusitados ou trágicos que marcaram sua vida. Aos leitores de &lt;b&gt;Virgula Online&lt;/b&gt;, ela deixa uma frase exclusiva&lt;b&gt; &lt;/b&gt;. “Nesta vida, o importante é ser, que é bem melhor que ter.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1926768533053519414?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1926768533053519414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/loira-do-circo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1926768533053519414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1926768533053519414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/loira-do-circo.html' title='A Loira do circo'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFg9uCnz3I/AAAAAAAAAG8/ppdS12VUiV4/s72-c/MARIA+APARECIDA+AOS+13+ANOS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7048837759774756371</id><published>2008-11-17T04:07:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.635-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'>Projetos para a cidade</title><content type='html'>Por Marina da Mata e Rafael Souto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em visita à Funedi/UEMG, prefeito eleito de Divinópolis, Vladimir Azevedo, e seu vice, Francisco Martins, ouviram propostas da universidade para o desenvolvimento de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, meio ambiente, desenvolvimento social e cultura.&lt;br /&gt;Vladimir destacou a importância da parceria entre poder público e universidade para sua gestão.&lt;br /&gt;Veja matéria completa abaixo:&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-8gPzAqZJHE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-8gPzAqZJHE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7048837759774756371?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7048837759774756371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/projetos-para-cidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7048837759774756371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7048837759774756371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/projetos-para-cidade.html' title='Projetos para a cidade'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-851507536839742489</id><published>2008-11-17T02:40:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memória'/><title type='text'>Resgate digital</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Documento e peças que formam a memória de Divinópolis&lt;br /&gt;vêm sendo digitalizados, para não ser devorados pelas traças&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Por Cleber Corrêa e Nando Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.99cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Livros, documentos do século 18, notas fiscais antigas.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFLNvKXSCI/AAAAAAAAAGU/y9scJI10Lb8/s1600-h/livro+roll+dos+culpados+de+1834.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 306px; height: 204px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFLNvKXSCI/AAAAAAAAAGU/y9scJI10Lb8/s320/livro+roll+dos+culpados+de+1834.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269575738370508834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; O material  do acervo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; público municipal de Divinópolis é, como qualq&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;uer acervo histórico, um local propício para traças e cupins. Nesse caso, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a ameaça é ter a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;memória, literalmente, roída pelo tempo. Mas, se depender do projeto que pretende tornar todos os documentos acessíveis eletronicamente, essa história vai mudar. Trata-se do projeto de di&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;gitalização do acervo, que dinam&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;iza o acesso e a disseminação de informações entre os funcionários e colaboradores, além de p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ermitir o acesso instantâneo de qualquer parte do mundo por meio da internet. O sistema além disso facilita a localiz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ação de imagens e documentos de época.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;O sistema de digitalizaç&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ão consiste no escaneamento das imagens fotográficas, pictográficas e documentos. Alguns desses elementos necessitam previamente de uma higien&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ização e passa por um processo de retirada de traças e fungos que comprometem a vida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; útil dos documentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;O arquivo público municipal de Divinópolis possui material de g&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;rande valor histórico, datados desde 1834. Entre eles se destaca um livro cartorial com o nome de “Roll dos Culpados”, que co&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFLYUIdaAI/AAAAAAAAAGc/Dz722lr1NSU/s1600-h/estribo+de+prata.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 177px; height: 265px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFLYUIdaAI/AAAAAAAAAGc/Dz722lr1NSU/s320/estribo+de+prata.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269575920093325314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nsiste em registros de fianças, sol&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tura e petições jurídicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;De acordo com Marcos Antônio Vilela, gerente do arquivo público municipal, parte do acervo já f&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;oi digita&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;lizado e muitos documentos necessitam de uma restauração, pois estão se deteriorando. Grande parte da verba gasta até o momento para o processo de arquivo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; digital&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; veio de projetos aprovados pela Fapemig – Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais -, em parceria com a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; FUNEDI/UMEG ,que disponibilizava estagiários para ajudar no processo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.95cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo Vilela, o processo não consiste apenas em armazenar as imagens e documentos em memórias de computadores, mas, também, no trabalho de limpez&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a, pequenas restaurações e  na conservação d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;os originais. “O melhor processo de armazenamento  de imagens e documentos   é a microfilmagem, mas, infelizmente,  não temos verba suficiente para este processo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para não perder o valor históri&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;co, os documentos e f&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;otografias que já passaram pela digitalização são armazenados e acondicionados em caixas apropriadas para receber esse tipo material, uma maneira de evitar a deterioração dos originais e sua autenticidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;A digitalização também traz muitas vantagens tais como r&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;edução do tempo de pesquisa em documentos, redução no custo com armazenamento, segurança, portabilidade e um dos mais importantes a integração de dados ativos e históricos. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Restrições&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Hoje, salvo pelos funcionários que trabalham no setor, a prefei&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tura investe  por ano cerca de R$ 3 mil, dinheiro que, de acordo com Marco Antônio Vilela, não dá nem para comprar um computador apropria&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;do para as atividades de rotina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Outro setor que está passando pela digitalização é aquivo do Museu Histórico de Divinópolis (MHD). De acordo Alisson Israel, assessor do arquivo público, todo o material que está disposto no museu  passará por uma triagem e inventariado. “Estamos a caminho da digitalização de todo o material do Museu. Já temos os computadores que serão dispo&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFMTdfi1cI/AAAAAAAAAGs/SgbnstAUBfY/s1600-h/sobrado+do+museu+hist%C3%B3rico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 265px; height: 177px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFMTdfi1cI/AAAAAAAAAGs/SgbnstAUBfY/s320/sobrado+do+museu+hist%C3%B3rico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269576936218351042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nibilizados para pesquisa e armazenamento das imagens após a digitalização”, diz Israel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo Alisson Israel, até agora foram gastos cer&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ca de R$25 mil, dos R$53 mil disponibilizados por meio de um projeto aprovado pela Fapemig. Entre fotografias, quadros e documentos, estão várias peças doadas pala população, por exemplo: carro de boi, tesoura antiga, peças de cerâmi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ca, dentre outros. Todo esse material será fotografado e publicado na internet, com o devido cuidado de virem acompanhados por legendas explicativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Geisa Aparecida Grego, diretora do MHD, diz que a digitalização do acervo representará um grande avanço, pois a população poderá ter acesso a todo esse material que será disponibilizado para pesquisa. “Temos parte da história de Divinópolis em nossa mãos. E não apenas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;documentos. Há peças de grande importância histórica, como um estribo de prata com o &lt;span style=""&gt;B&lt;/span&gt;rasão da In&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFMkjtCVVI/AAAAAAAAAG0/1gELEcsMhFU/s1600-h/tesoura+francesa+do+museu+hist%C3%B3rico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 216px; height: 145px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFMkjtCVVI/AAAAAAAAAG0/1gELEcsMhFU/s200/tesoura+francesa+do+museu+hist%C3%B3rico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269577229943330130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ependência doado recentemente ao museu”. Salienta Geisa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.97cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;us&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;eu possui em seu poder aproximadamente 25 mil peças, que remonta parte da história do Arraial do Divino Espírito Santo, entre documentos e peças de época. Em um segundo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;momento, depois do tratamento do acervo, será uma campanha de sensibilização, para que a população doe ao Museu ou ao Acervo público documento e peças históricas que mantêm consigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-851507536839742489?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/851507536839742489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/resgate-digital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/851507536839742489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/851507536839742489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/resgate-digital.html' title='Resgate digital'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SSFLNvKXSCI/AAAAAAAAAGU/y9scJI10Lb8/s72-c/livro+roll+dos+culpados+de+1834.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-8069678675849391097</id><published>2008-11-10T06:12:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>ESPECIAL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhD_TY7mFI/AAAAAAAAAFs/EGvbGBAn8u4/s1600-h/Constitui%C3%A7%C3%A3o+brasileira.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 269px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhD_TY7mFI/AAAAAAAAAFs/EGvbGBAn8u4/s320/Constitui%C3%A7%C3%A3o+brasileira.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267034519025457234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;b&gt;A consciência jurídica da cidadania&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="center"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Considerada a “Constituição cidadã”, Carta Magna brasileira faz 20 anos com avanços sociais, mas muito distante de garantir plena cidadania a todos&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Alinne Andrade e Petrúcia Tavares&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vinte anos após a promulgação da Constituição Federal da República Brasileira, o País amadureceu  a su&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a consciência jurídica acerca dos direitos e garantias fundamentais, s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;egundo o Defensor Público Federal, Francisco Nogueira Machado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Em conseqüência, diz, houve o fortalecimento das instituições, como o Ministério Publico e a Defensoria Pública. "A constituição de 1988 é um projeto de consolidação da democracia e do Estado de Direito que vem quebrando barreiras", explica o defensor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Machado diz, no entanto, que para a efetivação dos direitos fundamentais é necessário a consolidação dos direitos sociais,  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;pois estes formam a classe de direitos básicos de qualquer indivíduo. "Não há como pensar no direito à vida digna&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, como um direito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;fundamental&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, sem se assegurar o direito à educação, ao lazer, à saúde e ao trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, ou seja, se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;m a garantia dos direitos sociais do indivíduo", enfatiza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Hoje, milhares d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;e crianças brasileiras estão nas ruas roubando para comer. A saúde pública está acamada, enquanto pessoas morrem nas filas dos hospitais, aguardando por atendimento. O lazer dos jovens geralmente se limita ao uso de entorpecentes, sejam eles lícitos, como o álcool, ou ilícitos. A violência urbana ceifa vidas nos grandes centros, a cada piscar de olhos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Ao embalo da música&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; “Comida”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;grupo Titãs, os jovens da decada de 90 faziam coro: “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Você tem sede de qu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ê? Você tem fome de qu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ê? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte...”. Eles expressam o sentimento da maioria dos brasileiros que clamavam por moradia, empregos e salários dignos, saúde e educação de qualidade, lazer saudável e segurança. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Hoje, uma década após o sucesso da banda, a música continua atual.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O acesso à saúde gratuita e de qualidade, por exemplo, negados aos brasileiros, priva-os do direito à vida digna. O Sistema Único de Saúde – SUS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; -, instituído pela Constituição de 1988, embora represente um enorme avanço, ainda engatinha em sua eficiência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;, dada a complexidade do sistema brasileiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para um adulto saudável é preciso acompanhamento médico desde gestação. Assim, um bom pré-natal se &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;faz necessário. Após o nascimento, as vacinas são fundamentais para o desenvolvimento adequado. No calendário nacional de vacinas oferecidas pelo SU&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;S, não está incluída, por exemplo, a imunização contra a  meningite bacteriana, doença que pode matar quem for contaminado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com um ano e meio de idade, Pedro Artur gostava de brincar, correr e jogar bola. Fez isso pela última vez no dia 25 de novembro de 2004, quando contraiu a doença que o deixou tetraplégico e dependente de um respirador artificial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Para tentar evitar que isso aconteça com mais crianças do país, além de garantir a saúde de outras &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;lesionadas por meningite bacteriana, &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;o Instituto Pedro Artur, de Belo Horizonte, está, há mais de dois anos, colhendo assinaturas por todo país solicitando o aval dos brasileiros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;A proposta objetiva que as vacinas contra a meningite bacteriana, que custam em média R$200,  sejam incluídas no Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde e, conseqüentemente, sejam fornecidas gratuitamente pelo Governo Federal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Para que o projeto seja caracterizado de iniciativa popular é preciso a assinatura de 1% do eleitorado brasileiro, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;o que somaria 1.260.000 assinaturas. Por enquanto, m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ais de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;800 mil brasileiros já colaboram com o projeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;De&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sde 2006 o abaixo-assinado percorre o Brasil e já chegou &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;a Divinópolis. Aqui, a Assistente Social&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; Margareth Ângela de Jesus é uma dos milhares de voluntários do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Instituto na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;busca pelas assinaturas necessárias. Após colhida a quantidade necessária, a proposta é encaminhada ao Congresso para votação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Essa iniciativa, que só foi efetivada graças &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;à Constituição “Cidadã”, promulgada há 20 anos, é uma maneira de participação popular na eleboração das  políticas públicas no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" lang="pt-PT"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Da promulgação à cidadania&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhGenKoXcI/AAAAAAAAAGE/IOPPxT9SIv8/s1600-h/ulysses.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 225px; height: 306px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhGenKoXcI/AAAAAAAAAGE/IOPPxT9SIv8/s320/ulysses.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267037255933386178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Em 5 de outubro de 1988, o então Deputado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Ulysses Guimarães, Presidente da Assembléia Constituinte, após uma fala de quase uma hora, promulgou a Constituição da República Federativa do Brasil. Ele declarou: “A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; Nação mudou. A Constituição mudou na s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ua elaboração, mudou na definição dos poderes, mudou restaurando a Federação. Mudou, quando quer mudar o homem em cidadão, e só é cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital, remédio e lazer quando descansa.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Nas últimas duas décadas, o Brasil avançou no que diz respeito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;à cidadania, com a promulgação da Carta constitucional, que consagra, principalmente, o direito à saúde, a educação, trabalho, moradia, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e a infância, e assistência aos desamparados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;É preciso analisar esses vinte anos de democracia. Os “cidadãos” reclamam da atual situação, sem, no entanto, sair de suas casas para discurtir e cobrar de seus representantes soluções para os problemas de sua cidade, comunidade ou bairro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; Um quadro bastante &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;diferente daquela sociedade na década de 80, que lutava pela derrubada da ditadura, ou, como faz a Assistente Social Margareth, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; percorrer a cidade colhendo assinaturas, pensando no bem comu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;m. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A Socióloga e Professora da Funedi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;/UEMG, Márcia Helena Batista, explica que a Constituição é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;produto de uma mobilização social. “A Constituiçao é fruto de uma efervescência com intuito de romper a ditadura e restaurar a democracia. Entre os anos de 1985 a 88, uma diversidade de movimento sociais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;começou a emergir. O Brasil viveu, ali, uma emergência da sociedade civil organizada com o propósito de fazer a passagem, superar a ordem política para implantar uma nova.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Foi a luta pela democracia que possibilitou a Constituição”, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;diz Márcia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A população enviou, entre 1986 e 1987, exatos 72.719 formulários com sugestões aos parlamentares constituintes, para que seus desejos e aspirações se fizessem presentes no texto. “Uma das sugestões mais significantes foi a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). O tema foi objeto de debates em várias entidades até a sua chegada à Assembléia Nacional Constituinte, onde a discussão contou com significativa presença de especialistas e representantes dessas entidades”, afirmou o Senador José Maranhão (PMDB-PB), em entrevista a Agência Senado, na época em que era Deputado Constituinte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" face="arial" style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Essas cartas, hoje, integram um banco de dados chamado Sistema de Apoio Informático à Constituinte (Saic), que pode ser acessado pelo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;i&gt;site&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; do Senado(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/legislacao/baseshist"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;www.senado.gov.br/legislacao/baseshist&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;). Os originais estão arquivados na Câmara dos Deputados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;No entanto, para o Senador Cristovam Buarque, as pressões populares aprisionaram o texto. “Não se pensou o País como um todo, mas como um quebra-cabeça de corporações. A Constituição pode ser cidadã, mas não patriótica”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A Professora Márcia Helena acredita que o Brasil avançou muito nos vinte anos de Constituição, mas há muito ainda que avançar. Ela entende que, para isso, é preciso que a sociedade brasileira conheça o texto constituicional, para saber mais de seus direitos e deveres e passar a discutir seus anseios com seus representantes, efetivando assim a democracia participativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;“&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na democracia formal, o limite da participação popular é o limite da escolha, do sufrágio. A Constituição, quando estabelece os conselhos locais, estimula os governantes a co&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nstituir&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; esferas públicas, arenas em que a sociedade terá que sentar com o Estado para decidir coisas. Isso é a experiência da democracia participativa”, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;explica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Projeto inacabado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:9;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;As opiniões sobre o assunto são divergentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:9;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;. Há quem critique a Constituição e diga ser necessária uma nova Carta, outros que a elogiam, afirmando que o texto está entre os mais modernos do mundo. O embate político foi iniciado em 1º de fevereiro de 1987, na instalação da Assembléia Constituinte. Sem acordo em alguns pontos, até hoje, dos 250 artigos, 66 ainda dependem de algum tipo de regulamentação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; widows: 2; orphans: 2; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Apesar das 62 emendas já recebidas, o Professor e Cientista Político, Octaciano Nogueira,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; acredita que ainda virão muitas outras. Quando pronta, disse Octaciano Nogueira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhGnR7wbvI/AAAAAAAAAGM/_SRTjOslsHI/s1600-h/250px-Constitution.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 208px; height: 252px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhGnR7wbvI/AAAAAAAAAGM/_SRTjOslsHI/s320/250px-Constitution.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267037404852678386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;em entrevista à Agencia Senado, a Constituição de 1988 ficou com 296 dispositivos para serem regulados em leis posteriores. Cerca de dois terços desses dispositivos ainda não fora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;m re&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;gulamentados. As 62 emendas já incluídas no texto constitucional modificaram 117 dos 250 artigos da carta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="background: rgb(255, 255, 255) none repeat scroll 0% 50%; margin-bottom: 0cm; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; widows: 2; orphans: 2; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Apenas para efeito de comparação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;: a Constituição brasileira de 1988 foi a 8ª Carta em vigor no Brasil, desde a independência do País, em 1822. Os EUA, que, se hoje têm sua democracia colada sob suspeita, em razão dos últimos ataques aos direitos civis, certamente são ainda modelo de nação democrática, tiveram, desde 1787, quando da independência do país, uma única Constituição, que recebeu, ao longo dos mais de 200 anos de história, apenas 27 emendas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-8069678675849391097?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/8069678675849391097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/especial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8069678675849391097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8069678675849391097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/especial.html' title='ESPECIAL'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRhD_TY7mFI/AAAAAAAAAFs/EGvbGBAn8u4/s72-c/Constitui%C3%A7%C3%A3o+brasileira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-6925228903508460051</id><published>2008-11-10T05:52:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>OPINIÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O SHOW DA DEMOCRACIA MODERNA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="left"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Por Marina da Matta e Rafael Souto&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;  O mundo agora comemora ao respirar o “doce” perfume da democracia moderna. É o que se passa nos principais meios de comunicação ao idealizarem no novo presidente dos EUA, Barak&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9VNC014I/AAAAAAAAAE8/xaRg6kaMRDI/s1600-h/barak_obama.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 274px; height: 248px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9VNC014I/AAAAAAAAAE8/xaRg6kaMRDI/s320/barak_obama.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267027198697854850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Obama, a possibilidade da existência de um mundo melhor. Ao menos o “mundo” deles, os estadunidenses, pois quem governa, governa para um povo e não tenhamos dúvidas que Obama fará certo, como manda o ditado: assumindo a presidência do país em um momento de crise, terá que solucionar a recessão econômica e a confusão de Bush instalada  no Iraque.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;  Além de ser o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, Obama vem quebrando uma série de tabus e paradigmas como esse. Advogado e senador pelo estado de Illinois, Obama interrompe uma hegemonia dos republicanos de anos na presidência, senado e no parlamento,  corando ainda mais o sucesso da campanha que os democratas realizaram. Mas, mais do que massacrar o partido de Bush nas eleições, a vitória de Obama foi sem dúvida a sua capacidade de recolher arrecadação para campanha, além de mostrar e despertar nos eleitores estadunidenses o “doce” cheiro da democracia, ao confirmarem uma eleição recorde de  participação de votos, acordando uma sensação meio esquecida de povo para quem as eleições é um exercício concedido e não uma obrigação. &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9gaoo22I/AAAAAAAAAFE/ONzwCK7bwjw/s1600-h/iccd0507.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 192px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9gaoo22I/AAAAAAAAAFE/ONzwCK7bwjw/s320/iccd0507.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267027391324674914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  Para nós, brasileiros, é meio estranho essa idéia de voto não-obrigatório, mas para eles deve ser uma questão muito comum ou até normal. Como a participação de outros partidos, além dos partidos hegemônicos, o Republicano e o Democrata, é quase que inexistente, a alternância no poder é quase sempre e apenas formal: a concepção de sociedade e planejamento de estado os dois partidos mantêm o mesmo seio liberal, diferenciados apenas em nível de interferência e participação do estado na sociedade. Lá é meio que play ground de empresários, o estado é privatizado e as “pessoas jurídicas” - termo aliás inventado por lá e que garante os direitos pessoais (sic) das corporações, podem tudo. Por isso que, para muitos de nós, não-estadunidenses, é estranha essa “democracia americana”. Nesse caso “deixe aos americanos o que é dos americanos”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;b&gt;BRASIL&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;Já nós aqui debaixo da linha do equador, nesse “brasilzão” que mais parece um continente, temos outros motivos para nos orgulhar: a precisão, rapidez e transparência que nossas eleições municipais tiveram. Foi brilhante:  em questão de poucas horas, sabíamos quem seriam os próximos responsáveis em administrar as &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;mais de cinco mil cidades existentes, exceto as que iriam para o segundo turno.  Um show de apuração, servindo de modelo para velhas e grandes repúblicas que consomem mais tempo para certificar quem será os novos governantes.  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;  No entanto não é esse o show que todo brasileiro gostaria que acontecesse. Gostaríamos que o show fossem dos governantes. Que eles fossem referência em honestidade e integridade administrativa, que viesse deles a possibilidade de sermos referência em educação, saúde, transporte,  enfim, referência em um modelo de política social, modelo de uma gestão que incorpore um planejamento social que respeitasse os cidadãos  e desse a eles as melhores condições de moradia, trabalho,  educação, lazer. Em uma palavra: dignidade.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9sfSDVRI/AAAAAAAAAFM/OyTUG6hLVqU/s1600-h/021006_urna300.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 284px; height: 162px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9sfSDVRI/AAAAAAAAAFM/OyTUG6hLVqU/s320/021006_urna300.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267027598730548498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;  Você poderia até  criticar dizendo que usamos clichês ou até mesmo nos achando  românticos e inocentes. A você, respondemos:  não percamos de vista a Constituição da República como um reconhecimento de um povo, ou seja, o surgimento da concepção de que o Estado é do povo e ele (Estado) deve trabalhar em promoção do povo. Só que então podemos saltar para o debate que realmente interessa: o povo está sendo representado? Nesse caso, vivemos de fato uma democracia – do grego, poder do povo?  Ou será que o Estado não é do povo? E então, quem sabe a democracia moderna deixa de ser um “doce” perfume, cuja a existência é percebida como um show, mas cuja efetividade aparece oculta.  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-6925228903508460051?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/6925228903508460051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/opiniao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6925228903508460051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6925228903508460051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/opiniao.html' title='OPINIÃO'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SRg9VNC014I/AAAAAAAAAE8/xaRg6kaMRDI/s72-c/barak_obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-759459414667607267</id><published>2008-11-03T05:19:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>A sombra do assombro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; font-family: times new roman;"&gt;&lt;i&gt;O medo da crise financeira mundial pode&lt;br /&gt;ser mais letal que a própria crise&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Por Alinne Andrade e Petrúcia Tavares&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fotos  internet&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ77m5f5mtI/AAAAAAAAAEM/3xxcD_GSFn8/s1600-h/assombracao03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 257px; height: 173px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ77m5f5mtI/AAAAAAAAAEM/3xxcD_GSFn8/s320/assombracao03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264421660130908882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-family: times new roman;" align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lenilda de Oliveira Rodrigues, conhecida como Branca, conversa com seu irmão, Nivaldo Oliveira. Os dois são funcionários de uma mesma rede de calçados em Divinópolis. A diferença é que ela é vendedora de uma loja que abrange o setor popular e ele gerencia outra, que atende a classe média. Os dois falam sobre a crise econômica mundial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“É, já pudemos sentir o impacto”, comenta Nivaldo, pesaroso. E continua: “Estavam dizendo que não ia afetar o Brasil, mas o povo já está com medo, começaram a economizar e acho que o Natal não será dos melhores para as vendas. Na semana da greve dos bancos, tivemos uma grande queda.” Branca reforça o que disse o irmão: “ Também percebi que as vendas ficaram um pouco mais lentas, mas para nós não fez muita diferença porque pobre não muito dinheiro para guardar no banco. Pobre compra  com os trocados que tem no bolso e vão continuarfazendo isso. Agora, quando chegar o décimo terceiro, única época em que o pobre ganha mais, aí pode ser que eles não gastem o dinheiro como de costume.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A conversa entre os dois irmãos retrata, em parte, o que as pessoas comuns estão vivenciando com a vinda famigerada crise econômica. Alta na taxa de câmbio, aumento dos juros, desvalorização do real face ao dólar e queda das bolsas de valores pelo mundo afora, conversa que a maioria dos brasileiros não entendem, mas já sabem ser sinal de alerta. No entanto, nesse caso, a fumaça pode ser mais letal do que o próprio fogo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em muitos casos, deixando um pouco o perigo de lado, o fogo pode ser purificador. Na semana que se passou, um dos maiores gurus da economia neoliberal - agora não tão guru assim -, Alan Greenspan, ex-presidente do FED (Federal Reserve, o banco central estadunidense), declarou a público que presenciou a queda de máximas nas quais baseou sua experiência de vida e a economia dos EUA. Algo em relação à auto-regulação do mercado e a não intervenção do Estado. Ao que parece, a crise ao menos serviu para acordar alguns gigantes e mostrar que o modelo econômico do capitalismo selvagem está falido. Mas o que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ78LDmJEBI/AAAAAAAAAEU/TiWR1tJqbRE/s1600-h/Alan.JPEG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 284px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ78LDmJEBI/AAAAAAAAAEU/TiWR1tJqbRE/s320/Alan.JPEG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264422281316732946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;acontece na vida real? Como ficam as pessoas comuns?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nos jornais de Divinópolis, por exemplo o “Agora”, de maior circulação  na cidade, há reflexos da imprensa do mundo inteiro. Especulações que oferecem como manchete ora a possibilidade do aumento do pão, ora o colapso do setor confeccionista, ou ainda a queda das vendas de automóveis. Com uma economia tão volátil, conforme a que vivemos, esse pode ser o desencadear de uma crise ainda mais séria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando se fala tanto na tal crise, ela pode verdadeiramente resolver aparecer em nossas vidinhas. As pessoas ficam com tanto medo do que pode ser que antecipam a situação. No caso da crise, o temor causado as impede de continuar comprando e movimentando o mercado.Sem dinheiro em circulação, as empresas e bancos, principalmente de pequeno porte, podem sofrer muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o agravamento da crise, grandes bancos e detentores de capital têm preferido manter o dinheiro em caixa ou em títulos públicos a emprestar para empresas ou mesmo instituições financeiras de menor porte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para fazer com que o dinheiro volte a circular no mercado, o Banco Central divulgou no último dia 17 uma medida alterando as regras do recolhimento compulsório dos bancos - parte dos depósitos, à vista e a prazo, que as instituições devem manter junto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; à autoridade monetária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Trocando em miúdos, todos os bancos devem recolher ao Banco C&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ79pD2-uJI/AAAAAAAAAEs/U_nQmaRocHc/s1600-h/boneco_gigante_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 256px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ79pD2-uJI/AAAAAAAAAEs/U_nQmaRocHc/s320/boneco_gigante_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264423896295061650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nt&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ral uma taxa, que pode variar, sobre o valor dos depósitos que recebe. A medida divulgada diminui essa taxa para &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;que os bancos tenham um potencial maior de giro para novos empréstimos e, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;dessa forma, gerem novos depósitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" face="times new roman" style="margin-bottom: 0.5cm; font-family: times new roman;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0.5cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com todo esse esforço, o BC tenta destravar o mercado, que tem sofrido&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; com a falta de dinheiro em circulação entre os bancos. Se os bancos e as empresas responderem ao estímulo, a crise poderá ser amenizada e a assombração terá uma cara menos assustadora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A despeito do que existe de concreto quanto à economia, é importante que se tenha noção da porção virtual da história e ciência de que, por mais grave que seja a enfermidade, deixar-se abater é o mesmo que pedir para que ela  demore a ir embora. Sair da cama, mesmo que com precaução, e voltar à rotina pode ser o melhor remédio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-759459414667607267?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/759459414667607267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/sombra-do-assombro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/759459414667607267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/759459414667607267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/11/sombra-do-assombro.html' title='A sombra do assombro'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQ77m5f5mtI/AAAAAAAAAEM/3xxcD_GSFn8/s72-c/assombracao03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4635881433919861042</id><published>2008-10-29T10:19:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Aprender na Comunidade</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Projeto da FUNEDI/UEMG discute relação entre família, comunidade e centros municipais de educação infantil-CEMEI&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Por Cristiane Lopes e Mara Gontijo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Propiciar à criança um ambiente alfabetizador no qual ela seja o sujeito ativo e essencial para sua própria formação e crescimento. Alterar a idéia de que meninos e meninas só seriam alfabetizados no ambiente escolar e com o auxilio de professores. Difícil? Talvez não. Foi a partir deste foco que a FUNEDI/UEMG desenvolveu, em 2008, um projeto que estuda a relação entre família e comunidade dentro do contexto dos Centros Municipais de Educação Infantil, os CEMEI'S.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Foram escolhidos sete CEMEI'S para serem estudados. Alunas estagiárias estabeleceram os contatos, fizeram entrevistas com os pais e comunidade, intervenções e dinâmicas com professores e alunos. Dulce Maria, Coordenadora do projeto, reforça a importância de manter um contato entre família, educadores e comunidade. "A escola, quando valoriza a cultura da familia, valoriza a escola e a criança aprende também a valorizar tanto a escola como a familia."&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Para encerrar o projeto, em um dos centros houve, no CEMEI Isaura Ferreira do Bairro São José, um evento com apresentação de teatro, música e dança. Alunas de enfermagem e fisioterapia pesaram e medirem as crianças. Além disso, profissionais fizeram cortes de cabelo gratuitamente para quem estava presente.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4635881433919861042?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4635881433919861042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/aprender-na-comunidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4635881433919861042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4635881433919861042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/aprender-na-comunidade.html' title='Aprender na Comunidade'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1861609180109024017</id><published>2008-10-27T04:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte e Cultura'/><title type='text'>Tempos que não voltam mais?</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:85%;" &gt;A agonia dos teatros de Itaúna inviabiliza a arte da representação na cidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;Por Lidiane Medeiros e Mairon Túlio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Silvio de Matos e Vânia Campos. Esses teatros são destaques no centro-oeste mineiro. Localizados em Itaúna, esses espaços são e já foram lugares onde passaram artistas revelações e de renome. Hoje, o teatro Silvio de Matos encontra-se fechado. Está em reformas há quatro anos. Protestos contra seu fechamento surgem de forma uniformizada. Mas, afinal, o que realmente acontece nas artes cênicas em Itaúna?&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW6mevuQQI/AAAAAAAAAII/Y0j2gkCAKDc/s1600-h/teatro+silvio+de+matos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 262px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW6mevuQQI/AAAAAAAAAII/Y0j2gkCAKDc/s400/teatro+silvio+de+matos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261816909903315202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Teatro Silvio de Matos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Em 1988, foi inaugurado o teatro Silvio de Matos. O nome é uma homenagem a um artista de mesmo nome, uma personagem que se notabilizou na cidade por seu   grande entusiasmo com as artes. Ele não atuava, mas escrevia e ficava nos bastidores. Fazia cenário, luz, montagem de palco e figurino. Lutava realmente em prol das artes cênicas em Itaúna.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Janet Rodrigues, Diretora do Museu Municipal Francisco Manuel Campos, de Itaúna, conta que desde 1917, com a criação do Grêmio Dramático Silvio de Matos, as movimentações dos atores itaunenses se efetivaram. “Mário Matos e Silvio de Matos foram pessoas importantes na história das artes cênicas da cidade. Mário Matos produziu várias peças de renome, como ”Cigarra do sertão”, de 1924, que atualmente foi reapresentada e muito elogiada pela crítica”, diz Janet.  &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW7DrZSgxI/AAAAAAAAAIQ/1Y8QcRR6-dM/s1600-h/foto+vania+campos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 215px; height: 263px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW7DrZSgxI/AAAAAAAAAIQ/1Y8QcRR6-dM/s320/foto+vania+campos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261817411515089682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vânia campos foi uma professora que, com ajuda de seu pai, incentivou muitos jovens a se apresentar e correr atrás do sonho de ser ator. “Ela montava as peças em sua própria casa. O pai, José Campos, a apoiava e ela unia os atores para ensaiar, com nenhuma estrutura”, explica Janet. Infelizmente, Vânia morreu muito jovem. Restou a homenagem a ela: um teatro da cidade ganhou seu  nome.&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vânia campos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Atualmente, Itaúna vive uma época em que há muitos artistas, mas pouca união, diferente da época passada, em que os poucos que haviam se sentiam envolvidos em lutar por aquilo que queriam e faziam acontecer.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;De acordo com Zanilda Gonçalves, que trabalha com direção teatral, é formada em dança, coreógrafa, atua e tem um grupo de teatro em Pará de Minas, o Maracutaia, os atores atualmente em Itaúna não estão unidos para uma vontade em comum. “Itaúna é um berço de artistas. Falta uma maior profissionalização. Existe uma individualização, a partir daí, se criam estereótipos. Os artistas não conhecem um ao outro, não têm contatos e acabam criando uma má imagem”, explica Zanilda.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;A situação do teatro Silvio de Matos atualmente traz uma tristeza não somente para a classe de artistas, mas também para a cidade, que perdeu um palco onde se apresentavam grandes nomes do teatro regional e nacional. O teatro, que tem capacidade para 383 pessoas, foi fechado para reformas. De acordo com Zanilda, os ajustes consistem em trocar todas as cadeiras e todo o carpete do teatro. A ventilação também recebia reclamações por estar deficiente e a instalação de um elevador para deficientes físicos também está previsto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;De acordo com Zanilda, o teatro não precisava ser totalmente fechado. “Não eram todas as cadeiras que estavam estragadas, não precisava tirar todo o carpete. Fechar o teatro por quatro anos para uma reforma é uma tristeza para a cidade”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Paulo André, 24 anos, que nos últimos cinco anos trabalhou como técnico de teatro e produtor executivo, concorda que a situação dos teatros em Itaúna não é das melhores. De acordo com ele, o Vânia Campos, hoje, tem uma ótima estrutura, se compararmos com os teatros do interior do Brasil. No entanto, diz, falta uma administração mais dinâmica. O teatro Vânia Campos só tem essa possibilidade de modernização pelo fato de ser particular.  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW7RtLWpSI/AAAAAAAAAIY/kd4ADad7PE4/s1600-h/tsilvio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 263px; height: 304px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW7RtLWpSI/AAAAAAAAAIY/kd4ADad7PE4/s320/tsilvio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261817652511679778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;A maior indignação de Paulo, todavia, é em relação ao Teatro Silvio de Matos. “Temos um Teatro Municipal, que tem estrutura física superior ao Vânia Campos, mas que, por fazer parte da máquina pública, vem sofrendo ao longo dos anos de má administração e abandono. Isso é visível na cidade. É um grande teatro jogado no lixo”, desabafa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Hoje, Itaúna conta apenas com o Vânia Campos, que com seus esforços, luta para o teatro na cidade não ser totalmente desativado. A esperança é que Itaúna volte a ser aquela cidade, que recebeu artistas como Mário Lago, Fernanda e Oswaldo Montenegro e Regina Duarte. Que volte a ser o Município que organizou o 1º Festival Nacional de Teatro. Enfim, que teve a utilização plena dos teatros da cidade. Aquela onde Silvio de Matos e Vânia Campos já tiveram o prazer e o orgulho de morar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;                                                                                                 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mario Lago no teatro Silvio de Matos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1861609180109024017?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1861609180109024017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/tempos-que-nao-voltam-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1861609180109024017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1861609180109024017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/tempos-que-nao-voltam-mais.html' title='Tempos que não voltam mais?'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQW6mevuQQI/AAAAAAAAAII/Y0j2gkCAKDc/s72-c/teatro+silvio+de+matos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7510912456002076910</id><published>2008-10-27T04:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte e Cultura'/><title type='text'>Minas Gerais e o independente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Com poucos recursos, produtores de cinema do interior do &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Estado optam pela única forma de manter sua arte: a independência&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt;Por Lidiane Medeiros e  Mairon Túlio&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Trabalhar com cinema não é nada fácil. Quando esse trabalho é feito no interior de Minas Gerais, e sem nenhum apoio financeiro, tal tarefa se torna ainda mais difícil. Henrique Frederico, 23 anos, morador de Itaúna, entrou nessa batalha junto com amigos para tentar mostrar que cinema pode ser feito independentemente de grandes patrocínios, e que não é apenas aquele feito em Hollywood.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Há três anos, o jovem começou a se dedicar à sétima arte. No início, era apenas expectador, mas, em 2006, se aprofundou em trabalhos relacionados a vídeos. “Um grande amigo construiu um site chamado “Alguma Coisa de Cinema”, em que trabalha com filmes independentes. Desde o primeiro curta-metragem, acompanhei as gravações e gostei muito. Foi o meu primeiro contato com a arte pura do cinema. Trabalho com música há&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQWmlqOfScI/AAAAAAAAAAo/JAM0wxYkxpk/s1600-h/premios.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 286px; height: 208px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQWmlqOfScI/AAAAAAAAAAo/JAM0wxYkxpk/s320/premios.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261794905572723138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; cerca de sete anos, e assim comecei a trabalhar, junto com esse amigo, em trilhas sonoras para seus trabalhos”, lembra.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; O primeiro filme feito pela equipe em que Henrique trabalha se chama "Esse é meu garoto", de 2005. A produção foi o vencedor do festival de Brodowski, em São Paulo, na categoria “um minuto”. “O perdedor”, segundo filme, foi feito em 2006. O curta teve uma grande repercussão e ficou com o 2º lugar para melhor filme independente, no mesmo festival paulista.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Mas as coisas não são fáceis para aqueles que pensam em viver dentro das produções cinematográficas. Para conseguir tal proeza no Brasil, &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;só com projetos bem elaborados e muita boa vontade, como explica Juliana Morais, 19 anos, formada na Escola Livre de Cinema, em Belo Horizonte. “Críticos, conseguem viver falando de cinema. Mas viver como diretor ou apenas estudando cinema aqui no Brasil, acaba sendo uma utopia.”  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Juliana diz que a divulgação de festivais onde os produtores podem mostrar seus vídeos tem sido um problema, pois quando eles chegam a saber do evento já é tarde. “&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Já perdi muitos festivais por ficar sabendo só depois de as inscrições terem sido encerradas.” A jovem diz também que Minas Gerai&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;s tem um grande potencial para produzir curtas, mas que infelizmente longas metragens independentes só são possíveis, se forem produzidos com um orçamento muito baixo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Em Minas Gerais, as mostras de cinema vêm aumentando. No site Porta Curtas (&lt;a href="http://www.portacurtas.com.br/index.asp"&gt;http://www.portacurtas.com.br/index.asp&lt;/a&gt;), durante o ano de 2008, já existem 14 festivais cadastrados e espalhados por Minas Gerais. Com várias categorias, como aquelas especializadas em curtas-metragens, festivais etnográficos, de vídeos GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQWm6iFSf7I/AAAAAAAAAAw/63Vanv_BC-Y/s1600-h/imagems.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 228px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQWm6iFSf7I/AAAAAAAAAAw/63Vanv_BC-Y/s320/imagems.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261795264163905458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Travestis, Transexuais e Transgêneros), e também aqueles que só aceitam animações.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Como Henrique trabalha em uma produtora independente, que não consegue viver de suas produções, ele diz que a existência dos vídeos feitos pela produtora em que trabalha só é real porque existem amigos unidos a um fim. “Arte é apenas questão de amor, não profissão. Eu tenho minha profissão, sou Programador de Sistemas e estou graduando em Ciência da Computação. Tenho minha banda e também faço por amor assim como o cinema. Gosto sempre de deixar isso bem claro” esclarece.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Dentro das artes, Henrique acredita na independência, tanto do cinema como da música. No novo curta feito pela equipe, “Alguma Coisa de Cinema”, que leva o nome de “Pigs on the Streets”, tem como trilha sonora a música de mesmo nome, tocada pela banda de Henrique. “Inicialmente o filme seria um mero vídeo-clipe da minha banda - Iguan White and His One Man Band -, mas pensamos melhor e decidimos fazer um curta mais elaborado”, explica. (Veja abaixo o filme)  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; O estudante de computação leva tão a sério a palavra independente que sua “banda” é composta apenas por ele. Henrique canta, toca guitarra e usa seus pés para tocar bateria. Desse modo, conseguiu gravar e lançar seu cd, que se encontra disponível na internet (&lt;a href="http://www.myspace.com/iguanwhite"&gt;http://www.myspace.com/iguanwhite&lt;/a&gt;), além do lançamento por uma gravadora da Alemanha, que prensou em formato de vinil 100 discos. Para ele, a web só veio a ajudar, tanto para a música como para o cinema. “A rede em si passa de um a um. Isso permite que tenhamos visitas e visualizações de filmes pelo mundo todo”, analisa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; E&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;é&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;através do site que os artistas e produtores conseguem contatos com muitos colunistas, cineastas, jornalistas e produtoras de vários locais ao redor do mundo. Esse é um modo fácil e dinâmico de divulgação no qual conseguem críticas e colaborações para que possam melhorar seus trabalhos.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Por enquanto, a equipe de Henrique prefere centralizar os trabalhos no modo independente. Mas entendem que, se precisarem de uma maior infra-estrutura, necessitariam de um patrocínio. “Estou trabalhando num roteiro para um longa metragem. Esse filme necessita de uma estrutura e uma produção maior. Iremos verificar as oportunidades e podemos solicitar algum patrocínio.&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Mas escolhemos preferencialmente pelo independente”, enfatiza.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Veja abaixo o filme “Pigs on the streets":&lt;/p&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dEvxXfci9TQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dEvxXfci9TQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7510912456002076910?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7510912456002076910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/minas-gerais-e-o-independente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7510912456002076910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7510912456002076910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/minas-gerais-e-o-independente.html' title='Minas Gerais e o independente'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQWmlqOfScI/AAAAAAAAAAo/JAM0wxYkxpk/s72-c/premios.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1079979304142576448</id><published>2008-10-27T04:24:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><title type='text'>Estações de tratamento de esgoto de Divinópolis abandonadas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Enquanto a política municipal não chega a um consenso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:85%;" &gt;sobre o esgoto, o Itapecerica sofre  as conseqüências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Nando Oliveira e Cleber Corrêa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; text-decoration: none;" align="left"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWlplxRY0I/AAAAAAAAAHY/jpfMl-W79xA/s1600-h/esg2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 134px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWlplxRY0I/AAAAAAAAAHY/jpfMl-W79xA/s200/esg2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261793873584284482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Cidade pólo da região Centro-Oeste do Estado, Divinópolis despeja diariamente no Itapecerica, rio que corta a cidade, todo seu esgoto doméstico e industrial. Tal situação não se deve&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; à falta de projeto. Eles são muitos, mas qu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ase sempre carecem de real implantação. Na última tentativa de salvar o Itapecerica, em 2003, foi iniciada, pela Prefeitura Municipal, a construção de duas estações de tratamento de esgoto -&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; uma no Bairro Jardim Candidés e outra no Del-Rei. Em 20&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;04, as obras das estações foram interrompidas após ser&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; constatada a inviabilidade do projeto. Resultado: os esqueletos das estruturas foram depredados  e estão cobertos por mato e lixo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt; De acordo com o Representante da Prefeitura de Divinópolis, Lúcio Espíndola, responsável local pelo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal -, as obras foram paralisadas por não atender critérios do Plano Diretor de 1998, que previa a construção de unidades no Bairro Vila Romana e na Mata do Noé. Segundo Espíndola, da forma como estavam sendo conduzidas,  as construções teriam mais custos do que benefícios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele afirmou que as o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;bras paralisadas serão retomadas em breve, porém,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;com read&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;equações dos projetos. As duas estações serão, segundo Espíndola, transformadas em elevatórias de esgoto, que bombearão os resíduos recolhidos para uma central de tratamento. Embora haja verbas, já garantidas para as obras, serão necessários mais recursos. “Temos hoje R$30 milhões  para investir nesse projeto, mas vamos precisar de mais verbas para a construção das estações, que devem consumir mais de 40 milhões”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWmJU09LoI/AAAAAAAAAHo/y-sk76E5MwY/s1600-h/alinet.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 190px; height: 130px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWmJU09LoI/AAAAAAAAAHo/y-sk76E5MwY/s200/alinet.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261794418792148610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo a Diret&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;oria de Superintendência Regional do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Alto São Francisco, Supram-ASF, Aline Trindade, o problema da falta de tratamento de esgoto não é isolado. “Apenas sete cidades da região por onde o Itapecerica passa contam com estações de tratamento de esgoto.” Nesse caso, garante Trindade, pouco adiant&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a que Divinópolis, isoladamente, trate seu esgoto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Enge&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nheiro Sanitarista Clécio Gomid&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;es, Professor da FUNEDI/UEMG&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWmljGlLQI/AAAAAAAAAHw/Vh0g5iHEKPc/s1600-h/cleciog.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 134px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWmljGlLQI/AAAAAAAAAHw/Vh0g5iHEKPc/s200/cleciog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261794903660506370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; e Mestre em saneamento e meio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; ambiente,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;afirma que o problema vem, sim, recebendo a necessária atenção do Município. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele alerta, porém, que, antes da construção das estações de tratamento, as administrações municipais precisam fazer um trabalho de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;conscientização junto à população. Ele lembra o trabalho realiz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ado pela ONG Lixo e Cid&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;adania, que busca conscientizar sobre a importância  não apenas da construção de uma estação, mas da preservação do meio ambiente em sua complexidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda de acordo com Clécio, para que sejam construídas as estações, é nec&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;essária, primeiro, a construção de uma rede interceptadora junto as margens dos córregos e ao longo do Rio para que o esgoto seja desviado e direcionado para as estações. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;De acordo com Ali&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ne Trindade, dos 55 municípios do Centro-Oeste, apenas&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWmzf_yVUI/AAAAAAAAAH4/IXdTinczsKs/s1600-h/esg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 198px; height: 130px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWmzf_yVUI/AAAAAAAAAH4/IXdTinczsKs/s200/esg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261795143344870722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; nove atenderam às exigências que regularizam o tratamento de efluentes domésticos e industriais. Entre as que já tinham um sistema de tratamento, apenas Itaúna e Pará de Minas procuraram regularizar a documentação necessária, fornecida pela Supram-ASF, para dar seguimento às obras. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1079979304142576448?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1079979304142576448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/estacoes-de-tratamento-de-esgoto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1079979304142576448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1079979304142576448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/estacoes-de-tratamento-de-esgoto-de.html' title='Estações de tratamento de esgoto de Divinópolis abandonadas'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SQWlplxRY0I/AAAAAAAAAHY/jpfMl-W79xA/s72-c/esg2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1181469169913442976</id><published>2008-10-21T08:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevista'/><title type='text'>“Não temos compromisso com os partidos derrotados”</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;Em entrevista exclusiva ao Vírgula OnLine, Vladimir Azevedo, futuro prefeito de Divinópolis, expõe suas expectativas, projetos e garante que fará um governo de competência técnica&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Por Alinne Andrade e Petrúcia Tavares&lt;br /&gt;Fotos: Carlito Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP4E59qssSI/AAAAAAAAAHA/W5sU0fzur_c/s1600-h/vlad.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 187px; height: 281px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP4E59qssSI/AAAAAAAAAHA/W5sU0fzur_c/s200/vlad.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259646808668025122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com apenas 36 anos, Vladimir Azevedo é eleito para governar Divinópolis e assume o Executivo Municipal em janeiro de 2009, mês em que completa mais um ano de vida. De qualquer forma, ele será  um dos prefeitos mais novos na história da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dias após o pleito, no qual 48.653 divinopolitanos o escolheram para chefiar o Município nos próximos quatro anos, sua rotina de vereador, músico e professor universitário havia mudado. Na quinta-feira, após a Reunião Ordinária da Câmara, em sua agenda, Vladimir arrumou uma brecha para conceder esta entrevista ao &lt;b&gt;Vírgula Online. &lt;/b&gt;Enquanto isso, do lado de fora de seu gabinete, além de um outro veículo de comunicação que o aguardava, havia várias pessoas para cumprimentá-lo.   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vladimir chama seus adversários de covardes quando abordado sobre os ataques feitos a sua campanha. Conciso em suas respostas, ele fala sobre de suas propostas de governo e diz que a saúde de Divinópolis vai mal. Para melhorar, diz que vai, em pouco tempo, remodelar toda a rede de saúde do município.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP4FXVzqMxI/AAAAAAAAAHI/9zbTjFn42Ow/s1600-h/vlad2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 237px; height: 152px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP4FXVzqMxI/AAAAAAAAAHI/9zbTjFn42Ow/s200/vlad2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259647313364267794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para compor sua equipe de governo, o Prefeito eleito está convicto da sua decisão de não se aliar aos partidos de seus adversários derrotados. E afirma que fundirá Secretarias e extinguirá diretores para enxugar a Máquina Pública.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não antecipa nomes que farão parte de seu governo, mas deixa claro que montará uma equipe técnica com pessoas da comunidade e com profissionais dos partidos que compuseram sua coligação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Vírgula Online - &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Vladimir, como o senhor avalia sua campanha?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Vladimir Azevedo – &lt;/b&gt;Positiva, uma campanha humilde, feita com dificuldades materiais, mas pelo crescente ideal. A minha campanha é um gráfico crescente. E a nossa campanha foi isso, cresceu na hora certa, virou e ganhamos a eleição.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;E como&lt;b&gt; &lt;/b&gt;o senhor vê esses ataques feitos à campanha?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Desespero de perdedor. Covardes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Quais as dificuldades pretende encontrar na Prefeitura? E qual o primeiro projeto que pretende implantar assim que tomar posse?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA&lt;/b&gt; – As dificuldades são várias. Em todas as áreas. Sabemos que Divinópolis tem dificuldades estruturais. Na área do meio-ambiente, infra-estrutura urbana, na área da saúde ainda mais, na de desenvolvimento econômico. Então, são vários projetos que teremos que fazer e dificuldades teremos muitas, sabemos disso. Nós temos ânimo para trabalhar, temos equipe capaz, teremos o apoio dos servidores, da população, dos Conselhos, para superarmos as dificuldades juntos. O primeiro projeto... Creio que devemos realmente fazer a reestruturação da Prefeitura dentro de um modelo de gestão que entendemos ser o melhor para desenvolvermos nossa administração. É chamada de Reestruturação dos Cargos, que compõem o governo, e já iremos trabalhar na transição.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Quais os projetos da atual administração que o senhor dará seguimento, os que o senhor modificará e os que abandonará&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA &lt;/b&gt;– Vários nós daremos seguimentos. A maioria dos mais expressivos. O restaurante popular, não só vamos dar seguimento como vamos aprimorar. Utilizá-lo como instrumento de cultura para músicos, artesãos. Usá-lo como instrumento de geração de emprego e renda, em benefício do pró-homem do campo e do agronegócio. Temos aí a Universidade Federal, temos o Pré-vestibular Popular. Temos as obras do PAC, o Viaduto da Castro Alves, a Trincheira da Rua Goiás. Então, são vários projetos que nós vamos dar seqüência.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Algum que o senhor não daria seguimento?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA &lt;/b&gt;– Não me lembro de nenhum. Talvez o modelo para tratar do esgoto do Rio [&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Itapecerica&lt;/span&gt;], aprovado, que seria a entrega para a Copasa. Esse, eu não daria seguimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Qual o seu diagnóstico  da saúde da cidade?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA &lt;/b&gt;– Bom, a saúde de Divinópolis vai mal. Nós temos uma rede de saúde desestruturada com um número de leitos muito baixo, 243 leitos, hoje, pelo SUS. Menos da metade de dez anos atrás, e a população cresceu em mais de 30 mil pessoas. Temos, hoje, a pior cobertura do Programa Saúde de Família de Minas Gerais, apenas 15% de cobertura. Temos pouca resolutividade dos postos de saúde e isso tudo afoga o Pronto-Socorro, que é mais vítima do que culpado. Então, temos que remodelar toda a rede e temos um projeto que é em curtíssimo prazo. É nossa prioridade atacar essas questões e iniciar a solução dos problemas da saúde em Divinópolis. Sabemos do desafio, mas sabemos que muita coisa pode ser melhorada e vamos fazer na nossa gestão.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO &lt;/b&gt;– &lt;i&gt;Investir em esporte, cultura, educação e lazer é sinônimo de promoção da saúde para o senhor?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;Para mim é e colocaria até num plano maior, que é sinônimo de promover qualidade de vida. Esse é um dos grandes pilares por que vamos lutar. O nosso projeto é crescer de verdade. Quando nós falamos que Divinópolis irá crescer de verdade, isso significa crescer com qualidade de vida. Para nós, crescer não é abrir loteamento, é dar condições dignas para famílias viverem bem. Os jovens terem oportunidade de emprego, terem oportunidades de qualificação,  espaço de lazer, de cultura. As famílias terem atendimento de saúde digno. Então, está dentro de qualidade de vida para Divinópolis crescer de verdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Alguma proposta para o trânsito e o transporte coletivo da cidade?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA&lt;/b&gt; – Divinópolis precisa reorientar o seu eixo viário. Nós temos proposta do anel rodoviário, além de reabertura de outras avenidas interligando bairro ao centro, como a Rodovia dos Batistas, que sai da Unifenas e chega na região do Ipiranga. E o Anel Rodoviário ligando a grande região sudeste, passando pelo Bairro Santa Lúcia, Padre Eustáquio, Dona Rosa, com a região do Candidés, Icaraí, para que possamos tirar o grande trânsito do hiper centro de Divinópolis. Divinópolis está com 78 mil veículos, fora a população flutuante que vem, pois somos uma cidade pólo e temos que investir nisso. O transporte coletivo com total transparência, com tarifa que nunca sobe acima do salário mínimo. No nosso governo, pelo contrário, vamos procurar diminuir a tarifa, procurar fazer a integração de uma maneira mais efetiva no transporte, para que nós possamos ter em 2012 uma licitação no transporte coletivo totalmente transparente e competitiva, também para que tenhamos o transporte público de boa qualidade, com tarifa justa para o divinopolitano.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;Essas&lt;i&gt; mudanças que a Prefeitura fez no Centro visando a diminuir o número de veículos do centro, o senhor concorda com essas mudanças?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;É uma tendência natural de todo grande centro, São Paulo, Rio de Janeiro, cidades de médio porte, Curitiba, dentre outras, partem para isso. Para que as cidades sejam cada vez mais humanizadas pelas pessoas. Então, nós não vamos retroagir nesse sentido, mas também não vamos tirar muito espaço do trânsito. Vamos criar maneiras de ele naturalmente ter outros caminhos por esses &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;viários &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;eixos, que citei anteriormente.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Muita gente criticou as mudanças e dizem que o transporte coletivo é precário, que deveria melhorar para as pessoas passarem a deixar os carros em casa e utilizarem mais os ônibus. O senhor concorda com essa questão?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Precisamos incentivar sim cada vez mais o uso do transporte coletivo e a nossa intenção é encarar esse desafio, incentivar cada vez mais o transporte coletivo. E, para quem aderir ao transporte individual, que tenha outras maneiras de transitar para que não sobrecarreguem o hiper-centro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Nessa eleição, houve uma distribuição dos partidos, devido ao número de candidatos. Com sua vitória, o senhor ficou comprometido somente com os partidos de sua coligação. Haverá em seu secretariado uma composição com os partidos derrotados?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Não. Nós vamos compor com pessoas de notório saber da comunidade que, às vezes, não têm ligação com nenhum partido. Pensamos em fazer uma gestão mais técnica e buscar todas as oportunidades para fazer Divinópolis realmente ir para frente, para não ficar com picuinhas políticas, com questões políticas menores, levando gestão a ficar para trás. Aproveitaremos muitos quadros dos partidos que compuseram  a nossa coligação. Há muitos quadros,  todos os seis partidos que vieram conosco oferecem uma equipe técnica qualificada. Mas, com os partidos de candidatos derrotados, nós não temos nenhum compromisso.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – E qual o nome dos que assumirão as pastas?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Não, nós não temos nenhum nome. Estamos discutindo o perfil e a composição da equipe de transição que começa a trabalhar no mês de novembro. Então, estamos discutindo o perfil do secretariado, mesmo porque não sabemos nem a estrutura  que ele vai ter. Várias Secretarias irão se fundir, disso eu tenho plena convicção. Vamos enxugar um pouco a máquina, para rodar mais leve, mais barato, dar mais resultado e sobrar mais para investir. Então, vamos remodelar a máquina, discutir perfil, para depois sim discutir nomes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – Uma de suas propostas de governo é a valorização do servidor. Hoje a Prefeitura é uma das maiores, senão a maior empregadora do município...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;É a maior empregadora!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;VO&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;– É uma proposta de seu governo enxugar a máquina pública. Como o senhor fará isso? Mandando as pessoas embora? Como será?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;De forma alguma. Até porque eles têm estabilidade. A nossa intenção é aproveitá-los nesse projeto de desenvolvimento e a máquina pública são os cargos em comissão. Veja bem o que eu disse, fundir Secretarias, extinguir Diretorias. Alguns cargos comissionados, cargos de confiança, em nosso entendimento, são cabides de emprego, desnecessários para um processo de gestão moderno. E, quando eu digo reduzir custeio, eu falo, por exemplo, fazer uma competição sadia, até que servidores sejam premiados. Por exemplo: vamos reduzir em 20 por cento, estabelecer a meta, na energia elétrica, na conta de energia elétrica das escolas. As escolas que atingirem a meta, cerca de 5 a 10 por cento desse valor serão devolvidos para o servidor daquela escola. A Prefeitura economiza custeio e os servidores, que participaram para ajudar o custeio cair, têm o bônus salarial por terem contribuído para diminuir o custeio.  É nesse sentido que o  servidor vai ser parceiro para diminuir o custeio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – Ainda com relação aos funcionários públicos. Está em tramitação na Câmara, desde 2007, um projeto do Executivo que, sendo aprovado e sancionado, retira o direito de licença-prêmio dos funcionários admitidos após a entrada em vigor da lei. Ele foi muito criticado pelos sindicatos, pelo Sintram &lt;/i&gt;[Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis]&lt;i&gt;. O que o senhor pretende caso ele seja aprovado ainda neste ano?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Se ele for aprovado, vai ser cumprido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – Mas o senhor concorda com esse projeto?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VA -&lt;/b&gt; Olha, nós não votamos ainda. Eu creio que pode ser uma coisa interessante. Até por uma questão da remodelação da gestão. Nós vamos discutir melhor o projeto, com os próprios pares e ver o que vai ser o denominador comum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – No debate na TV, o senhor foi solidário ao candidato impugnado Rinaldo Valério, dizendo que abraçará alguns de seus projetos de campanha. Quais os projetos de seus adversários o senhor irá implementar?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Tem o projeto educação integral. Não escola integral. Educação integral que o Rinaldo falou muito nele, reestruturação do Pronto-socorro, o Rinaldo falou muito nele. Na questão da saúde, dos Programas Saúde da Família. Então, são projetos que nós abraçamos e que também já tínhamos. Em parte, complementamos com o dele. E  precisamos dele como Deputado, ainda mais para tentar viabilizar esses projetos.   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – E de outros candidatos, de outros adversários tem algum projeto que o senhor poderia abraçar?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Sinceramente não vi nada de interessante, de inovador, que já não esteja no nosso, não. Tem muita proposta papagaio, que está no nosso e começaram a repetir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt;&lt;i&gt; – Como, por exemplo, o projeto Cartão Saúde Cidadão do Geraldinho Martins?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Bom, aquilo é uma coisa prevista pelo SUS. Está no nosso plano de governo colocar 80% do cartão saúde, mas já está na nossa proposta também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" face="arial" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO – &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Rinaldo Valério e Demétrius Arantes são prováveis candidatos a Deputado Estadual e Domingo Sávio e Jaiminho Martins a Deputado Federal. Quem o senhor irá apoiar?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Na verdade é muito cedo para já falar em 2010. Tenho compromisso político partidário com Domingo Sávio, que é do PSDB. E há ainda outros nomes do nosso grupo que podem sair candidatos a Deputado Estadual. Temos o Vice-prefeito. Temos outros colegas partidários, por exemplo, a Eliana. Pode haver outras pessoas que surjam. Então, o que eu posso dizer é que todos têm direito de se candidatar e eu como prefeito vou respeitar todas as candidaturas, quero que cada coisa aconteça em seu tempo, mas vou ser leal a quem foi leal ao meu projeto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;VO&lt;/b&gt; – &lt;i&gt;Como o senhor definiria o mandato e a administração que se inicia no ano quem vem?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VA – &lt;/b&gt;Mandato honesto. Presente. Dedicado. Moderno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1181469169913442976?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1181469169913442976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/nao-temos-compromisso-com-os-partidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1181469169913442976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1181469169913442976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/nao-temos-compromisso-com-os-partidos.html' title='“Não temos compromisso com os partidos derrotados”'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP4E59qssSI/AAAAAAAAAHA/W5sU0fzur_c/s72-c/vlad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-8823086580409012034</id><published>2008-10-20T06:29:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><title type='text'>Cartão Postal de Divinópolis está esquecido pelas autoridades municipais</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lagoa do Sidil está morrendo em meio a tanto esgoto, mato e descaso do Município&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Cleber Correa e Nando Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP37Lh89iJI/AAAAAAAAAGY/ybUs2GUhQKg/s1600-h/lagoa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 236px; height: 159px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP37Lh89iJI/AAAAAAAAAGY/ybUs2GUhQKg/s200/lagoa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259636115349801106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que poderia ser um cartão postal da cidade está abandonado e tomado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;pela poluição. A Lagoa do Sidil, localizada no 2° Prolongamento do Bairro Capitão Silva, recebeu este nome em homenagem ao antig&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o dono daquelas terras Sr. Capitão Silva, pai do famoso e lendário Zé Capitão.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  A lagoa está localizada entre os Bairros Sidil e Alto São Vicente e, próximo as suas margens, está a Siderúrgica Alamo, que faz uso diário das águas para resfriamento dos fornos. Segundo moradores e freqüentadores do local, a Siderúrgica é a maior responsável pela poluição.  A responsável pela empresa no setor ambiental, Priscilla Morais disse, que a Siderúrgic&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a, há alguns anos atrás, fez uma dragagem para o desaçoriamento da lagoa, mas, não soube informar o valor gasto. Priscilla contou que a água utilizada no resfriamento dos fornos retirada da lagoa é considerada de uso “insignificante”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:times new roman;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP3_AbJcNvI/AAAAAAAAAG4/t3VQumrttVw/s1600-h/srgentil.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 234px; height: 157px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP3_AbJcNvI/AAAAAAAAAG4/t3VQumrttVw/s200/srgentil.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259640322591045362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Gentil Eustáquio da Silva, 62 anos, carvoeiro, mora próximo a lagoa a 35 anos. Ele conta que a situação tem piorado a cada ano e lamenta que o poder público não tem preocupado com a conservação de um lugar que poderia ser um cartão postal da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O carvoeiro lembra-se de quando, naquele local, era a fazenda do Zé Capitão e de quando os moradores da região usavam a água da lagoa até mesmo para consumo próprio. “Quando estou nervoso ou preocupado com alguma coisa venho aqui e fico observando as pessoas pescando. As vezes, trago minha varinha de bambu e ranco umas Tilapinhas, já peguei uma que dava quase 2kg.”, finaliza rindo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:times new roman;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Durante a conversa com Sr. Gentil, uma turma de crianças passeava aos arredores d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a Lagoa, conduzidos por Claúdia Maria dos Santos, 42, professora da creche “Movimentos das Crianças”, &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP39AzRWMhI/AAAAAAAAAGo/85Xqf2trLOI/s1600-h/criancas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 239px; height: 160px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP39AzRWMhI/AAAAAAAAAGo/85Xqf2trLOI/s200/criancas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259638130043400722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;que fica no Bairro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Afonso Pena, próximo a lagoa. Durante o passeio, ela contava para as crianças sobre a Lagoa e as ensinavam sobre a preservação do meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para a Professora, a Prefeitura deveria transformar o local em ponto de entretenimento, onde as pessoas poderiam vir aos finais de semana com filhos, amigos, animais. “Sempre passeio com as crianças pelo Bairro e uns dos locais favorito delas é o passeio pela Lagoa. Elas ficam super alegres quando as trago aqui. É uma pena que o local está abandonado, tornando-se até perigoso.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Durante algum tempo de espera aos arredores da Lagoa, apareceu uma figura que é popular entre quase todos os moradores do Bairro. Conhecido por Sr. Santinho, que carregava uma sacola em umas das mãos e na outra uma vara de pescar.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao se aproximar da Lagoa o Sr. Geraldo Esteves, que não quis nos revelar sua idade, começou a jogar migalhas de pães velhos dentro d´agua. Em pouco tempo, parecia estar borbulhando devido a grande quantidades de peixes que se aglomeram para comer pedacinhos de pão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP3-nIgkqgI/AAAAAAAAAGw/RBrhBxyBsxE/s1600-h/srsantinho2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 156px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP3-nIgkqgI/AAAAAAAAAGw/RBrhBxyBsxE/s200/srsantinho2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259639888091064834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; “Todos os dias passo alí na padaria do Miguel e pego alguns pães velhos e trago para alimentar os peixes. Aproveito também para levar um tira gosto para o almoço. Tenho esperança de ver está lagoa como um cartão da cidade e acho que a Prefeitura deveria olhar mais para ela, antes que ela morra.”, finaliza Sr. Santinho fisgando uma Tilápia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De acordo com Assessoria da Prefeitura Municipal de Divinópolis, a área, de aproximadamente 240 mil metros quadrados, localizada na região centro-oeste da cidade, é considerada, desde 1981, como inadequada para loteamento e está protegida por lei como área de preservação permanente. A prefeitura informou que existem projetos de revitalização da Lagoa, mas, que agora fica nas mãos da próxima administração para a execução dos demais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-8823086580409012034?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/8823086580409012034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/cartao-postal-de-divinopolis-esta.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8823086580409012034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8823086580409012034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/cartao-postal-de-divinopolis-esta.html' title='Cartão Postal de Divinópolis está esquecido pelas autoridades municipais'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SP37Lh89iJI/AAAAAAAAAGY/ybUs2GUhQKg/s72-c/lagoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-9180746780833521716</id><published>2008-10-20T05:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'>RÁDIO COMO INSTRUMENTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; Encontro nacional de Rádio e Ciência discute novas formas e formatos de se divulgar projetos científicos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Por Mara Gontijo e Cristiane Lopes&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    Falar sobre projetos científicos não é uma tarefa fácil, uma vez que os termos são muito próprios de cada pesquisador. Pelo menos é o que se pensava até hoje. Os meios de comunicação como rádio e televisão, por exemplo, têm grandes possibilidades de fazer com que esse conhecimento chegue até as pessoas de forma clara e simples.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       O rádio é um veículo de grande alcance, instrumento que difunde notícias e entretenimento. Pensando nisso, o 2º Encontro de Rádio e Ciência, que aconteceu na UFMG, entre os dias 24 e 26 de setembro, foi uma oportunidade de se discutir sobre a divulgação científica. Por meio de painéis de experiências, palestras e mesas redondas, discutiu-se sobre as maneiras de fazer do rádio um veículo de educação científica e tecnológica.&lt;br /&gt;  A popularização da ciência já é feita por meio de algumas iniciativas de rádio e TV, porém, ainda são poucas as pessoas que têm o interesse em buscar conhecimento científico, talvez por achar que chegar a ele é algo inatingível, distante da vida cotidiana&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQW1Trg5hsI/AAAAAAAAAA4/QayN7OVRhMs/s1600-h/FOTO+UFMG.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQW1Trg5hsI/AAAAAAAAAA4/QayN7OVRhMs/s320/FOTO+UFMG.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261811089355146946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; do “humano comum”. Isso acaba por fazer com que se associe o processo de aprendizado exclusivamente à escola – e o ambiente escolar é apenas um dos locais em que se aprende. Outro motivo por que os programas de divulgação científica têm pouca popularidade seria o horário em que eles são veiculados, alguns muito cedo, outros em horários nos quais as pessoas não podem assistir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    O contato com programas que realizam divulgação científica nos faz pensar que o trabalho é fácil; um professor (ou um pesquisador) e um jornalista que se reúnem e produzem um programa sobre um tema específico e pronto. Porém, são necessários profissionais qualificados em “traduzir” o que será veiculado, da linguagem científica, muitas vezes complexa, para a do cotidiano. E essa é uma tarefa não apenas dos “homens de comunicação”, mas dos ou próprios pesquisadores, responsáveis em passar a informação correta em palavras e expressões de claro entendimento.&lt;br /&gt;  Embora o intuito do evento fosse discutir sobre o rádio enquanto instrumento democrático de difusão científica, os palestrantes ainda estão um pouco perdidos em relação ao que se discutir, quais caminhos seguir. Embora seja um meio centenário e tenha havido experiências radiofônicas de divulgação científica em outros tempos, algo se perdeu no meio do caminho e são muitas dificuldades encontradas. E a principal delas é mobilizar a sociedade para participar e, o que talvez dê o tom do desafio a ser enfrentado, ouvir os programas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-9180746780833521716?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/9180746780833521716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/radio-como-instrumento-de-divulgacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/9180746780833521716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/9180746780833521716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/radio-como-instrumento-de-divulgacao.html' title='RÁDIO COMO INSTRUMENTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YN578e6qEfI/SQW1Trg5hsI/AAAAAAAAAA4/QayN7OVRhMs/s72-c/FOTO+UFMG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-2279351250844327371</id><published>2008-10-06T11:58:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>Entre a cruz e a caldeirinha</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="western" style="font-weight: bold; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jubileu do Senhor Bom Jesus atrai várias pessoas para o distrito de Angicos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="font-weight: bold; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Cristiane Lopes e Mara Gontijo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O pequeno distrito de Senhor Bom Jesus de Angicos, localizado a 11Km da cidade de Carmo do Cajuru, é o povoado da região que mais cresceu nestes últimos anos devido à promoção das festas religiosas. Segundo dados do Cartório Eleitoral de Carmo do Cajuru, “Angicos” conta com 830 habitantes residentes e cerca de 330 pessoas morando nos povoados arredores, como Jacarandá, Olhos D’água, Santo Antônio de Angicos e Catana. No período de 10 a 14 de setembro esta estimativa chegou praticamente a dobrar, devido a tradicional Festa do Senhor Bom Jesus. De acordo com a Polícia Militar, neste ano o Jubileu do Senhor Bom Jesus recebeu uma população flutuante de, aproximadamente, mil pessoas por dia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0wrei0j2I/AAAAAAAAABE/q8viki9FMgE/s1600-h/DSC00875+copy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254909863702859618" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0wrei0j2I/AAAAAAAAABE/q8viki9FMgE/s200/DSC00875+copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O 59º Jubileu atraiu para o distrito pessoas de vários municípios vizinhos, principalmente das cidades de Divinópolis e Itaúna. É o caso do pedreiro itaunense Orestes Valadares, de 65 anos, que há oito anos participa da festa do Senhor Bom Jesus. “Estou aqui pagando uma promessa. Eu gosto muito de Angicos, o povo é muito humilde, hospitaleiro, trata a gente muito bem”, conta Orestes. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Muitos romeiros ainda seguem a tradição e vão a pé, como forma de agradecer os milagres e pagar suas promessas. Hoje, o percurso é feito geralmente por meio de carros e motos, o que acaba provocando transtorno ao povoado. O fluxo de veículos aumenta ainda mais com as várias linhas de ônibus que levam os fiéis para as festividades.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Além dos devotos do Senhor Bom Jesus, um grande número de comerciantes ambulantes montaram suas barracas ao redor da praça. Vendem de tudo um pouco, desde roupas e alimentos, até produtos eletrônicos. As barracas são montadas no início da festa religiosa e ali permanecem até o final do evento. Uma mistura entre profano e religioso, pontuada, além do comércio variado, pela danceteria, que atrai sobretudo os jovens dançantes até altas madrugadas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O soldador Henrique Aquino, 21 anos, conta que participa do Jubileu desde seus 12 anos, mas confessa que, apesar de rezar para o Senhor Bom Jesus, vai a Angicos para se divertir com os amigos, paquerar e até fazer um pouco de bagunça.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Jovem operador de máquinas, João Paulo de Oliveira, 22 anos, parece ter a mesma opinião de Henrique. Ele aponta o movimento como um dos principais motivos para ir ao povoado. ”Eu gosto muito de vir em Angicos, fazer novas amizades, distrair da rotina, visitar as barracas”. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0xbZotiZI/AAAAAAAAABM/i600jWSGKME/s1600-h/DSC00864+copy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254910687019108754" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0xbZotiZI/AAAAAAAAABM/i600jWSGKME/s200/DSC00864+copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A cada ano, diminui o número de pessoas que vão ao local para rezar e aumenta o de pessoas que para lá deslocam somente com o intuito de consumir bebidas e participar de bailes. Segundo a Policia Militar, há um incremento da violência durante o período de comemoração do Jubileu. É inevitável, que o uso de bebida alcoólica e outras drogas ilícitas – inclusive, obviamente, com a presença de seus comerciantes, os traficantes - seja fator de descontrole, muito além dos transes religiosos. Com elas, crescem também as possibilidades de delitos dos mais variados. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O Tenente Evandro Campos confirma o aumento das ocorrências feitas em 2008, durante a festa do Senhor Bom Jesus. “Apenas na sexta–feira, houve quatro ocorrências. Foram presos um traficante, dois usuários de drogas e um indivíduo que portava uma faca”, diz. Números, é preciso lembrar, de uma festa religiosa que reúne pouco mais de mil pessoas diariamente.&lt;/p&gt;&lt;h2 class="western" style="margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Box&lt;/h2&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254911041243812898" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0xwBOdlCI/AAAAAAAAABU/gCmJ7U15qpw/s200/DSC00868+copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.1cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O primeiro Jubileu do Senhor Bom Jesus de Angicos foi em 1949. A cada ano o movimento foi aumentando, atraindo peregrinos até de cidades distantes. Nos dias do Jubileu, que começava dia 11 e 12 de setembro, o Padre João Parreiras Villaça transferia a sede da Paróquia para aquele povoado. Cajuru ficava quase deserta. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;O dia 14 de setembro foi o escolhido para a celebração do Jubileu porque, Santa Helena, mãe do imperador Constantino Magno, teria encontrado a Cruz de Cristo, por ocasião de uma visita aos lugares santos da Palestina, depois do ano de 324. Tradição que, transportados aos nossos dias, trazem mais do que lembranças.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-2279351250844327371?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/2279351250844327371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/entre-cruz-e-caldeirinha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/2279351250844327371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/2279351250844327371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/entre-cruz-e-caldeirinha.html' title='Entre a cruz e a caldeirinha'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0wrei0j2I/AAAAAAAAABE/q8viki9FMgE/s72-c/DSC00875+copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-6163631679511144989</id><published>2008-10-06T07:52:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:05:15.637-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>Opinião</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;Posso divulgar?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Numa época em que a política é um espetáculo a venda,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;nem tudo pode ser divulgado, para o prejuízo da democracia&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="file:///C:/Documents%20and%20Settings/aluno.FUNEDI-UEMG/Desktop/Censura.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SOvFfaMVZII/AAAAAAAAAAc/mUjG4Psf6OI/s1600-h/Censura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SOvFfaMVZII/AAAAAAAAAAc/mUjG4Psf6OI/s200/Censura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254510533655487618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;font-family:arial;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Alinne Andrade e Petrúcia Tavares&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial; font-weight: bold;" align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Eleições a vista e já começa o bafafá do que pode e o que não pode ser dito no rádio, jornais e televisão. Nas reuniões ordinárias da câmara, não se vê mais quase nenhum repórter. Parece que fujiram todos com medo da possibilidade de terem que mencionar o nome de algum político.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Mas também não é para menos. Já houve candidato em Divinópolis ameaçando processar jornalista por divulgar que um colega de candidatura registrou suas propostas de campanha em cartório. Há que se perguntar: o que é afinal notícia?  s Tudo bem que o fato de alguém registrar as propostas não faça diferença alguma quanto a obrigatoriedade de cumpri-las, mas se alguém quis cobrir, que seja.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; A exigência de isonomia na cobertura jornalística das eleições é algo muito polêmico. Será que não seria justo oferecer maior espaço de visibilidade àqueles candidatos que tiverem mais propostas a apresentar? Ou que realizaram uma ação digna de ser noticiada? Ou quem sabe fazer uma roda de perguntas com os candidatos mais cotados? Algumas restrições foram impostas pelas resoluções e lei eleitoral, mas, novamente deve-se questionar: há democracia possível sem a completa salvaguarda da liberdade de imprensa? e.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Um exemplo de restrição dada a rádios e TVs é o artigo 23 da resolução do TSE de 2004. Ele diz que desde 1º de julho rádios e TVs são proibidos de "difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido político ou coligação.”  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; O que se aplica a rádios e TVs se aplica também aos sítios na internete. A Lei Eleitoral e a Resolução do TSE consideram que a internete tem propriedades semelhantes à TV e ao rádio, apesar de não ter a mesma natureza jurídica de concessionária pública.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Já para jornais e revistas, o artigo 22 prevê punição para "abusos e excessos", mas diz que "não caracteriza propaganda eleitoral a divulgação de opinião favorável a candidato, a partido político ou a coligação pela imprensa escrita".&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Essa diferenciação entre TVs e jornais segundo o juiz eleitoral Fernando Neves explicou, enquanto ainda era ministro do TSE: a medida de restrição à divulgação "se justifica na medida em que o funcionamento dessas (emissoras de rádio e televisão) depende da concessão, permissão ou autorização do Poder Executivo , conforme rege o artigo 223 da Constituuição Federal), enquanto a publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade".&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Uma medida cautelar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),concedida pelo ministro Arnaldo Versiani, porém, desobriga os veículos de comunicação a tratar de igual maneira os candidatos a cargos eletivos. Parece que alguns já estão percebendo que a liberdade de imprensa é fundamental para construção de uma democracia mais efetiva."Não cabe à Justiça Eleitoral impor às emissoras de televisão, ou a qualquer outro veículo de comunicação, a obrigação de entrevistar esta ou aquela pessoa", diz a decisão.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SOvF2SC9cWI/AAAAAAAAAAk/SNXMu_Etoa4/s1600-h/urna.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SOvF2SC9cWI/AAAAAAAAAAk/SNXMu_Etoa4/s200/urna.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254510926605676898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; De acordo com o ministro Versiani nenhum candidato deve ser excluído da cobertura feita pelos veículos de comunicação, mas deve aparecer "conforme o espaço que realmente ocupa no processo eleitoral, nem mais, nem menos".&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Segundo Versiani, não existe previsão legal que imponha a isonomia no tratamento aos candidatos, mas sim pelo tempo proporcional à participação de cada um no cenário político."À imprensa compete noticiar o que acontece e é de interesse da sociedade. Daí porque considero perfeitamente admissível e coerente que se dedique maior espaço para candidatos que disputam os primeiros lugares na preferência popular ou para os fatos que são de maior interesse para o público em geral", afirma o ministro.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; É claro que nenhuma cobertura jornalística é isenta de posicionamento ideológico ou político e algumas regras garantem que o processo democrático não seja deturpado por convicções pessoais. Porém, uma coisa são as regras impostas e outra é a auto-censura.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Em Divinópolis, percebeu-se que houve muito menos imposições legais que auto-regulação. A verdade é que a auto-censura é muito mais cruel e às vezes impede jornalistas de desenvolver seu papel de forma satisfatória. Repórteres que não se investem de autoridade e deixam de questionar coisas importantes pelo simples fato de terem medo são muito mais danosos à democracia do que os eventuais excessos por eles provocados – já que os excessos são passíveis de punição; a omissão do jornalista é uma questão ética. Resumo da ópera: em nenhuma entrevista se ouviram perguntas que realmente fariam a diferença para que o eleitor se posicionasse contra candidatos amorais ou despreparados.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Evandro Araújo, editor da TV Alterosa de Divinópolis, disse que "a lei restringiu porque ficou mais burocrática, as entrevistas precisaram ser homologadas com todos os prefeitos. Pedimos a autorização de todos os candidatos e procuramos dar uma igualdade de tempo e perguntas para evitarmos problemas."  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Ao ser questionado sobre possíveis retaliações, Giuliano Le Senechal, repórter do Hoje em Dia, afirmou: "Não tivemos qualquer problema com isso, nem aqui nem em outros lugares. A campanha eleitoral em Divinópolis foi mesmo muito tranqüila. O que não houve foi muita notícia mesmo, nem sequer uma pesquisa válida para divulgar"  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Na verdade, parecia que não havia nada a ser questionado, muito diferente do que de fato ocorre em uma campanha para a prefeitura em uma cidade relativamente complexa como Divinópolis, com os problemas que apresenta.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; "De certa forma essa precaução maior foi até bom" disse Evandro Araújo. Segundo ele, a atitude evitou  brechas para os veículos fazerem propaganda para qualquer candidato. A realidade empírica, no entanto, desmente o jornalista. A cobertura não foi equilibrada e, muito menos, isenta. A restrição ao trabalho do jornalista e a auto-censura imposta pelos próprios jornalistas não garantiram eqüidade na cobertura aos candidatos.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="text-indent: 0.77cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; Algo mudou sem que ninguém se desse conta. A questão é: uma cultura do medo foi instaurada e já está tão enraizada que se questionados todos dizem que não sofreram qualquer tipo de restrição que não a legal e alguns outros até acharam que tais restrições ajudaram. Nesse caso, o medo venceu a esperança.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-6163631679511144989?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/6163631679511144989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/opiniao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6163631679511144989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6163631679511144989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/opiniao.html' title='Opinião'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SOvFfaMVZII/AAAAAAAAAAc/mUjG4Psf6OI/s72-c/Censura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1679866617328128904</id><published>2008-10-01T10:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.557-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Em alto e bom som</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;O direito à comunicação como fator para a cidadania&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Alinne Andrade e Petrúcia Tavares&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Em época de eleição a linguagem de sinais é muito utilizada. No horário da Propaganda Eleitoral Gratuita, as intérpretes de sinais prestam um grande serviço aos deficientes auditivos, que necessitam conhecer as propostas de seus possíveis candidatos. Uma pequena amostra da democracia inclusiva. &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0vlATm77I/AAAAAAAAAA0/QZY_P2DzrFM/s1600-h/andreia1f+copy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254908652995145650" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 205px; height: 136px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0vlATm77I/AAAAAAAAAA0/QZY_P2DzrFM/s200/andreia1f+copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É claro que as intérpretes também prestam serviço aos próprios candidatos, que não podem esquecer ninguém. Para elas, a Libras - Lingua Brasileira de Sinais é uma oportunidade de trabalho, uma profissão em crescimento no Brasil. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Interesses a parte, o que importa é o direito de todos: acesso à informação. Será, no entanto, que esse direito está garantido aos deficientes auditivos? &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Veja, por exemplo, o caso do Jornal Nacional recorde de audiência da TV Globo não há uma interprete de sinais nem legendas. O que existe é a tecnologia da tecla sape. No entanto, ficam muitos excluídos por não possuírem esse recurso. Mais uma vez a condição econômica é sinônimo de privilégios e até de inclusão.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Muito se tem dito sobre inclusão social, principalmente em 2008, ano marcado pelo amplo debate sobre os direitos humanos no Brasil e que também se comemora os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;O Brasil avançou nesse quesito, pelo menos nas discussões, nas ações há muito ainda para caminhar. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;No entanto, algumas coisas devem ser lembradas e ter seu devido crédito atribuído. Nos últimos anos, negros e índios conquistaram o direito de cotas nas universidades federais. Para os menos favorecidos economicamente, foram criados diversos programas assistenciais, tudo pela inclusão social. E os deficientes físicos, também excluídos por muitos anos da sociedade economicamente ativa, estão sendo beneficiados. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Locais públicos se adequaram para facilitar a acessibilidade dos cadeirantes e cegos. Rampas, passeios rebaixados, elevadores próprios, caixas eletrônicos em braile, além de cotas de empregos para os portadores de necessidades especiais, dentre outras conquistas para incluir os classificados como minoria, nas atividades sociais. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Excelentes conquistas, mas e os deficientes auditivos? &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Pode-se dizer que são os excluídos dos excluídos. Pelo menos é o que a reportagem pôde constatar em uma conversa com o presidente da Sociedade dos Surdos de Divinópolis – SSDiv -, Luiz-Mar Ferreira de Lima. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Como falar com um surdo? Um desafio, pois as repórteres que aqui escrevem desconhecem a Lingua Brasileira de Sinais . Pensamos que, por este motivo, muitos jornalistas não se atrevem a abordar um deficiente auditivo para uma entrevista. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Interessante é que, logo após nosso encontro, Luiz-Mar seguiu, junto com a intérprete, Andréia Martins Amaro, que nos acompanhou, para uma rádio da cidade, onde iriam conceder entrevista ao vivo sobre o Dia Nacional do Surdo, comemorado na sexta-feira, 26 de setembro.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Nessa entrevista, como também na rádio, Andréia foi a voz de Luiz-Mar,que relatou as inúmeras dificuldades enfrentadas pelos deficientes auditivos. O acesso à informação, segundo ele, é um dos grandes problemas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0v1Ac9IOI/AAAAAAAAAA8/Ffw-9mX-ooY/s1600-h/andreia2+copy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254908927912255714" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0v1Ac9IOI/AAAAAAAAAA8/Ffw-9mX-ooY/s200/andreia2+copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“A linguagem de sinais é pouco conhecida. Tanto pelos ouvintes quanto pelos deficientes auditivos. Há famílias que ainda têm certa resistência à Libras e não deixa o filho com deficiência aprendê-la, acreditando que a leitura labial é o melhor caminho para a comunicação”, relata.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" align="justify"&gt;Essa resistência, segundo Luiz-Mar, prejudica os deficientes, o que os obriga a ficar em casa, sem a possibilidade de participar das atividades sociais. “Sem o conhecimento sobre a Libras, o surdo encontra dificuldade em aprender também a língua portuguesa”, explica.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A falta de intérprete nos órgãos públicos &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;A Lei 1436/2002 prevê que todos os órgãos públicas federais, estaduais e municipais devem garantir o atendimento e tratamento adequado aos deficientes auditivos e a difusão da Língua Brasileira de Sinais.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;No entanto, o presidente da SSDiv conta que os deficientes auditivos em Divinópolis se deparam com a falta de interprete em órgãos públicos. Ele relatou um fato acontecido em seu processo de separação com sua ex-esposa, na audiência no Juizado Especial, Vara da Família.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;“Cheguei ao local e o juiz começou a falar, falar e eu sem entender nada. Disse que era deficiente auditivo e que precisava de um intérprete. O juiz desconversou e informou que ali não havia intérprete. Então, tive que chamar um colega ouvinte, que conhece Libras, para me ajudar. Somente assim, a audiência pode ser concluída”, explica Luiz-Mar.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Hoje, apenas a Câmara Municipal de Vereadores possui uma intérprete, que em todas as reuniões está presente, traduzindo as discussões dos parlamentares. Há algumas igrejas da cidade que também aderiram ao serviço.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Andréia Martins, formada em Letras e Piscopedagogia, intérprete da Câmara desde 2006, conta que sempre é chamada a traduzir casamentos, audiências no Fórum ou no Juizado Especial. Andréia é uma das divulgadoras da Libras. Além de seu trabalho na Câmara, Andréia faz parte da Pastoral dos Surdos na Paróquia de Santo Antônio (Santuário). &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Percebendo a exclusão dos surdos, o Legislativo, por meio de um vereador encaminhou, no início deste ano, um ofício aos diversos órgãos públicos do município, como Fórum, Juizado Especial, Ministério Público, Prefeitura, dentre outros, em que se solicita a possibilidade de capacitar servidores em Libras. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;De acordo com a assessoria do vereador até o momento o pedido não foi atendido.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Reduto dos surdos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Luiz-Mar é funcionário do Estado, trabalha na Secretaria Regional de Educação ensinando a Lingua Brasileira de Sinais em cidades da região Centro-Oeste de Minas Gerais. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;São ao todo cinco municípios e 27 deficientes auditivos que são alunos de Luiz-Mar. “Nessas cidades não há ninguém que conheça a lingua”, reclama. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;No mês de dezembro, Luiz-Mar vai participar, como delegado do Centro-Oeste mineiro, da Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência em Brasília. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Fundada há quase um ano, a SSDiv, tem cerca de 50 associados. Mesmo com a falta de dinheiro e sem sede própria, a entidade luta pela igualdade e por um futuro melhor para todos os deficientes. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Atualmente, os encontros acontecem no Divinópolis Tênis Clube – DTC, onde são realizados cursos de Libras para os surdos e seus familiares, além de atividades esportivas e culturais. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Durante a entrevista com Luiz-Mar, falamos da participação do Brasil nas Paraolimpíadas de Pequim e de seu ótimo resultado, ficando em 9ª lugar na classificação geral.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Luiz-Mar conta que ele e muitos deficientes auditivos se emocionaram com os resultados obtidos, mas sentiram muito por não haver alguém com esse tipo de deficiência para os representar. Segundo o presidente da sociedade, isso se deve ao fato de os surdos não terem acesso à informação em tempo hábil. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;“Precisamos que alguém fique sabendo das coisas para depois nos comunicar e as vezes isso leva tempo”, conta. Talvez, exatamente por esse motivo, alguns atletas não puderam sequer se inscrever para participar das Paraolimpíadas a tempo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;Outras leis&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em agosto de 2001, em Divinópolis, o prefeito sancionou uma Lei garantindo a existência, no conteúdo programático do ensino básico ministrado na Rede Municipal, de noções de Lingua de Sinais. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ainda assim o Município não conta com esse serviço na rede de ensino.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em Brasília, a Comissão de Educação aprovou, na última semana, um projeto de lei de autoria do Senador Cristóvam Buarque, que inclui no currículo escolar a disciplina de Língua Brasileira de Sinais, prioritariamente na educação infantil e nos dois primeiros anos do ensino fundamental, sendo facultativo a partir da sexta série. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Na Câmara dos Deputados, um projeto do parlamentar Alexandre Silveira (PPS/MG) altera a lei que instituiu o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST -, de forma a permitir a utilização de seus recursos na redução de contas de portadores de deficiência auditiva que utilizam o serviço de mensagens de texto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;A proposta aguarda parecer desde novembro de 2007. Para os surdos, que têm praticamente como único meio de comunicação as mensagens de texto, esse é um grande passo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1679866617328128904?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1679866617328128904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/em-alto-e-bom-som.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1679866617328128904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1679866617328128904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/10/em-alto-e-bom-som.html' title='Em alto e bom som'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ahsoZuBDuD8/SO0vlATm77I/AAAAAAAAAA0/QZY_P2DzrFM/s72-c/andreia1f+copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-6897352376696492169</id><published>2008-09-22T05:20:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidade'/><title type='text'>Vida  ameaçada</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Por Cleber Corrêa e Nando Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma laje de pedra com 12 metros de profundidade atrai centenas de pessoas todos os dias em busca de água pura e potável. A mina, localizada entre os Bairros Niterói e Poto Velho, possui mais de cem anos e muitos moradores acreditam q ela tenha poderes milagrosos.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeP6kuiJSI/AAAAAAAAAB4/LcFmFj477Os/s1600-h/SR._TI%C3%83O_DA_BOMBA_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248822127177639202" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 139px" height="139" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeP6kuiJSI/AAAAAAAAAB4/LcFmFj477Os/s200/SR._TI%C3%83O_DA_BOMBA_1.jpg" width="206" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Tião da Bomba". É assim que Antônio Santiago, 49 anos, trabalhador da área de construção civil, é conhecido em Divinópolis. O apelido teria surgido por causa de uma bomba d'água que existia em sua casa antes da chegada da empresa responsável pelo abastecimento hídrico da cidade. Boa parte da água da mina abastecia o Bairro Niterói e, principalmente, o Hospital São João de Deus, localizado cerca de 600 metros acima da nascente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tião conta que o local atrai, diariamente, centenas de pessoas. Sujeitos nem sempre desconhecidos em busca de água pura que jorra de três torneiras. Ele conta que indivíduos, até mesmo de outras cidades como Itaúna, Pará de Minas e Nova Serrana, vêm em busca da água que julga ser milagrosa. Para ele, o líquido vindo de três olhos de água, localizados embaixo de uma rocha, pode prevenir doenças e prolongar a vida. "Meu pai viveu até os 97 anos e sempre consumiu apenas a água da mina", defende Tião. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeQ91_gpOI/AAAAAAAAACI/kcNJqJShUGo/s1600-h/D._MARIA_L%C3%9ACIA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248823282863482082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" height="144" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeQ91_gpOI/AAAAAAAAACI/kcNJqJShUGo/s200/D._MARIA_L%C3%9ACIA.jpg" width="210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Além das especulação, a nascente é parte da vida de muitos divinopolitanos. Maria Lúcia de Morais Pereira, 56 anos, freqüenta a mina, diariamente, desde sua infância, quando acompanhava sua mãe. As duas andavam cerca de sete quilômetros em busca da água para lavar roupas, vasilhas e cozinhar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A faxineira conta que, com quase 84 anos, sua mãe, Dona Maria Conceição, sempre desfrutou dos benefícios da mina e, até hoje, só bebe água se for da nascente. ''Acho que é abençoada por Deus porque ela está forte e nunca fez uso diário medicamentos". Maria Lúcia diz que a mina é, sim, fonte da juventude. “Me sinto uma jovem de 20 anos".&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mesmo assim, a faxineira conta triste que, há alguns meses, muitas pessoas deixaram de freqüentar o local. Muitos ficaram assutados com rumores de que a água estaria contaminada devido ao lançamento de resíduos da lavanderia do Hospital São João de Deus. O assunto preocupou os moradores que utilizam a água para consumo. O assunto gerou polêmica nos principais meios de comunicação da cidade.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeQbQHel1I/AAAAAAAAACA/Zmt83wC-4pM/s1600-h/A_MINA.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Os moradores discordam e até se indignaram com o que foi noticiado. Tião da Bomba foi o primeiro a defender a mina. Para ele, tudo não passou de boatos. "Se a nascente estivesse realmente contaminada, todos os moradores, que freqüentam o local, estariam, hoje, doentes ou até mesmo mortos, pois não pararam de fazer uso da água nenhum um dia".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeRtHtYTfI/AAAAAAAAACQ/t6b1OllPH4o/s1600-h/A_MINA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248824095073127922" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" height="139" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeRtHtYTfI/AAAAAAAAACQ/t6b1OllPH4o/s200/A_MINA.jpg" width="205" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Durante a apuração, os responsáveis pela Polícia Militar do Meio Ambiente foram procurados para falar sobre a situação ambiental da nascente. Os agentes disseram desconhecer a situação do local, mas afirmaram sobre a existência de um Termo de Ajustamento de Conduta, TAC, assinado entre o Ministério Público do Meio Ambiente e a Prefeitura Municipal de Divinópolis.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Assessoria de Comunicação da Prefeitura, também procurada pela equipe, disse saber da existência do TAC, mas que não poderia repassar nenhuma informação. Segundo eles, seria necessária uma busca documental que levaria de quatro a cinco dias úteis para ser concluída devido a substituição do Secretário do Meio Ambiente e por não conhecerem o que está previsto no termo. Quando perguntada sobre abaixo assinados para reivindicar melhorias, como pavimentação e reflorestamento, a Assessoria informou que nenhuma melhoria está prevista para o local nos próximos trinta dias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A COPASA, empresa estadual responsável pelo tratamento e abastecimento de água potável no município, foi incumbida por fazer a análise. Após trinta dias do envio das amostras a Belo Horizonte, ficou comprovada que água da Mina é apropriada para consumo humano e que o derramamento de resíduos da lavanderia do hospital não afetou o lençol freático do local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-6897352376696492169?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/6897352376696492169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/09/vida-ameacada.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6897352376696492169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6897352376696492169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/09/vida-ameacada.html' title='Vida  ameaçada'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SNeP6kuiJSI/AAAAAAAAAB4/LcFmFj477Os/s72-c/SR._TI%C3%83O_DA_BOMBA_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-3056546221339742581</id><published>2008-08-21T10:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>O local de trabalho de Suelena</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:arial;" align="justify" &gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:arial;" align="justify" &gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Por Cleber Corrêa e Nando Oliveria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:arial;" align="justify" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SK2uwmkYrmI/AAAAAAAAABg/sleCYcrAZzw/s1600-h/SUELENA4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237034091711868514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 148px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SK2uwmkYrmI/AAAAAAAAABg/sleCYcrAZzw/s200/SUELENA4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;O lixo reciclável atrai milhares de pessoas a procura de sustento retirado, muitas vezes, em meio a restos de animais e comida estragada. Indivíduos como Suelena Aparecida Campos, 40 anos, divinopolitana que, atualmente, reside na cidade de Carmo do Cajuru.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:arial;" align="justify" &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Há mais de nove anos&lt;/span&gt; a catadora e o marido vivem da coleta seletiva em Divinópolis. Há três semanas, Suelena mudou seu local de trabalho. Saiu das ruas do centro da cidade e foi para o lixão, situado&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; entre o Município e Carmo do Cajuru. &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Segundo ela, a decisão veio após um convite feit&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;o pela amiga Maria de Fátima, 35 anos. “A situação financeira estava difícil, passamos necessidade e fome.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:arial;" align="justify" &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Todos os dias, Suelena faz o mesmo trajeto. Sai de sua casa às cinco horas e percorre aproximadame&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;nte 7 km. Abatida e com uma expressão de cansaço, ela reclama que além da distância ainda sofre de dores nos pés. “Antes de eu começar a vir para o lixão, pesava 97 quilos e, hoje, estou pesando 48 quilos, saio de casa e, as vezes, não tenho nada para comer e custo a chegar até aqui”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:arial;" align="justify" &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;O local de trabalho de Suelena&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; existe há dezessete anos e todos os dias recebe aproximadamente, 120 toneladas de lixo. As promessas são de que a catadora vai mudar novamente de lugar, mas continuará com o mesmo objetivo. Isto porque o Governo M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;unicipal contratou, por meio de licitação, a empresa Equilíbrio Ambiental para transferir e transformar o atual aterro. Mas a obra foi então embargada pela Justiça, pelo Tribunal de Contas e pelo Ministério Público para avaliações. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify" face="arial"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SK2vMstvCiI/AAAAAAAAABo/3ez5nN8aVEE/s1600-h/SUELENA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237034574398032418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 156px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SK2vMstvCiI/AAAAAAAAABo/3ez5nN8aVEE/s200/SUELENA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Segundo o Secretário Municipal d&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;e Meio Ambiente, &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Pedro &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Coelho &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Amaral,&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt; a &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;suspens&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;ão &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;ocorreu por medidas de precaução, em cumprimento a denúncias feitas por residentes da Com&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;unidade dos Costas, local onde seria instalado o novo Centro de Tratamento de Resíduos (CTDR). &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Ainda de acordo com Coelho, as alegações dos moradores são de que a implantação do&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt; lixão seria prejudicial às três nascentes e às quatro micro-bacias&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt; do Rio São Francisco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="justify" face="arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A instalação do CTDR está suspensa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; até que a Justiça se posicione sobre o caso. De acordo com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMMED), enquanto não houver um parecer, o atual aterro sanitário receberá melhorias. Para esclarecer sobre o processo tanto para moradores da Comunidade dos Costas quanto para os catadores como Suelena, no próximo dia 26, às 19 horas, no Plenário da Câmara Municipal de Divinópolis, acontecerá Audiência Pública. A empresa Equilíbrio Ambiental e seu corpo técnico prestarão esclarecimentos sobre o assunto. Todos podem participar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-3056546221339742581?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/3056546221339742581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/08/o-local-de-trabalho-de-suelena.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/3056546221339742581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/3056546221339742581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2008/08/o-local-de-trabalho-de-suelena.html' title='O local de trabalho de Suelena'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ELJ3THHcgjU/SK2uwmkYrmI/AAAAAAAAABg/sleCYcrAZzw/s72-c/SUELENA4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-2875322182700674005</id><published>2007-12-03T05:28:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>A Pública. E o público?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A TV é central na cultura do brasileiro, e uma política para o setor deveria levar em &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;conta &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a diversidade da população e o direito de existência pública dos cidadãos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por Gustavo Mello e Isabella Santos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das principais características apresentadas para uma TV Pública é “enfatizar o compromisso com a sociedade e não com o mercado.” TV Comunitária, Educativa, Comercial, tantos conceitos para um termo que deveria ter somente um: o público.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que está em jogo na definição é o compromisso com a sociedade: a TV “pública” – mas também as “comerciais”, segundo o artigo 223 da Constituição Federal Brasileira - deveria ser o papel de todo e qualquer meio de comunicação, afinal de contas, as histórias nos inúmeros programas televisivos saem desta esfera: do cotidiano da sociedade. Mas, atualmente, mesmo as TV’s consideradas educativas e culturais são obrigadas a vender espaço em sua grade de programação, para manter suas produções no ar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A concessão da TVdeveria ser um direito público e quem os toma em grande parte são os políticos, mas será mesmo para o bem público? Vejamos. O Brasil está às vésperas de inaugurar a Rede Pública Brasil de Televisão gerida pelo governo federal, sem o consenso do público, da população, os mais interessados e os principais atingidos. A TV Pública deve oferecer a condição de uma TV mais próxima à população. Principalmente se for local. Como no caso da Candidés, a TV local de Divinópolis, que é gerida por uma fundação ligada a um deputado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Fundação Jaime Martins foi instituída em 21 de junho de 1989, pelo então Deputado Estadual Jaime Martins do Espírito Santo, segundo José Silva de Souza, atual diretor financeiro da Fundação. Souza conta também que a Fundação foi criada com objetivos filantrópicos, sociais e culturais e tem duas obras que podem ser destacadas: a TV e uma casa de recuperação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1995, a Fundação conseguiu a concessão da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel -, datada de 13 de fevereiro de 1995. “Desde então, essa é a TV comunitária de Divinópolis. A única TV especificamente da cidade que está no ar”, explica Souza. A única relação da TV com a Fundação, de acordo com José Luiz, é a administração jurídica e financeira, ou seja, a TV precisava de uma fundação para existir. Ela é só uma mantenedora e não há qualquer lucro que venha da TV.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A TV Candidés é uma geradora local e tem espaços para transmissão de mais de 20 horas de produção da região. Mas, ainda assim, existem alguns programas que seguem a grade da Rede Minas ou da TV Cultura, ligada ao governo de São Paulo. Então esse espaço é diferente de uma TV que é apenas retransmissora. E o que isso significa? Significa que a TV Candidés gera seu sinal. Apesar de retransmitir sinais de outras, ela tem autonomia para ocupar 24 horas de programação. O sinal parte daqui. Diferente de outra TV local, a Rede Integração, por exemplo, que, apesar de ter produções locais, não tem a mesma autonomia - possui espaços limitados para a sua programação, dentro de uma rede maior, que é a Rede Globo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O SENTIDO DA TV PÚBLICA.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Existe muita dificuldade em se conceituar o que seria estatal e público. Grosso modo, uma TV estatal estaria sob o controle do governo – o que demonstra já um vício: o Estado, instituição jurídica para o bem público, deveria funcionar alheia a governos que o ocupam eventualmente. Mas geralmente, confundem-se o governo eventual e o estado. É o que ocorre com os conceitos de TV Pública e Estatal. O serviço de uma TV Pública, ainda que possa receber recursos governamentais, teria de ser livre da gerência estatal e governamental. Cabe ressaltar que os modelos de TV’s conceituadas aqui como Comunitárias e Educativas existiam em vários países com outras denominações - como TV Pública, Alternativa ou Quarteirão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo um estudo realizado pelo professor Luiz Fernandes Dourado, Titular da Universidade Federal de Goiás - UFG, Doutor em Educação, e pela professora Maria Sylvia Simões Bueno - Assistente-Doutora da Universidade Estadual Paulista - UNESP/Marília, a própria Constituição brasileira, quando trata de público e privado, provoca confusão. O privado é simples porque é a comercial. De acordo com os doutores em educação, “as pessoas acham que a comunicação pública é a que passa o ponto de vista do governo”. Erro primário segundo os professores, pois nenhuma instituição estatal deve promover pontos de vista do governo, que é uma instância administrativa, eleita por critérios políticos. Até mesmo a propaganda paga do governo, quando incorre pontos de vistas partidários, ofende a lei. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nos países europeus, a TV reflete iniciativas de grupos ou de comunidades que, utilizando-se do acesso à tecnologia de baixo custo, reagiam contra as formas de controle social decorrentes do aparato estatal centralizado, ou então das grandes empresas de comunicações, privadas ou públicas. Devido a essa miscelânea de termos e conceitos cunhados para essas emissoras conhecidas por tantos nomes como educativas, universitárias e comunitárias, que pertencem ao que se denomina de campo público, foi gerado a confusão do termo e do tema complexo que é a TV Pública.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A TV Brasileira, nascida na década 1950, nem sempre foi considerada um bem público e estratégico, diferente do modelo da Rádio Sociedade, criada por Roquete Pinto, pioneiro no sistema de radiodifusão no Brasil. O conceito vislumbrado por Roquete era semelhante ao da Europa na década de 1920 e trouxe uma das características essenciais para um modelo público de rádio e televisão que deveriam ser seguidos. O modelo proposto baseava-se em uma sociedade de amigos, um clube de ouvintes, com uma programação educativa e que propunha pluralidade cultural de boa qualidade, sem concessão ao vulgar. O modelo proibia ainda a venda de espaços comerciais, defendia a manutenção de uma programação de qualidade, ainda que fosse mantida por algum órgão estatal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, no mês de setembro, foi criada, pelo governo federal, a Empresa Brasil Comunicação (EBC), mais conhecida como TV Brasil. A EBC foi criada pela medida provisória 398, e tem o objetivo de produzir e difundir programação informativa, educativa, cultural, científica e de recreação à população.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo notas publicadas no Diário Oficial da União, a TV Brasil terá sede no Rio de Janeiro, escritório central em Brasília e surgirá a partir da união do patrimônio e das equipes da Empresa Brasileira de Comunicação (Radiobrás) com a Associação de comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), que coordena a TVE do Rio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Franklin Martins, ministro da secretaria de Comunicação Social, criada especialmente para levar a cabo o projeto da TV Brasil, a nova empresa vai separar a Comunicação Institucional da Comunicação Pública em dois canais. Os programas, de acordo com o ministro, serão produzidos e transmitidos pelo canal NBR, que já exerce essa função. Já o novo canal será a voz do cidadão e não das autoridades, afirma Martins. A EBC, além de televisão, vai englobar rádio e web, criando o sistema Brasil de Rádio e a internet, que será responsável pela interatividade entre os vários veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O LOCAL E AS TV’S.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Divinópolis possui concessão para duas TVs locais: a Alterosa e a Candidés, de acordo com a Anatel. A Alterosa, pertencente ao grupo Associados – aquele, fundado por Assis Chateaubriand, o pioneiro da TV brasileira -, é descrita como TV Minas Centro-Oeste S/C Ltda, retransmissora do Sistema Brasileiro de Televisão – SBT. Já a TV Candidés, gerida pela Fundação Jaime Martins, é geradora de produção própria e repetidora da Rede Minas e TV Cultura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Humberto Paulo Preihsner Junior, Jornalista e Produtor da TV Candidés, contou sobre a história da TV da cidade, que teve períodos difíceis para a produção local, como, por exemplo, quando o jornal parou de ser transmitido em 1999. “Entre 1998 até o início dos anos 2000, ela ficou só retransmitindo a TVE a TV Cultura, com exceção do programa Esporte Total, uma produção independente de Cléber Faria, um dos mais antigos programas da TV” lembra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Não sei se ela pode ser descrita como uma TV Comunitária ou Educativa, porque ela está no entre essas categorias”, raciocina Preihsner. Ele diz que, da mesma maneira que a TV retransmite uma grade de duas emissoras que são educativas, a Candidés ultrapassa essa linha, pois tem um espaço local por ser geradora que permite ter um perfil de comunitária. Sobre a venda de espaços publicitários e de programação, Humberto justifica: “Ela não é comercial, mas todo veículo de comunicação tem que ser viabilizado.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este é um dos maiores problemas da TV, que precisa ser financiada de algum modo, sem ferir o regulamento de TV’s Públicas, Educativas ou Comunitárias. Então, qual a saída? Humberto Preihsner explica: “De um tempo para cá, essa diferença, por ela não poder passar qualquer tipo de propaganda, fere um pouco os conceitos de uma TV Educativa. Temos apoios que são encaixados como apoio cultural e não patrocínio. Só que essa diferença entre apoio cultural e patrocínio não é grande”, garante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A rigor, Humberto tem razão: dizer patrocínio e apoio cultural é quase denominar a propaganda com dois nomes distintos. O patrocínio é mais comercial, vende o produto, enquanto que o apoio mostra o nome como uma “benfeitoria”, sem que venda o produto diretamente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Preihsner conta ainda que a programação da TV e suas produções são vastas: “A TV Candidés hoje tem entre 16 ou 18 programas locais”, diz. Alguns são produzidos por ela mesma. Esta programação já existe há quatro ou cinco anos e tem também os programas terceirizados, que são a maioria. Grande parte dos programas ao vivo são produção da própria TV. E dentre esses programas ao vivo, há os diários e outros semanais. “Então ela vai abrindo espaço para encaixar todo qualquer tipo de programação”, conta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Evandro Araújo, Editor Responsável pela TV Alterosa em Divinópolis e ex-diretor de jornalismo da Candidés, explica que, no Brasil principalmente, a TV Pública está passando por um momento de transformação. “O processo de televisão no Brasil está passando por um momento muito importante, que vai desde a definição do sistema de transmissão que vai ser adotado (sistema digital,com opção pelo sistema japonês), até o lançamento da TV Brasil pelo governo. Nós temos hoje algumas experiências interessantes de TV’s públicas, que são a TV Cultura e Rede Minas, que eu considero uma das televisões mais bem feitas do Brasil”, declara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;OUTRAS VOZES.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Pensando a TV Pública nacional ou estadual, deve-se perceber que sua programação é alternativa em relação ao modelo hegemônico, foge dos padrões comerciais, não visando a venda de produtos, mesmo porque uma TV Pública não pode ter anúncios comerciais, mas sim institucionais. “Grande problema talvez das TVs Educativas ainda seja a audiência. E ai é lugar comum. Toda vez que se discute TV Pública, as pessoas criticam muito a TV Comercial: ‘Ah! mas é a TV Comercial passa sangue, passa mulher pelada, passa novela que incentiva o adultério, o uso de drogas , a homossexualidade . É muito fácil criticar a TV Comercial. Tudo de ruim vem a TV comercial”, discursa Araújo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Talvez, então, seja o tempo de se propor uma nova forma de se fazer TV. Mas, para a TV ter boa qualidade, ela deve abrir espaço para que o público possa produzir o que for do seu interesse, que é a real característica da TV Comunitária. Será este então o problema da má qualidade das programações na TV? A falta de espaço para a criação do público? “A televisão oferece aquilo que o telespectador quer assistir. A televisão é o espelho da sociedade. Quantas pessoas assistem a TV educativa?” Eis aí uma boa discussão aberta por Evandro: onde estaria o problema? Talvez seja de cunho cultural e educacional, ou mesmo de costume. As pessoas se acostumaram com a má qualidade e parte delas acham normal o tipo de programação, senão não fariam tanto sucesso, não há questionamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Não adianta o Brasil implementar uma TV Pública com a melhor programação do mundo, programação voltada para a área educacional, formadora de caráter, formadora de ética, de cabeças pensantes, se as pessoas não estiverem abertas a assistirem esse tipo de programação. Então, o meu medo é que mais uma vez se crie uma filosofia que se abrir um canal novo com uma série de coisas se não tem audiência, se não tem público”, diz Evandro. E para se concordar. Canais públicos, comunitários e educativos existem, como a TV Senado, TV Assembléia, TV Câmara, TV Justiça, que, claro, são bem direcionados. Quem está assistindo a esses canais é um público muito pequeno, específico, que assiste porque se interessa, porque gosta. É importante que haja possibilidade de vários canais e sobretudo que haja a abertura para a produção do próprio público – em sua diversidade. Só assim fará sentido chamar a TV Brasil de Pública, porque ela será não o espelho, mas a janela por onde o brasileiro se fará enxergar e poderá ser enxergado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-2875322182700674005?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/2875322182700674005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/12/publica-e-o-publico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/2875322182700674005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/2875322182700674005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/12/publica-e-o-publico.html' title='A Pública. E o público?'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7393503558287293551</id><published>2007-11-19T03:26:00.000-08:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>OPINIÃO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Uma luta diária&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cidadãos de Divinópolis sentem na &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;pele uma contradição: um transporte público caro e ruim&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por Kennedy Dias&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seis horas da manhã, onze horas, meio dia, duas da tarde, entre as cinco da tarde e as sete da noite - horários que todos os trabalhadores que necessitam do transporte público conhecem muito bem. São horários de muito alvoroço e tumulto na cidade de Divinópolis. O transporte público é insuficiente para as pessoas que necessitam se locomover nas chamadas horas de pico – de entrada e saída do trabalho -, quando os ônibus estão sempre lotados. Na maioria das vezes, fica gente para fora, pois o carro não comporta todos os passageiros, fator que leva as pessoas a chegarem mais tarde e mais estressadas em casa após o termino do expediente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com 192 km² de área urbana e aproximadamente 200 mil habitantes, Divinópolis tem o preço de R$1,75 pelo vale-transporte. Na região metropolitana de Belo Horizonte, capital do estado, com seus quase cinco milhões de habitantes, 34 municípios e aproximadamente 9,5 mil km², o preço médio do transporte público é de R$2. Em valores absolutos, a comparação é insignificante e injusta, uma vez que o número de passageiros transportados em uma e outra região pode ser um argumento para os valores tão próximos no preço das passagens do transporte urbano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém, comparativamente às distâncias percorridas e principalmente à qualidade do serviço prestado, que pode ser medido objetivamente em termos de horários, planejamento de itinerários (o que garantiria um serviço mais acessível, interligado e inteligente) e número de ônibus, metrôs e vans circulantes, os valores pagos pelos trabalhadores divinopolitanos parecem absurdos. Os trabalhadores de Divinópolis geralmente utilizam o transporte duas vezes ao dia, o que no final sai por R$ 3,50. Ou seja: considerando as distâncias percorridas pelos divinopolitanos, seria mais barato se eles possuíssem um veículo que tivesse autonomia de cerca de 10 km por litro de gasolina, que na cidade está em média R$2,45. A não ser que a pessoa more muito longe do centro, não gastaria mais de um litro para ir e voltar de carro. Sem contar as motos, que são bem mais econômicas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Trocando em miúdos: é mais rápido, confortável e barato que cada cidadão de Divinópolis financie uma motocicleta por 72 meses e pague cerca de R$3 por dia pelo financiamento e cerca de R$2,45 para andar perto de 50 km – modelos de 100 cilindradas prometem, e geralmente cumprem, um consumo de combustível bastante pão-duro. Se um trabalhador da cidade percorre 20 km para ir e voltar de seu trabalho, ele gastará, ao dia, cerca de R$4,20 entre financiamento e combustível – sem ter de esperar ônibus lotados e em mau estado de conservação. É possível então concluir algo irônico como: deve haver alguma relação umbilical e perversa entre as empresas de ônibus de Divinópolis e as montadoras de automóveis pequenos. O problema nesse caso seria imaginar a cidade com tantas motos circulando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esses fatores – embora lamentáveis, infelizmente corriqueiros - levam a população a se revoltar com o serviço prestado, o que resultou em agressão a um ônibus no início do mês passado: uma pessoa colocou fogo em um carro que fazia a linha do bairro Costa Azul. A imprensa local o tachou de vândalo e agressor, mas, míope, caduca ou mal intencionada como sempre, não lembrou as condições de aperto, alto valor do preço pelo serviço, carros velhos e sujos a que a população se submete ao utilizar o transporte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se não se podem comparar de forma absoluta os sistemas de transporte público da metrópole BH e da média cidade Divinópolis, fatores como a qualidade do transporte podem e devem servir como modelo de comparação. Em BH, além de o transporte público ser, relativamente às distâncias percorridas, mais barato, disponibiliza maior número e mais confortáveis carros por linhas. Mesmo se não se fizessem comparações, porém, fica evidente a insatisfação das pessoas com o serviço na Cidade do Divino - basta dar uma voltinha pelos pontos e pelos ônibus de Divinópolis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que destoa na comparação entre as cidades? Lá, como aqui, o transporte público é feito por empresas privadas – que, como se sabe, não são (talvez ainda) muito afeitas a prestar um serviço justo, que leve em conta o bem-estar da população. Característica do capitalismo à brasileira: empresas privadas devem lucrar e ponto – e isso significa geralmente prejuízo para a sociedade. Como essa é, lamentavelmente, uma característica do capitalismo no país – com raras e dignas exceções -, é absolutamente necessário que se criem mecanismos estatais para a proteção do bem-comum. Foi o que foi feito em BH, com a BHTrans. Na capital, as empresas precisam seguir uma série de normas para continuar atuando no mercado: preços compatíveis, ônibus minimamente confortáveis, frota nova, número mínimo de ônibus circulantes. Além disso, essa mesma empresa, a BHTrans, vira e mexe, modifica o fluxo de trânsito, cria novas rotas – tudo para a melhoria na qualidade do serviço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Divinópolis, em contrapartida, as (poucas) empresas de ônibus determinam quando, quantos e onde vão colocar seus ônibus. A atuação do poder público se limita a um inimaginável cumprimento de contrato entre a Prefeitura e as empresas de ônibus: nos bairros, enquanto várias ruas não têm qualquer pavimentação, um contrato exige que ruas sejam asfaltadas nas rotas dos ônibus. E quem faz o asfaltamento? A Prefeitura, é claro, com o pobre dinheiro dos contribuintes que, no entanto, continuam vivendo em ruas de terra. Solução para isso? Simples: vendam suas casas e as comprem nas ruas onde passam os ônibus. Tirante esse contrato, que já é bastante surreal, há ainda a obrigatoriedade das rotas: se são aquelas e apenas aquelas as rotas dos ônibus, qualquer mudança é improvável – salvo se a Prefeitura resolver cumprir seu dever e cuidar de toda a população, pavimentando as vias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O fato é que o transporte público, além de barato (ou seja, acessível ao bolso de todos), tem que ter qualidade, prezar o fator ambiental e respeitar os cidadãos, não sendo tão caro a ponto dos meios individuais serem melhor alternativa. Respeito no sentido de uma senhora, uma mãe com criança de colo, um idoso ou um deficiente não viajarem em pé e espremidos pelas outras pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A César o que é de César: às empresas, cabe a obrigação de cumprir o dever constitucional de prestar bom serviço público. E ao poder público, cabe a obrigação de zelar pelo bem comum – muito além de lances de marketing, jamais cumpridos porque, talvez, não são próprios para o sistema da cidade. Promessas não cumpridas de campanha, como bilhetagem eletrônica e conexão para duas ou mais linhas (sistema de estações de troca) não são más idéias em si mesmas. O problema é saber se isso é apenas macaquice, apenas desejo de copiar um sistema que é completamente diferente, como é o de BH, onde essas práticas foram adotadas. Comparar os dois sistemas só é possível para criar parâmetros para soluções – mas os problemas são diferentes e portanto suas soluções também serão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso não acontece, todas as maneiras de pressão em benefício ao bem-estar da população são válidas. É legítimo que a população se revolte e lute com todas as armas pelos direitos mínimos para a cidadania. Enquanto reinar, no Poder Público, a preguiça, a inapetência ou a mania de copiar soluções prontas, e a ganância do lado das empresas, devemos, lamentavelmente, nos acostumar com as cenas de ônibus sendo queimados. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7393503558287293551?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7393503558287293551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/11/opiniao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7393503558287293551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7393503558287293551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/11/opiniao.html' title='OPINIÃO'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-5335797764696438851</id><published>2007-10-15T06:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>CLÁSSICOS PELAS MÃOS DE UM ARTESÃO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Tércia Almeida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Raimundo de Morais, um amante do antigomobilismo (modalidade dos que cultuam modelos de carros antigos), realiza seus sonhos de possuir seus próprios carros antigos fabricando perfeitas miniaturas. Aos 63 anos, o artesão divinopolitano é reconhecido em sua cidade como um dos mais perfeccionistas, e nacionalmente já é reconhecido pelos especialistas em carros antigos.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNpG4yIguI/AAAAAAAAAEE/8LzddaaicG8/s1600-h/Dodge+Standart+1927.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121552768293176034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 306px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" height="219" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNpG4yIguI/AAAAAAAAAEE/8LzddaaicG8/s320/Dodge+Standart+1927.jpg" width="290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Zé Raimundo já foi primeira página de vários jornais e revistas de todo o Brasil, além das matérias veiculadas pela TV. Seus trabalhos, as réplicas dos clássicos da indústria automobilística, se destacam pela perfeição dos detalhes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O imponente modelo americano Chevrolet Bel Air/1952 é uma das luxuosas peças de sua coleção. O carro, na cor vermelha, apresenta total &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNp54yIgwI/AAAAAAAAAEU/SK1vrIfBiMk/s1600-h/Caminhao+Chevrolet+1951.jpg"&gt;&lt;/a&gt;mobilidade dos componentes internos, das rodas, detalhes dos estofamentos, capotas - tudo idêntico ao veículo original. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro modelo que fascina os apaixonados por carros antigos é a Jardineira Chevrolet Gigante 1946, com carroceria Woodie. Também com detalhes móveis, suspensão e com acabamento idêntico ao do fabricante, é um dos modelos que os colecionadores vêem como relíquia, pois são raríssimos os exemplares deste veículo existentes em todo mundo.&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNpiYyIgvI/AAAAAAAAAEM/_KOkU5hKPzo/s1600-h/Bel+Air.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121553240739578610" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="163" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNpiYyIgvI/AAAAAAAAAEM/_KOkU5hKPzo/s320/Bel+Air.jpg" width="293" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;São muitos modelos diferentes, e todos eles possuem características singulares e originais. Ambos, segundo Zé Raimundo, impressionam e comovem seus admiradores, e para ele não existe uma réplica mais bonita que a outra, todas são iguais. “Não existe uma réplica preferida, cada pessoa tem um gosto diferente e prefere um ou outro. Algumas pessoas se emocionam com alguma peça em especial, pois lembram de alguma coisa que já viveram no passado“, diz. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando criança, o artesão conta que admirava seu tio que fabricava carrinhos comercialmente e, como nunca fora presenteado, aos treze anos decidiu fazer o seu primeiro exemplar para brincar. &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNqMYyIgxI/AAAAAAAAAEc/JzX7olATtDU/s1600-h/Caminhao+Chevrolet+1951.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121553962294084370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="204" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNqMYyIgxI/AAAAAAAAAEc/JzX7olATtDU/s320/Caminhao+Chevrolet+1951.jpg" width="287" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando começou a fazer seu primeiro carrinho, atraiu a atenção das pessoas pela riqueza dos detalhes e perfeição do acabamento. Entretanto ele nem concluiu seu primeiro trabalho, pois trabalhava muito e tinha poucas horas vagas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ânsia de criar e o amor pelo antigomobilismo nunca cessou, fazendo com que ele, aos 50 anos, revivesse seu sonho adolescente. Sua primeira réplica foi um Caminhão Chevrolet 1951, muito admirado, assim como os demais da coleção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;José Raimundo nunca vende suas miniaturas, pois, para ele, &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNrMoyIgyI/AAAAAAAAAEk/e0I5zIPYOI0/s1600-h/Z%C3%A9+e+a+Jardineira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121555066100679458" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNrMoyIgyI/AAAAAAAAAEk/e0I5zIPYOI0/s320/Z%C3%A9+e+a+Jardineira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a felicidade está em ver as pessoas apreciarem e se emocionarem com seus trabalhos. “Um colecionador milionário já me fez proposta, e eu recusei. Na hora eu não tive coragem de vender e nem de dar um preço”, completa. Ele é convidado a participar de encontros realizados pelos clubes de carros antigos em todo o país, e se realiza em ver pessoas de diversos lugares admirarem seu trabalho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os carros são peças muito minuciosas, levam muito tempo para serem concluídos, alguns levam até anos. José Raimundo trabalha sozinho nas horas de folga, na sua oficina no fundo de casa. O trabalho é completamente artesanal. Ele fabrica, ou melhor, esculpe todos os componentes manualmente. José Raimundo diz se arrepender por não ter começado a fabricação mais jovem, pois sente que aí está o maior prazer de sua vida, o qual nunca pretende deixar de fazer. “Se deixar, fico o dia inteiro por conta dos carrinhos. Isso é uma coisa que nunca pretendo parar de fazer”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-5335797764696438851?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/5335797764696438851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/classicos-pelas-maos-de-um-artesao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5335797764696438851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5335797764696438851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/classicos-pelas-maos-de-um-artesao.html' title='CLÁSSICOS PELAS MÃOS DE UM ARTESÃO'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RxNpG4yIguI/AAAAAAAAAEE/8LzddaaicG8/s72-c/Dodge+Standart+1927.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1651895508338758152</id><published>2007-10-15T05:10:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>Rádio Comunitária: para qual comunidade?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Gustavo Melo e Isabella Santos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mais recentes conquistas nas tecnologias de telecomunicação impõem algumas dúvidas sobre o futuro da rádio. Em menos de 100 anos, a rádio deixou de ser o principal meio de comunicação - ágil, que permite fazer uma transmissão de qualquer lugar, com um telefone, por exemplo - para ser apontado como um meio em vias de extinção.Mas a discussão sobre o futuro da rádio e as conquistas tecnológicas no setor passam ao largo quando se pensa no Brasil, um país de dimensões continentais, marcado pelos privilégios e o profundo fosso social. O caso da rádio brasileira é exemplar desse fenômeno. Nos último 20 anos, desde o governo Sarney e aprofundado nos seguintes, de Collor e FHC, a concessão de rádios, feita pelo Estado brasileiro, tem servido como moeda de troca política.O resultado tem sido um flagrante desrespeito à legislação da radiodifusão – que prevê a não concessão a grupos políticos e religiosos – e uma evidente ameaça à democracia. Nem mesmo as rádios comunitárias, figura criada para tentar resolver esse desequilíbrio – cuja legislação nasceu, durante o primeiro governo FHC, para inviabiliza-las diante das chamadas rádios comerciais – escapam desse troca-troca nada republicano.Um estudo, publicado no início de 2007, realizado por dois professores da Universidade de Brasília (UnB), intitulado: Rádios Comunitárias. Coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004). As autorizações de emissoras como moeda de barganha política demonstra bem como se dá, ao largo da lei e dos princípios democráticos, o processo de concessão de rádios comunitárias no país. Como fica claro no título do documento, esses meios de comunicação são dominados por “laranjas” ligados a políticos influentes. Partindo desse estudo, Virgula Online investigou a forma de ação política, quais são as conseqüências para a cidadania e, sabendo que Divinópolis não escapa do cenário nacional, como anda o processo na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja as outras partes da matéria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/incio_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/incio_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitrias-e-livres_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitrias-e-livres_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final_15.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1651895508338758152?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1651895508338758152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/radio-comunitaria-para-qual-comunidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1651895508338758152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1651895508338758152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/radio-comunitaria-para-qual-comunidade.html' title='Rádio Comunitária: para qual comunidade?'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-5380277093939456234</id><published>2007-10-15T05:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>Início</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Gustavo Melo e Isabella Santos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo foi um levantamento de dados de todas as formas: estudo da Constituição, uma visita ao sítio eletrônico da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), onde obtivemos acesso à listagem de todas as rádios e emissoras de TV da cidade, tema, aliás, de uma segunda reportagem do que podemos denominar de série do coronelismo eletrônico em Divinópolis, onde trataremos sobre TV pública.Posteriormente, tentando encontrar alguém que pudesse nos explicar sobre rádio comunitária e como ela funcionava em Divinópolis, fomos levados, de acordo com nossas fontes, a conversar com Mayrink Pinto de Aguiar Junior, que é proprietário de uma das principais empresas radiofônicas da cidade e administrador da TV Candidés, que, pela legislação, deveria funcionar como Educativa e Cultural. Uma pessoa ligada ao setor de comunicação – portanto, a princípio, uma fonte de informações e opiniões sobre a pauta de nossa matéria.Mayrink Júnior, todavia, se mostrou não muito a vontade para falar sobre o assunto. Começou a conversa mostrando o site da Anatel. - &lt;a style="mso-comment-reference: A_1; mso-comment-date: 20071015T1002"&gt;o que já havíamos feito&lt;/a&gt;. Em seguida, ele imprimiu a listagem das rádios da cidade e explicou que existem três tipos de rádio no país hoje: comercial, educativa e comunitária, que é a que nos interessa. Após isso ele alegou não saber falar muita coisa a mais.Voltamos à lista oficial: na Anatel consta somente uma rádio comunitária na cidade: a Rádio Gospel (Associação Comunitária Vitória de Divinópolis), de propriedade da Comunidade Reviver em Cristo. Procuramos os responsáveis pela rádio no endereço e telefone indicados na página da Anatel, e não encontramos nem estrutura, nem pessoas que pudessem no indicar onde - e se realmente - funcionava a rádio.A outra rádio reconhecida como comunitária na cidade é a Água Viva, ligada a um grupo da Renovação Carismática Católica e que não possui outorga oficial de funcionamento. Ou seja, tanto a rádio regular, quanto a que funciona por liminar da justiça – um recurso comum aos que não pretendem enfrentar o duro caminho da burocracia federal para obter concessão -, ferem a legislação de rádios comunitárias, que expressa a proibição de serem ligadas a grupos políticos ou religiosos, para que façam proselitismo, a divulgação de crenças ou posições políticas e religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja as outras partes da matéria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitrias-e-livres_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitrias-e-livres_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_msocom_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-5380277093939456234?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/5380277093939456234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/inicio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5380277093939456234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5380277093939456234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/inicio.html' title='Início'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4323773077446309530</id><published>2007-10-15T05:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.558-07:00</updated><title type='text'>Comunitárias e Livres</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Gustavo Melo e Isabella Santos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta pela existência pública, pelo direito de opinião e as dificuldades em se conseguir uma concessão para rádio comunitária fez surgir uma outra figura: a rádio livre. Max Myller Cardoso explica a diferença entre elas: “As rádio comunitárias são construídas de acordo com a proposta do grupo que esta gerindo a rádio, ou seja, de utilizar o meio de comunicação para construir um espaço de sociabilidade. No entanto, grande parte das rádios comunitárias acaba copiando o modelo de grade fechada das rádios comerciais, e isso não é bom. Existem no país vários exemplos de rádios comunitárias que deram certo e propuseram um real acesso para a produção comunitária,como a Rádio Favela de Belo Horizonte”, explica Max.&lt;br /&gt;A Rádio Favela, depois de longa batalha, retradada pelo filme “Uma onda no ar”, de Helvécio Ratton, conseguiu a outorga de rádio educativa, que restringe os anúncios publicitários, ao contrário das comunitárias. A Favela funciona bem e mantém a programação plural de uma rádio comunitária que a notabilizou.&lt;br /&gt;Além das rádios comunitárias, há ainda as rádios livres, como a rádio Muda de Campinas, criada por estudantes da Universidade de Campinas. Em contrapartida às comunitárias, as rádios livres não aceitam serem reguladas por um órgão normatizador, ou seja, não aceitam concessão ou autorização para o seu funcionamento. “É uma rádio que parte do principio da auto-legitimação. Se eu tenho o direito de me comunicar então eu não preciso de legitimação legal para poder fazer minha transmissão. Eu me legitimo e digo o que é necessário que se faça uma reforma agrária do ar, por exemplo”, argumenta Max.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja as outras partes da matéria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade_15.html&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/incio_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/incio_15.html&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final_15.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4323773077446309530?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4323773077446309530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitarias-e-livres.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4323773077446309530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4323773077446309530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitarias-e-livres.html' title='Comunitárias e Livres'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-5029397287668266477</id><published>2007-10-15T05:00:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>Final</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Por Gustavo Melo e Isabella Santos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A luta, no Brasil, em geral, e em Divinópolis em específico, aponta para um longo e árduo caminho. Isso pode ser comprovado pelo processo de concessão de rádios, como lembra Max Myller: a concessão só é conseguida se um político pega um papel na rádio, leva ao Ministério das Comunicações, faz uma barganha política para que aquilo tramite de uma maneira mais rápida e que ela seja assinada. Em consequência esse político vai ter algum poder na rádio.&lt;br /&gt;O raciocínio é simples: os meios de comunicação refletem as estruturas de poder instituídas. Se o poder instituído é oligárquico ou coronelista e se quem tem o poder de conceder voz pública, no caso de rádios e TV’s, são os políticos, é possível inferir que há uma via de mão dupla: os meios de comunicação são concedidos para a manutenção desse quadro anti-democrático de poder, por um lado, e o poder se sustenta nas opiniões e informações manipuladas pelos meios de comunicação, por outro lado.&lt;br /&gt;Isso tem a ver com a herança coronelista brasileira, muito longe de uma democracia de fato republicana. Comunitárias, piratas e livres: a luta pela visiblidade no Brasil está muito longe de acabar. Por isso, pensar na revolução tecnológica que a rádio está prestes a enfrentar talvez seja mais um preciosismo nada republicano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Veja as outras partes da matéria:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/rdio-comunitria-para-qual-comunidade_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/incio_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/incio_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/pirataria_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/o-local_15.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitrias-e-livres_15.html"&gt;http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/comunitrias-e-livres_15.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-5029397287668266477?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/5029397287668266477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5029397287668266477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5029397287668266477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/final.html' title='Final'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-8238622496339251358</id><published>2007-10-15T04:40:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>A DITADURA DO MENOR ESFORÇO EM TRÊS PERSPECTIVAS</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;MEMÓRIA DA DITADURA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Luana Amaral&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A década de 1960 foi o período de maior atuação – política, estética e ética - da população jovem no mundo inteiro. Em Paris, Nova Iorque, Praga ou Rio de Janeiro, a juventude engajada estava disposta a construir um novo mundo – além daquele (deste?) movido pelo lucro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, em diversas cidades, os anos 60 foram de intensa mobilização. A juventude protestava contra a ditadura militar, reivindicando, entre outras ações, melhorias na educação. Naquela época, os movimentos e grêmios estudantis eram bem organizados e os estudantes se preocupavam com política de seu país. Naquele tempo, o Brasil vivia uma ditadura militar, ensaiada diversas vezes nas décadas anteriores e finalmente implantada, pelo golpe de Estado, em março de 1964. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não se sabe – e nem cabe discutir – se o golpe e a ditadura são conseqüência ou causa dos movimentos revolucionários da época, tão bem ilustrados pelos estudantes e jovens. O fato é que a juventude daquela década se mobilizou porque tinha uma crença: a de um mundo mais justo e livre das imposições de diversos modos: estéticos, éticos, políticos, sexuais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já se vão mais de 40 anos desde aquela época. É pouco tempo, se for considerar o longo processo histórico. Mas se consideramos a velocidade das transformações ocorridas desde então, quatro décadas é tempo suficiente para o esquecimento das agruras e lutas contra a ditadura militar. Afinal, como está a memória sobre a ditadura hoje? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir do marco “Ditadura Militar”, três histórias serão contadas: a de Mauro Eustáquio Ferreira, militante da UED – União Estudantil de Divinópolis – que participou desde a cidade da luta contra o regime fardado; a de Geralda Maria de Castro, professora de História e diretora da escola estadual “Monsenhor Domingos”; e a de Stefanie Oliveira Barbosa, estudante do ensino médio da rede pública. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MAURO EUSTÁQUIO FERREIRA&lt;/strong&gt; vivenciou a Ditadura Militar, participando ativamente da UED em 1965, cujo objetivo era conscientizar a classe estudantil para uma visão mais crítica da situação política do país e reivindicar melhores condições de estudo. A UED, juntamente com a JEC - Juventude Estudantil Católica -, eram movimentos de forte resistência à época. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mauro Eustáquio é cético. Segundo ele, a juventude contemporânea está alheia à luta que os estudantes tiveram no decorrer da Ditadura Militar devido à má formação dos professores sobre a história recente do Brasil e pela falta de interesse dos próprios alunos que escolhem o caminho mais rápido para obter prazer: “Normalmente, o ser humano procura o mais fácil. É a famosa lei do menor esforço”, diz. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O “velho” militante não está sozinho, no entanto. Também os jovens parecem concordar com a percepção da falta de consciência histórica da juventude atual. Diz a estudante Stefanie Oliveira Barbosa, 17 anos, presidente grêmio estudantil da escola estadual Monsenhor Domingos: “Hoje em dia, os jovens não querem saber de política. Acham que isso é coisa para os mais velhos. O problema é que, para fazer parte de um grêmio estudantil, precisa entender, pelo menos um pouco, de política”. Stefanie demonstra certa nostalgia e reconhece que, mesmo sem presenciar os movimentos de 60, eles foram muito importantes para a juventude mundial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro personagem, a professora Geralda Maria de Castro, tem opinião semelhante. Ela conta que, em sua infância, seus pais não participaram de qualquer movimento de resistência à ditadura. Geralda lembra que as escolas eram muito rígidas. Havia uma disciplina chamada educação moral e cívica que pregava os “benefícios” do governo militar: “Era uma verdadeira lavagem cerebral”, comenta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os pais da hoje professora de História achavam que o regime ditatorial não os prejudicava em nada, ao contrário, acreditavam que o período foi o de maior crescimento econômico no Brasil. “Meu pai era peão de uma empresa e, como massa, aceitava a situação política do país”. Foi no início dos anos 80 que Geralda teve uma percepção mais crítica da política nacional e passou a ser militante do movimento estudantil de Divinópolis. Desde então, garante que luta por um governo mais justo para todos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Geralda lembra que muitas cidades da região centro-oeste de Minas possuíam boa resistência ao regime. No entanto, diz, nesse mesmo período, a televisão começou a se popularizar e a Rede Globo passou a ser referência para população, disseminando uma ideologia aliada ao governo militar. De fato, o projeto da Embratel e da própria Rede Globo de Televisão surgiram a partir do projeto de construção nacional feita pelos Governos da Ditadura. O Brasil inventado pela mídia nativa, pode-se dizer, é o Brasil imaginado pelos militares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E É DESSE BRASIL INVENTADO&lt;/strong&gt; pelas organizações de mídia, especialmente a Rede Globo, de que trata antigo militante e hoje pesquisador de cultura popular Mauro Eustáquio: “Os meios de comunicação também estão contaminados pela lei do menor esforço e pela mediocridade geral e naturalmente toda a população sofre as conseqüências”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também a professora Geralda desabafa e afirma que os estudantes estão voltados para superficialidade: “Hoje os alunos estão menos conscientes do que nós éramos. Por mais que exista liberdade de expressão, existe um verdadeiro massacre pelos meios de comunicação ao pensamento livre. O pensamento é conduzido e a educação ainda não foi eficaz, no sentido de abrir a mente dos alunos para um pensar reflexivo”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enganam-se, contudo, os que pensam que o recente surgimento da internet pode significar, ao menos para os nossos personagens, uma promessa de democracia. Também ela, a internet, é considerada “o mais novo veículo de massa”, e é apontada como um dos meios mais poderosos para a alienação da juventude. “Se, por um lado, favorece a pesquisa, ela ocorre em momentos específicos e em conteúdos específicos. Não existe vontade de acessar para aprender, só quando é exigido. A internet é utilizada para outros fins, como bate-papo e joguinhos. Eu não vejo que ela tenha trazido nenhum crescimento. Os nossos jovens não avançaram em nada. Hoje o trabalho do professor é muito mais gigantesco”, enfatiza a professora, com a autoridade de quem tem como função educar jovens. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESSA VISÃO UM TANTO PESSIMISTA&lt;/strong&gt; não é exclusividade dos “antigos”. A jovem – e engajada – estudante Stefanie declara que, às vezes, fica desanimada diante do acomodamento de boa parte dos jovens da sua geração. Ela acredita que são poucos os que possuem um real interesse em garantir benefícios para os estudantes. Stefanie diz que a escola também precisa valorizar mais a cultura nacional, explorar profundamente o que foi realizado no passado e estimular os alunos para o que pode ser feito no presente e futuro. E acrescenta que os materiais didáticos utilizados são defasados: “Os livros didáticos possuem um conteúdo restrito, pois atendem aos interesses da elite”, critica Stefanie. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo dado pela estudante é em relação aos negros, como Martin Luther King. São poucos os livros que retratam sua vida e alguns não falam nada sobre ele. Além disso, o material é escasso”, diz. Cabe acrescentar, apenas para reflexão: se o material para pesquisa sobre a luta dos negros americanos é raro, o que dizer das diversas lutas populares do Brasil?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesse aspecto, no entanto, professora e aluna entram em contradição. Para a professora Geralda, o conteúdo trazido pelo material didático é suficiente para aprendizagem. Ela alega que os materiais existentes não são escassos, pois o que existe não é bem utilizado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É CLARO QUE, ÀS VISÕES&lt;/strong&gt; um tanto catastróficas de nossos personagens, segue-se um olhar mais otimista. Todos acreditam que para reverter essa situação é necessário um olhar mais crítico e reflexivo da sociedade atual. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mauro Eustáquio alerta que não somente os jovens, mas toda população brasileira precisa valorizar as próprias raízes, ter autoconfiança e lutar para “uma vida mais digna para todos”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Geralda, mesmo com a fragilidade da juventude contemporânea, espera que os jovens de hoje como os jovens da década de 60 possam ser mais atuantes e reivindicar por seus direitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Stefanie dá uma dica para juventude, principalmente para os estudantes: “Os alunos precisam entender que a política, principalmente, a política para a juventude é algo super importante tanto para formação escolar e acadêmica, quanto lá fora na vida, pois tudo depende da política”. E finaliza: “O interesse pela busca de uma sociedade mais justa está agonizando, mas ainda se encontram jovens que querem fazer a diferença. Que querem mudar a rua onde mora, o bairro e até mesmo a escola. São poucos, mas ainda existem”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-8238622496339251358?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/8238622496339251358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/ditadura-do-menor-esforco-em-tres.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8238622496339251358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8238622496339251358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/ditadura-do-menor-esforco-em-tres.html' title='A DITADURA DO MENOR ESFORÇO EM TRÊS PERSPECTIVAS'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1168475775225010671</id><published>2007-10-01T15:19:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>Thau, pai</title><content type='html'>A realidade em seu drama cotidiano.&lt;br /&gt;Veja &lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=9CQno9hKJQM"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1168475775225010671?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1168475775225010671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/thau-pai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1168475775225010671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1168475775225010671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/10/thau-pai.html' title='Thau, pai'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7549394178075837758</id><published>2007-09-17T06:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>O destino do entulho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por Gustavo Melo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A grande quantidade de resíduos e entulhos que são gerados nas construções das cidades brasileiras gera um custo alto para a população que paga pelo desperdício desse material que é descartado em locais não apropriados, longe dos locais de bota-fora definido pelas cidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na maioria das vezes, o entulho é retirado da obra e levado pelas empresas de tele-caçambas, muitas delas registradas e regulamentadas pelas prefeituras, que depositam o material em terrenos baldios, margens de rios e nas ruas das periferias. O impacto desse ação é evidente.&lt;br /&gt;Nos últimos anos, em muitos países, criou-se uma prática de reutilização dos entulhos da construção civil. No Brasil, entretanto, o reaproveitamento do entulho é restrito, praticamente, à sua utilização como material para aterro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No município de Divinópolis a situação é semelhante à realidade das demais cidades brasileiras. Nas duas últimas gestões, os resíduos que sobravam das construções civis eram levados para o lixão - hoje, aterro controlado do município. Há a cerca de um ano e meio todo o entulho produzido no município foi remanejado para os locais de bota-fora pré-determinados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria, responsável por articular a nova conduta, começou a mapear as áreas degradadas do município. Ao mesmo tempo convocou também todas as empresas de tele caçambas e tele-entulhos da cidade. Juntos firmaram acordos de trabalho.A partir dessa parceria, toda a movimentação de terra, bem como a movimentação do entulho da construção civil do município deverá ser enviado para as áreas degradadas (as voçorocas). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Custos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Concreto, estuque, telhas, metais, madeira, gesso, aglomerados, pedras, carpetes, além do asfalto não aproveitados nas obras podem ser reciclados. Esta reciclagem pode tornar o custo de uma obra mais baixo e diminuir também o custo de sua disposição. Divinópolis, no entanto, não possui ainda uma usina de reciclagem para este tipo de material. Até existe um projeto das empresas de tele-caçamba para a construção da usina, porém, segundo o secretário de meio ambiente Humberto Pozzoline, é inviável ao município, porque essas empresas privadas solicitam que o município compre 95% de todo o material reciclado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;”O município não tem condições de arcar com esse custo”, alega Pozzolini. Para enfrentar o problema, o governo de Divinópolis e a Secretaria de Meio Ambiente fizeram a opção de trabalhar nas áreas degradas da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de causar tantos problemas, o entulho deve ser visto como fonte de matérias de grande utilidade para a construção civil. É possível produzir agregados - areia, brita e bica corrida para uso em pavimentação, contenção de encostas, canalização de córregos, e uso em argamassas e concreto. Da mesma maneira, podem ser fabricados componentes de construção - blocos, briquetes, tubos para drenagem, placas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para resolver o problema do entulho é preciso organizar um sistema de coleta eficiente, o que minimizaria o problema da deposição clandestina. É necessário estimular a ação, facilitando o acesso a locais de deposição regular estabelecidos pela prefeitura. A partir de uma coleta eficaz é possível introduzir práticas de reciclagem para o reaproveitamento do entulho Humberto Pozzoline diz que a administração atual está na fase final de implantação do Centro de tratamento de resíduos regional (CTTR). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o secretário, o município já tem algumas áreas pré-definidas. O projeto visa a todo o tratamento de resíduos sejam eles industriais,de saúde e orgânicos e que o projeto já está no gabinete do executivo na cidade para a apreciação do prefeito Demetrius Pereira, mas o secretário não precisou a data quando será possível implementar o projeto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7549394178075837758?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7549394178075837758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/o-destino-do-entulho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7549394178075837758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7549394178075837758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/o-destino-do-entulho.html' title='O destino do entulho'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-1761457429184164550</id><published>2007-09-17T06:50:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>Divinópolis: a busca pelo desenvolvimento até as últimas conseqüências</title><content type='html'>Por Gracielle Castro e Wellington Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos anos houve um significativo aumento de pessoas que saíram das zonas rurais e se mudaram para as cidades. O fenômeno do êxodo rural se tornou uma realidade na sociedade atual. Segundo dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), todos os anos 500 mil pessoas saem dos campos e chegam às cidades. Nos anos 70 a população rural correspondia a 44% da população total do Brasil; hoje esse número é de pouco mais de 20%. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Divinópolis não é diferente. A crença em uma vida melhor na cidade faz com que as pessoas deixem a vida rural e tentem se fixar no meio urbano sem o mínimo de planejamento. O resultado é o não cumprimento da promessa de melhora de vida – ao contrário, a degradação ao meio ambiente (incluído aí as próprias condições humanas) e o inchaço das periferias torna a vida das pessoas muito pior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O crescimento desordenado da cidade de Divinópolis é uma realidade que preocupa os profissionais da área de engenharia. A engenheira civil Emiliana Maquiaveli Cardoso, coordenadora do curso de engenharia da FUNEDI-UEMG, afirma que o crescimento desordenado acontece principalmente quando não há fiscalização. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A engenheira explica que, para se realizar uma construção, é necessária a extração de matéria-prima, o consumo de recursos naturais e consequentemente a forma como os resíduos são depositados no meio ambiente causam danos ao meio ambiente. Daí a importância da fiscalização, do cumprimento das leis ambientais e o planejamento urbano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Emiliana Maquiaveli, cada cidade que comporta um número acima de 20 mil habitantes deve ter um plano diretor. Em Divinópolis isso já aconteceu. “O Plano Diretor tem o papel de fiscalizar as obras, definir como a cidade deve crescer, para que lado, onde pode ou não haver construções visando sempre ao bem estar e segurança dos moradores e o mínimo de impacto ao meio ambiente”, completa a engenheira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Divinópolis o que se percebe é que essa preocupação chegou tarde. A cidade cresceu muito em poucos anos e ainda não havia uma preocupação com o meio ambiente de forma ativa. A cidade invadiu os espaços inadequados, como áreas que deveriam ser preservadas e ainda há o agravante das construções clandestinas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muito além de um plano&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maria Antonieta Teixeira, socióloga e coordenadora de planos diretores de várias cidades da região, realizados por uma equipe multidisciplinar da Funedi/UEMG, diz que o problema não se limita à falta de fiscalização. O que vem à tona é um problema cultural desde a formação da cidade, quando se expandiu a economia industrial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Antonieta, o crescimento da cidade, de forma desorganizada, é decorrente do crescimento industrial acelerado. “O investimento industrial cresceu e modificou a parte econômica e isso promove o crescimento desorganizado da cidade, uma vez que o processo de urbanização fica muito em função da questão industrial”, reflete a socióloga, apontando para a ausência do elemento humano: quando uma sociedade privilegia o econômico em prejuízo do humano, o resultado é mais cedo ou mais tarde negativo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fiscalizar é fácil, difícil é modificar a cultura de uma sociedade – e de suas lideranças políticas e econômicas. Está arraigada no imaginário das lideranças – e consequentemente da população - divinopolitanas a cultura do individualismo, da propriedade privada, do desenvolvimento industrial. A idéia de que a cidade deve ser cercada por prédios e indústrias e ter “cara” de cidade grande para ser considerada “cidade desenvolvida” é muito forte na vida dos cidadãos da Princesinha do Oeste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Célia Pedrosa, também participante do grupo de Planos Diretores da Funedi/UEMG, diz que um planejamento urbano, ainda que tenha sido elaborado de forma democrática, não tem sua implementação garantida apenas por força da Lei. Torna-se necessária a formação de hábitos e costumes por parte dos gestores e da população, buscando concretizar o que foi proposto. “A educação tem o papel de promover a cidadania ativa, colaborando para a mudança de comportamentos individuais com impactos positivos no bem-estar da coletividade”, afirma Célia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para a socióloga, uma política ambiental somente será eficaz através da educação ambiental, da mesma forma que a preservação do patrimônio cultural ocorre, também, mediante a conscientização dos moradores. E completa “Evidentemente, que este trabalho não ocorre de forma isolada, mas, deve fazer parte de uma agenda política que tenha como objetivo o planejamento e a gestão democrática de uma cidade com justiça social”, finaliza a socióloga.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como tirar da cabeça de alguém que ele não pode fazer sua casa naquele lote, porque vai causar males ao meio ambiente? Como convencê-lo a pensar no bem comum, na cidade como um todo, como um lugar de trânsito de pessoas, de vida em comunidade? A culpa não é do povo e não é da fiscalização. A verdade é que é absolutamente normal para cada cidadão que ele possa construir sua casa onde quiser. Pensar em meio ambiente, no bem estar social, na vida? Para quê? Muito além do Plano Diretor, responder essas questões significa uma sociedade e uma cidade que não sejam um amontoado de gente, mas verdadeiramente humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-1761457429184164550?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/1761457429184164550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/divinopolis-busca-pelo-desenvolvimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1761457429184164550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/1761457429184164550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/divinopolis-busca-pelo-desenvolvimento.html' title='Divinópolis: a busca pelo desenvolvimento até as últimas conseqüências'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4582166230214961704</id><published>2007-09-17T06:06:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>O Velho Mercado Novo</title><content type='html'>Por Tércia Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aumenta a expectativa dos comerciantes do Mercado Municipal com as obras da reforma em andamento. No sábado, 15 de setembro, foram&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRbZYyIgoI/AAAAAAAAADU/3zjrvxmhHq4/s1600-h/DSCN0002.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRbZYyIgoI/AAAAAAAAADU/3zjrvxmhHq4/s320/DSCN0002.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112811968679936642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; inauguradas três lojas com exposição de artesanatos e artes plásticas de artistas locais, o que marcou o início das obras do projeto de revitalização do mercado municipal. A exposição teve inicio às 15h e o evento contou também com apresentação musical durante toda a tarde, atraindo movimento para o mercado até às 19h. A exposição continuou no domingo, 16, das seis da manhã ao meio dia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Mercado Municipal estava praticamente esquecido e o projeto de revitalização partiu da iniciativa privada de um grupo de empresários – batizado com o nome de Confraria do Gravatá. O grupo é coordenado pelo jornalista Itamar de Oliveira, que apresenta propostas e viabiliza recursos para a execução do projeto. Inaugurado no fim dos anos cinqüenta, o Mercado &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRbwIyIgpI/AAAAAAAAADc/kIt2k_cbJRo/s1600-h/DSCN0012.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 192px; height: 149px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRbwIyIgpI/AAAAAAAAADc/kIt2k_cbJRo/s320/DSCN0012.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112812359521960594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Municipal é um dos prédios mais antigos de Divinópolis e, até o momento, não havia passado por nenhuma reforma. Com comércio bem variado, o mercado conta com lojas que vão do açougue a lojas de roupas, passando por sapataria, barbearia, pastelaria, queijaria e outros. Suas instalações, no entanto, estão com aspecto de abandono – um dos fatores que contribuiu para a queda do comércio no local. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora haja um condomínio para manutenção do prédio, é necessária uma injeção de investimentos para ampliação e restauração do espaço. Essa reforma propõe a criação de uma praça de alimentação, com apresentações artísticas e culturais, além da criação, no segundo pavimento, de um espaço para exposições.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Zé do Dedé&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cenário de personagens marcantes – não por serem excêntricos, muito antes pelo contrário -, o &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRcpYyIgrI/AAAAAAAAADs/Q9zgCFW1nUU/s1600-h/DSCN00231.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 283px; height: 212px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRcpYyIgrI/AAAAAAAAADs/Q9zgCFW1nUU/s320/DSCN00231.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112813343069471410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mercado é um verdadeiro celeiro de histórias. Como a de Zé do Dedé – como insiste em ser chamado – por exemplo. A loja do Zé do Dedé é uma das mais antigas do mercado. Inaugurada em 1962 como varejão de frutas e verduras, atualmente é um empório onde são vendidas mercadorias dos mais diversos tipos. Zé do Dedé está ansioso com a reforma: “Eu acho que com essa reforma o movimento vai melhorar muito, vai ser muito bom para todos os comerciantes daqui do mercado”, diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O comerciante Adisson Tavares também demonstrou entusiasmo com o seu novo comércio, o Botiquim do Joe, que está instalado no local onde será construída a praça de alimentação. O bar, em estilo rústico, é decorado com mobiliário antigo, o que dá um aspecto aconchegante e alternativo ao estabelecimento. ”O movimento aqui está muito bom. Está melhor do que &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRdGYyIgsI/AAAAAAAAAD0/SKalaLMsaLY/s1600-h/DSCN00061.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 205px; height: 274px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRdGYyIgsI/AAAAAAAAAD0/SKalaLMsaLY/s320/DSCN00061.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112813841285677762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;quando eu tinha o bar no centro da cidade. Esse lugar aqui vai ser mais uma opção legal para o pessoal vir ouvir música e passar o dia”, festeja Adisson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comerciante Adriana Guimarães, proprietária de uma loja de artesanatos, também diz estar muito contente com a reforma, pois, segundo ela, irá valorizar e atrair mais pessoas para o local. Todos os comerciantes estão entusiasmados com a reforma, mas há uma preocupação, que o projeto não descaracterize a arquitetura original do prédio. Uma preocupação que procede: são muitas vidas e histórias que habitam o Mercado Municipal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4582166230214961704?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4582166230214961704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/o-velho-mercado-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4582166230214961704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4582166230214961704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/o-velho-mercado-novo.html' title='O Velho Mercado Novo'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RvRbZYyIgoI/AAAAAAAAADU/3zjrvxmhHq4/s72-c/DSCN0002.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-453479403554109806</id><published>2007-09-17T05:57:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>A fé dos Homens</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Por Kennedy Dias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Há 52 anos a cidade de Itaúna passava por um dilema cristão. Três meninos disseram ter visto a imagem de Nossa Senhora em uma gruta perto do bairro de Lourdes. A história local oficial (documentos de tombamento da secretaria da cultura e do patrimônio histórico cultural da cidade) conta que, logo após os garotos terem revelado para sua família e está ter espalhado a notícia, começou uma explosão de fé, em que as pessoas rapidamente se reuniram em torno da gruta para orar. Mas nem todos naquela época acreditaram no fato, pelo contrário, não queriam nem saber, para eles era uma grande invenção desses garotos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;br /&gt;Sr.Ovídio, mais conhecido como Ovídio da Farmácia, era uma dessas pessoas que não deram crédito as aparições e durante alguns meses nem mesmo a curiosidade de ir ao local onde supostamente a santa de Itaúna tinha aparecido. Até que um dia, no mesmo ano quem que ocorreram as visões, o dono da farmácia resolve fazer uma vista à gruta tão falada na época, mas como várias pessoas já estavam voltando ele resolveu não chegar até o fim de sua estrada, como conta os documentos de tombamento histórico cultural do local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesses mesmos documentos estão os relatos desse homem que viria a ser o personagem principal dessa tão pouco divulgada história católica. Tão pouco divulgada que o bispo da região, Dom José Belvino, prefere que as pessoas descubram por si só Nossa Senhora de Itaúna, posição estranha se levarmos em consideração a história das aparições marianas. Tirando o fato de que a diocese do Centro-Oeste não quer a divulgação da santa, o bispo ainda disse que foi o Sr. Ovídio que viu a imagem pela primeira vez contrapondo a versão das autoridades – inclusive eclesiáticas - da época, pois o documento foi redigido no dia primeiro de maio de 1990, dia do trabalho, fato que também deveria ser santificado e dado com milagre mariano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fora esses trâmites entre a igreja e as autoridades sociais culturais, o fato é que Sr.Ovídio voltou à gruta naquele mesmo ano e dessa vez chegou até o fim. Muito religioso, pediu para que, se o fato narrado fosse verdadeiro, ele tivesse também a visão. Mas para sua surpresa não só teve a visão, como a santa, segundo seus relatos, lhe revelou dois segredos. Um deles, o mais comum, prega contra o paganismo e pede ajuda pela salvação de todos; já o outro é bem mais catastrófico e por esse mesmo motivo não é aceito nem comentado pela igreja. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo com todas essas contradições e segredos registra-se que todas as quartas na gruta da santa se reúnem mais de mil homens para orar pela Nossa Senhora. Segundo Dom José o numero de homens já chegou a 1300 em um só dia (registre-se: Itaúna é uma cidade com cerca de 80 mil habitantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Considerando que há uma correspondência entre os números do IBGE para o Brasil, o número de homens adultos na cidade é de cerca de 25 mil pessoas). Uma verdadeira romaria diária - e isso é bom para que eles fiquem em paz com Deus e com suas famílias. Ou seja, com divulgação ou não, o importante é evangelizar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-453479403554109806?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/453479403554109806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/fe-dos-homens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/453479403554109806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/453479403554109806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/09/fe-dos-homens.html' title='A fé dos Homens'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7459944650653712548</id><published>2007-08-27T05:24:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>Profilaxia para um sistema doente</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Poucos são os que parecem de fato querer discutir a crise do sistema de saúde &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;brasileiro como um problema de foco na doença e não na promoção da saúde&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Gustavo Melo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A saúde pública em Divinópolis, assim como em todo o Brasil, reflete a falta de aparelhamento dos hospitais, faltas de vagas, funcionários mal remunerados, médicos insatisfeitos com seus salários e a ineficácia de um sistema de saúde que precisa ser reformulado no país.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A saúde na cidade pede socorro, com uma redução de cerca de 50% dos leitos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Pacientes esperam meses por um atendimento gratuito. As vagas que anteriormente eram controladas pelos hospitais e a secretaria municipal de saúde (Semusa) estão sob a responsabilidade do Estado desde maio deste ano. O secretário municipal de saúde Vanir Andrade diz que hospitais privados têm deixado de atender pelo SUS alegando baixa remuneração paga pelo sistema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma saída para quem não quer ficar na dependência do SUS é pagar por um plano de saúde privado. Para quem não tem dinheiro, a saída é mesmo esperar meses para conseguir uma consulta. Para tentar driblar a crise dos hospitais, uma das alternativas são os trabalhos de promoção de saúde que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas percebendo os determinantes sociais e não apenas a cura de doença.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A promoção de saúde, segundo a Professora de enfermagem e Fisioterapia Fernanda Rocha, da Funedi/UEMG, não é um assunto novo e inovador e sua proposta não é solucionar o problema da crise dos hospitais públicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com a professora Fernanda Rocha, a primeira discussão sobre o tema aconteceu no Canadá, num fórum de saúde. No Brasil, a promoção de saúde chegou por meio da elaboração de um plano nacional de promoção de saúde que foi implementado em 2005. A professora lembra que um plano de promoção de saúde deve focar na qualidade de vida - ou seja, na redução da vulnerabilidade e riscos a saúde, relacionados a seus determinantes e condicionantes: modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura e acesso a bens e serviços essenciais. Trata-se portanto de mudar o foco: ao invés do doente, o cidadão, justamente para que ele não necessite ser atendido em hospitais e centros de saúde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Limitações&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-comment-reference: A_1; mso-comment-date: 20070827T0906"&gt;Fernanda&lt;/a&gt; Rocha vê um grande problema para implementação dessa proposta no país, que já se acostumou com um modelo secular, conhecido pela população que se automedica, um regime propagado pelos médicos e profissionais de saúde, comercializado pelas indústrias: o modelo curativo, que vem reforçado pelo poder econômico, pela indústria hospitalar - que favorece muito o modelo curativo – e pela indústria farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A discussão sobre promoção de saúde para a profissional de saúde deve vir acompanhada da pergunta sobre o que é saúde para as pessoas. A saúde, de acordo com Rocha, especialista em saúde coletiva, não passa somente pelo biológico. “Se a pessoa não tem lazer, não tem trabalho, mora em condições ruins, o local não tem saneamento, se a pessoa vive sob a questão da violência, tudo isso somado gera um adoecimento e uma má qualidade de vida”, diz a professora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar de promoção de saúde para Fernanda Rocha não é falar somente da secretaria de saúde. “Pensar a saúde em sua integralidade significa uma ação conjunta com a secretaria de meio ambiente, com a secretaria de educação, com as ações de lazer, obras públicas, saneamento, asfalto, esgoto, tratamento de água”, raciocina a professora. Rocha sugere uma mudança do termo para promoção de vida, ao invés de promoção de saúde, “porque vida todo mundo tem que cuidar”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Funedi/UEMG, os trabalhos de promoção de saúde e saúde coletiva são desenvolvidos pelos alunos dos cursos de &lt;a style="mso-comment-reference: A_4; mso-comment-date: 20070827T0906"&gt;Fisioterapia, Enfermagem, Psicologia e Serviço Social&lt;/a&gt; na UNIR, uma unidade de reabilitação do hospital São João de Deus, em Divinópolis, no qual os estagiários dos últimos períodos dos cursos da área de saúde trabalham corpo a corpo com uma equipe já está instalada no modelo de promoção de saúde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A universidade, juntamente com o UNIR, tem proposto seminários de discussão que acontecem permanentemente. O próximo irá acontecer no dia 30 deste mês e irá abordar o tema visando à transdisciplinaridade. Além disso, é feito um trabalho educativo sistemático junto à população, chamado de “trabalho de sala de espera.” Toda semana, uma equipe transdisciplinar debate com os pacientes uma temática, escolhida pelos próprios usuários. O olhar é sempre complexo e mais do que apontar as soluções alopáticas – a forma como vem sendo tratada a saúde no país -, assuntos como diabetes, hipertensão entre outros são motivo para discutir a cidadania brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7459944650653712548?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7459944650653712548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/profilaxia-para-um-sistema-doente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7459944650653712548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7459944650653712548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/profilaxia-para-um-sistema-doente.html' title='Profilaxia para um sistema doente'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-6215639205309302079</id><published>2007-08-27T05:18:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.559-07:00</updated><title type='text'>Flor no asfalto</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Economia Solidária busca novas alternativaspara &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;o lucro sustentável e economia consciente&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Gracielle Castro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um sistema em que cada dia mais as pessoas buscam o lucro, o acúmulo de riquezas e pensam apenas em si mesmas, falar em Economia Solidária, lucro sustentável e consumidor consciente parece utopia. Mas para algumas pessoas, como pequenos produtores e pessoas de baixa renda, essa medida está oferecendo uma nova alternativa de sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia solidária pode ser entendida como ações que se resumem na preocupação com questões econômicas de produção, consumo e comercialização, além da busca por alternativas a partir de uma perspectiva solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de pensar a economia de modo a viabilizar pequenos e micro produtores para que possam vender seus produtos e, assim, competir com os grandes produtores. Esses produtos são vendidos a custo baixo e dessa forma famílias com pouco poder aquisitivo têm a oportunidade de adquirir tais produtos e, consequentemente, ter mais qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Divinópolis, a Economia Solidária acontece, por exemplo, por meio do micro-crédito, instituições que possibilitam crédito a cooperativas a fim de favorecer seu crescimento. Outra medida é a implantação da comida popular, uma iniciativa da Prefeitura que trabalha com pequenos produtores da região, além de outras alternativas como associações e cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Experiência A Associação de Artistas e Artesãos de Divinópolis e a Associação dos Catadores de Lixo de Divinópolis (ASCADI) são duas dessas iniciativas, que organiza os trabalhadores em grupos, oferecendo a eles uma base, uma estrutura organizacional e, a partir daí, seus produtos são vendidos à população com custos menores, favorecendo o consumo consciente, o lucro sustentável e uma melhor distribuição de renda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A FUNEDI/UEMG oferece cursos de capacitação na área de empreendimento econômico solidário, além de consultorias, e dá assistência a cooperativas de vários municípios da região. Através desse apoio a FUNEDI acredita na proposta de implementação de um sistema de segurança alimentar que favoreça pequenos produtores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Socióloga Sandra Guimarães, técnica do Departamento de Extensão da FUNEDI/UEMG, afirma que “a economia hoje não é apenas neoliberal. Com a união e organização dos pequenos produtores, é possível se fazer economia com consciência e assim distribuir melhor a renda e melhorar a qualidade de vida da população.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No sistema capitalista, as grandes corporações e empresas mundialmente conhecidas e com grande poder aquisitivo “atropelam” os pequenos produtores, as micro empresas ou os artesãos. A sociedade se vê refém de um sistema que esmaga os pequenos e dita regras através de uma hegemonia. Com a economia solidária esses pequenos produtores se unem, organizam e estruturam um esquema de cooperativismo, em que ao invés de “brigar” pelo espaço mercadológico, eles se ajudam mutuamente e oferecem uma nova alternativa de consumo, de forma consciente e com distribuição de renda mais justa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Economia Solidária: não é uma rima, mas pode ser uma solução.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-6215639205309302079?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/6215639205309302079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/flor-no-asfalto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6215639205309302079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/6215639205309302079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/flor-no-asfalto.html' title='Flor no asfalto'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-748576064716410344</id><published>2007-08-22T12:24:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.560-07:00</updated><title type='text'>PLACAS DO NOÇO BRASIL</title><content type='html'>Vejam abaixo alguns exemplos da imaginação do povo paisão besta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles vieram do sítio &lt;a href="http://www.placasridiculas.com.br/"&gt;Placas Ridículas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyOU0gi9vI/AAAAAAAAABU/471P12h1JbM/s1600-h/placas16.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101608966247610098" style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyOU0gi9vI/AAAAAAAAABU/471P12h1JbM/s400/placas16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyOmUgi9xI/AAAAAAAAABk/u6KC00n8iUA/s1600-h/placas17.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101609266895320850" style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyOmUgi9xI/AAAAAAAAABk/u6KC00n8iUA/s400/placas17.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyPskgi92I/AAAAAAAAACM/79GjkPxtsV8/s1600-h/Placa001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101610473781131106" style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyPskgi92I/AAAAAAAAACM/79GjkPxtsV8/s400/Placa001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyO5kgi9yI/AAAAAAAAABs/ufpMfMNhSfE/s1600-h/placas04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101609597607802658" style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyO5kgi9yI/AAAAAAAAABs/ufpMfMNhSfE/s400/placas04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyQWUgi95I/AAAAAAAAACk/uW0VKfJl9uA/s1600-h/placas11.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101611191040669586" style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyQWUgi95I/AAAAAAAAACk/uW0VKfJl9uA/s400/placas11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-748576064716410344?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/748576064716410344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/placas-do-noco-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/748576064716410344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/748576064716410344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/placas-do-noco-brasil.html' title='PLACAS DO NOÇO BRASIL'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsyOU0gi9vI/AAAAAAAAABU/471P12h1JbM/s72-c/placas16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-5658683664200601186</id><published>2007-08-20T06:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.560-07:00</updated><title type='text'>As sacolas, o consumo e o meio ambiente</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center;font-family:times new roman;" align="center" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sacos e sacolas na lixeira do passeio &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;são &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;o &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;grande &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;problema da lógica atual do consumo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;por Isabella Santos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:100%;" &gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0); LINE-HEIGHT: 150%"&gt;Atualmente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0); LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;a language="JavaScript" class="msocomanchor" id="_anchor_1" onmouseover="msoCommentShow('_anchor_1','_com_1')" onmouseout="msoCommentHide('_com_1')" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=397500982338183172&amp;postID=914748365192259795#_msocom_1" name="_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; tudo que envolve o homem envolve consumo, e o consumo exacerbado gera lixo nas grandes e pequenas cidades em todo o Brasil. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Diariamente, são produzidas 149 mil toneladas de lixo, de acordo com dados do IBGE. Um dos problemas mais graves é que a maioria desse lixo vai parar em lixões não adequados para o despejo de residuos. Cerca de 63% das cidades do país despejam seus lixos a céu aberto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Grande parte da população acredita que se livrar do lixo e limpar sua casa já resolve uma parcela da sujeira. Mas não percerbem que aqueles montes de sacos e sacolas que estão na lixeira do passeio, à espera do caminhão para transportá-lo ao lixão, são um (senão o) grande problema desse consumo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Vamos pensar: você vai à padaria, compra três pãezinhos, que são embrulhadinhos num saquinho bonitinho escrito “Bom apetite”. Mas comer o pãozinho seco não pode, aí então você compra o leitinho (de saquinho, lógico), mesmo porque as caixinhas &lt;i&gt;Tetra Pak&lt;/i&gt; não são biodegradáveis. Então, de todo jeito ou saquinho ou caixinha causarão algum dano ao meio ambiente. Além disso, quando vai passar no caixa, além dos dois saquinhos que já estão nas suas mãos, você ganha mais dois: um para o leite e outro para o pão. Ao todo, em dez minutos, você recebeu quatro saquinhos plásticos diferentes. E qual será o destino destes sacos? O lixo. E onde vai parar todo o lixo? Nos lixões a céu aberto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Este exemplo da padaria é o mais corriqueiro e acontece todos os dias. No supermercado, o índice de distribuição de sacolas plásticas é bem maior, pois a quantidade consumida é superior. Em Divinópolis, são descartadas cerca de 60 mil sacolas diariamante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Uma das formas de evitar a poluição pelos sacos utilizados atualmente é a mudança para sacolas e saquinhos biodegradáveis, como já contece no estado do Paraná, onde são produzidas 20mil toneladas de resídusos e cerca de 160 milhões de sacolas plásticas por mês, de acordo com a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Uma das alternativas encontradas para reduzir esse lixo é a distribuição gratuita de sacolas oxi-biodegradáveis, que se decompõem em contato com o ar, o calor e a umidade, num prazo de 18 meses. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Em Minas, as discussões que envolvem a utilização de tais embalagens ambientalmente corretas começam a ganhar força. No último dia 10 de agosto, o&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) iniciou uma série denominada “Diálogos – Sustentabilidade e Resíduos”, com palestras e debates sobre a destinação final das caixas longa vida (as Tetra Pak, citadas no exemplo da padaria), que são feitas com 75% de papel cartão, 20% de plástico polietileno e 5% de alumínio. Por não serem biodegradáveis, as caixas longa vida tornaram-se motivo de preocupação entre os ambientalistas, pelo volume acumulado e pela dificuldade de reciclagem desta embalagem. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Em Divinópolis a ASCADI é a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis, atualmente com mais de 30 associados, que saem às ruas da cidade recolhendo papéis e plásticos. São cerca de 10 toneladas por semana e 48 mil quilos por mês de materiais reutilizáveis. Além de recolher os materiais no centro da cidade, a associação faz coleta seletiva em cerca de 20 bairros de Divinópolis, e a população já começa a se acostumar. “A maioria dos moradores já deixam o lixo separado, isso facilita muito o nosso trabalho”, explica Paulo Tadeu da Silva, presidente da Associação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;a&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Opinião&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0); LINE-HEIGHT: 150%"&gt;por Kennedy Dias&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 30.9pt; LINE-HEIGHT: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: rgb(0,0,0); LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;em&gt;É fácil mudar e não produzir toneladas e toneladas de lixo, é só diminuir o desperdício e para diminuir o desperdício é necessário consumir menos. Consumir é importante, mas consumir só o que precisar. Se o consumidor ao comprar pão exigir que ele seja embrulhado em papel e usar somente uma sacola, já diminuirá bastante os resíduos que posteriormente serão depositados e jogados diretamente no meio ambiente, provocando danos quase irreversíveis.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; Trata-se daquela lógica quase simplista, contida na fábula do leão e do beija-flor: tentando apagar um imenso incêncio na floresta, o beija-flor carregava água do rio em seu pequeno bico. Ao que o leão, sarcástico, arguiu: de nada adiantaria. A resposta do beija-flor foi imediata: "Eu sei que não! Mas estou tentando fazer a parte que me cabe."&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;hr class="msocomoff" style="HEIGHT: 3px" align="left" width="33%" size="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-5658683664200601186?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/5658683664200601186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/as-sacolas-o-consumo-e-o-meio-ambiente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5658683664200601186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5658683664200601186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/as-sacolas-o-consumo-e-o-meio-ambiente.html' title='As sacolas, o consumo e o meio ambiente'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4219437888999466154</id><published>2007-08-20T05:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.560-07:00</updated><title type='text'>Divinópolis em Ciclo</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;por Gustavo Melo &lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justifyfont-family:times new roman;" align="justify" &gt;A exposição “Divinópolis em Ciclos” começa no dia 24 de agosto na biblioteca da Universidade do Estado de Minas Gerais, Fundação Educacional de Divinópolis (Funedi/UEMG) &lt;span style="color:black;"&gt;Prof. Nicolaas Gerardus Plasschaert&lt;/span&gt; e termina no dia 10 de setembro para a população de Divinópolis. A mostra é organizada pelo Arquivo Público em parceria com o curso de História da Funedi. &lt;span class="msoIns"&gt;&lt;ins cite="mailto:." datetime="2007-08-14T10:23"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justifyfont-family:times new roman;" align="justify" &gt;A exposição reúne cerca de 103 fotografias do APM que retratam os ciclos de desenvolvimento de Divinópolis. Segundo o gerente do Arquivo Público Municipal Marcus Crispim a mostra tem o objetivo de referir a história de Divinópolis, com fotografias, a partir dos chamados cinco ciclos de desenvolvimento. A mostra fotográfica pode ser visitada pela população de Divinópolis de 7h às 22h na Biblioteca &lt;span style="color:black;"&gt;Prof. Nicolaas Gerardus Plasschaert &lt;/span&gt;que fica na avenida Paraná 3001 Bloco A no jardim Belvedere Campus de Divinópolis. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify" face="times new roman"&gt;O primeiro ciclo começa com a chegada da ferrovia, na cidade que foi o marco para inicio do desenvolvimento de Divinópolis e região Centro Oeste. O segundo ciclo é o da siderurgia, que é um dos principais pilares da economia divinopolitana&lt;span class="msoIns"&gt;&lt;ins cite="mailto:." datetime="2007-08-14T10:25"&gt;,&lt;/ins&gt;&lt;/span&gt; com a exportação do ferro gusa. O terceiro ciclo refere-se ao período de crescimento da construção civil &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em Divinópolis. O"&gt;em Divinópolis. O&lt;/st1:personname&gt; quarto ciclo é o da confecção que possibilitou a cidade ser conhecida como pólo da moda e vestuário e, finalmente, fechando a mostra, o quinto ciclo, o qual o organizador denomina de universidades o ciclo desenvolvimentista do conhecimento, com a chegada de universidades e a instalação do primeiro instituto de educação e ensino superior na cidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justifyfont-family:times new roman;" &gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Opinião&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" face="times new roman"&gt;por Kennedy Dias&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: right" face="times new roman"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;em&gt;Nem tudo ocorreu de maneira cíclica como nos retrata a exposição. A história do desenvolvimento da cidade foi montada pelo forte idealismo político de seus coronéis que vieram embalados pela força do positivismo no Brasil com a chegada república. Nem sempre em Divinópolis prevaleceu a liberdade de expressão popular, mas sim há de alguns mandatários do governo municipal que estabeleciam sua vontade através do regimento da cidade em uma alusão a Divinópolis moderna a então encantada, e por si mesmo nomeada, princesa do oeste. E ainda há vestigios desse coronelismo que está enraizado na cultura divinopolitana. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4219437888999466154?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4219437888999466154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/divinopolis-em-ciclo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4219437888999466154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4219437888999466154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/divinopolis-em-ciclo.html' title='Divinópolis em Ciclo'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-411280554183680897</id><published>2007-08-20T04:44:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.560-07:00</updated><title type='text'>Respeito às diferenças</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: times new roman"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;"Conviver com as diferenças é um dos caminhos para o bem estar social". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;Edilene Braga&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: times new roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Luana Amaral&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O preconceito é um dos principais males de nossa sociedade. Ser diferente significa estar à margem das grandes possibilidades? Talvez ainda sim, mas o abismo entre as diferenças tende a diminuir e um dos caminhos a ser seguido é a educação. “A inclusão depende de cada um”, diz Edilene Braga, diretora da escola AAVIDA - Assistência Áudio-visual para Deficiente Auditivo -, referindo-se a alguns pais que possuem resistência em utilizar a língua de sinais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Edilene Braga afirma que a inclusão começa no convívio familiar. Segundo ela, geralmente os pais não aceitam a deficiência de seus filhos e ignoram suas limitações. “Muitas mães ainda consideram desnecessária a utilização da libras. Isso prejudica o aprendizado das crianças,” revela. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A educação inclusiva não é apenas uma forma de inserir pessoas com necessidades especiais nas escolas - ela vai muito além disso: incluir é respeitar as diferenças, as limitações, a identidade do indivíduo. “A inclusão só existe, quando há o respeito ao negro, ao homossexual e aos deficientes”, diz Edilene.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Hoje, a escola AAVIDA, localizada no bairro Alvorada, tem cerca de 70 alunos que cursam o ensino fundamental. Após o término desse ciclo, os adolescentes são encaminhados para o ensino médio em escolas regulares. “Nossa escola tem uma parceria com o colégio Dona Antônia Valadares, nossos alunos estão sendo muito bem recebidos”, afirma Edilene. Algumas escolas da rede pública da cidade já possuem intérpretes nas salas de aulas, o que facilita a compreensão dos conteúdos desenvolvidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após a aprovação da Resolução n° 716 de 11/11//05 da Secretaria do Estado em Educação de Minas Gerais, que prevê a capacitação de professores da rede estadual de ensino na comunicação de alunos portadores de necessidades especiais, a procura por cursos em educação inclusiva teve um aumento considerável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cursos de Educação inclusiva são oferecidos pelo Departamento de Extensão da FUNEDI/UEMG. O módulo iniciado no último dia 11 obteve boa adesão - cerca de 30 professores participaram do curso em Divinópolis e 43 na cidade de Itaúna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O preconceito ainda é forte, mas conviver com as diferenças é um dos caminhos para o bem estar social, como alerta Edilene Braga: “A situação chegou a tal ponto que, respeitando já está difícil, imagine se não respeitássemos”, finaliza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-411280554183680897?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/411280554183680897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/respeito-as-diferencas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/411280554183680897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/411280554183680897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/respeito-as-diferencas.html' title='Respeito às diferenças'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-5611071570420216823</id><published>2007-08-14T15:49:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.560-07:00</updated><title type='text'>TV Brasil</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Gabriel Priolli, presidente da ABTU - Associação Brasileira de TV's Universitárias -, faz uma reflexão sobre o processo de criação da "TV Pública". Ainda é pouco - ainda não atinge o cerne da questão - a real demcratização dos meios de comunicação no Brasil -, mas vale a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Gabriel Priolli &lt;div class="small"&gt;Por Gabriel Priolli &lt;/div&gt;&lt;span class="suma_intro"&gt;A nova rede se enreda &lt;h1 class="texto_padrao"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="suma_corpo"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="chamadaverde_maior_corpotexto"&gt;A nova rede se enreda &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong class="texto_padrao"&gt;Uma teia de equívocos compromete a TV pública&lt;br /&gt;que o Governo Federal organiza&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O processo de construção da nova rede pública de televisão – batizada TV Lula pelos adversários e auto-designada, provisoriamente ou não, de TV Brasil – vai se convertendo em mais um exemplo cristalino de que as boas intenções nem sempre conduzem a bons resultados. Apoiado por todos os segmentos da TV pública e por setores importantes da sociedade, em particular os que lutam pela democratização da mídia, o projeto saiu bastante fortalecido do Fórum Nacional de TVs Públicas, o grande evento de reorganização desse campo, que ocorreu em maio, em Brasília. Era tido como a ponta de lança de uma nova estrutura para toda a televisão de utilidade pública no país. Três meses depois, entretanto, os erros de condução no processo estão erodindo a base de apoio da nova rede e podem comprometer a sua viabilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na “Carta de Brasília” resultante daquele Forum, documento que consolidou os princípios, finalidades e demandas da televisão pública brasileira, o que se propunha era uma ampla reformulação de todos os setores da TV não-comercial, tendo por eixos a introdução da TV digital, novo sistema de transmissão com estréia marcada para dezembro deste ano, em São Paulo, e a decisão do Presidente Lula de dotar o país de uma rede pública de TV forte e competitiva, capaz de rivalizar com as redes comerciais na sedução dos telespectadores. A tecnologia digital propiciaria as condições técnicas para acomodar novos canais e novos serviços, a nova rede carrearia múltiplos recursos de investimento, e o ambiente favorável permitiria, ao mesmo tempo, consertar o que está errado na televisão pública existente e projetar com precisão o que se quer para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades representativas do campo público da TV e da sociedade civil propunham, especialmente, que a TV digital concentrasse todos os canais públicos numa mesma faixa do espectro e que a sua transmissão fosse feita conjuntamente, sob controle de um ente público, o chamado “operador de rede”. Isso permitira a melhor utilização possível da capacidade do espectro destinada aos canais públicos, que teriam, a cada instante, mais ou menos “banda” disponível para os serviços que oferecessem, dependendo de suas necessidades (muita banda para transmissão de filmes em alta definição, menos banda para a transmissão de debates em definição padrão, por exemplo). Permitiria, sobretudo, maior racionalização no investimento público em transmissores, antenas, retransmissores e sistemas de gerenciamento. O governo federal poria o grosso do dinheiro, os canais públicos complementariam na medida de suas possibilidades, o operador de rede controlaria o tráfego das imagens e todas as demandas seriam compatibilizadas e atendidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso funcionar, seriam necessárias também algumas medidas regulatórias, a começar pelas outorgas para que os canais públicos hoje existentes apenas na TV a cabo – os canais legislativos, comunitários e universitários – possam operar em TV digital aberta. A regulamentação da publicidade comercial em televisão pública, assim como a implementação do dispositivo constitucional que obriga a TV a privilegiar a educação e a cultura, a produção independente, o cinema brasileiro e a programação regional, seriam outros aspectos legais dessa ampla reforma de todo o campo público da televisão. Impulsionados pelo Governo Federal, teriam sustentação política no Congresso e poderiam vencer o obstinado lobby das emissoras comerciais, sempre no combate a toda e qualquer medida regulatória em seu mercado, ainda que as afete apenas indiretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso, entretanto, foi acolhido pelo grupo interministerial que implementa o projeto da rede pública, coordenado pela Secretaria de Comunicação Social. Fechado em si mesmo desde o final do Fórum de maio, dialogando pouco com os setores que o apóiam, o grupo vem se concentrando exclusivamente na montagem da TV Brasil, em molde de rede anacrônico, autoritário e irrealista. Não considerou a sério a proposta do operador de rede público. Sequer defende o agrupamento dos canais no espectro. E ainda resiste à implementação imediata, simultânea à da TV Brasil, dos outros canais públicos criados pelo decreto presidencial 5820/06, que instituiu a TV digital: os canais da educação, da cultura e da cidadania. São justamente esses canais, com a funcionalidade da “multiprogramação” (várias programações diferentes transmitidas por um mesmo canal), que podem abrigar as emissoras públicas hoje confinadas na TV a cabo e atender as demandas reprimidas de conteúdo independente e regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: o grupo interministerial está cuidando da “sua” TV e deixando todo o resto para depois, para um futuro absolutamente incerto. Quem tem um mínimo de vivência nas questões de política de comunicações sabe que as chances de mudança nessa área são raras, e que condições institucionais como as propiciadas pelo Fórum de maio são irrepetíveis. Portanto, as mudanças desejadas na televisão pública deveriam ser feitas já, agora, neste momento, antes que estréie a TV digital e se feche a janela de oportunidade. Mas o grupo interministerial parece acreditar no mitológico “dia que virá”, o amanhã radioso em que todas as utopias se materializarão por si mesmas, como se não fosse necessário construí-las desde o presente. E como se não houvesse sucessão de governo no Brasil, não houvessem inimigos da TV pública esperando chegar ao poder para prejudicá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TV Brasil está se organizando como uma rede de TV em formato convencional, na qual uma emissora central, resultante da fusão da Radiobrás com a TVE do Rio de Janeiro, apresenta-se como “cabeça de rede”, isto é, como grande provedora de programação a outras emissoras, possíveis afiliadas. Oferece seu conteúdo em troca da distribuição de seu sinal, na área de alcance da afiliada. Mantém uma estrutura vertical de organização, produzindo a maioria dos programas que exibirá. De lambuja, oferece alguns espaços aos programas regionais e independentes em sua grade de programação. Recusa, entretanto, a idéia de uma rede horizontal, organizada sem hierarquias entre as emissoras aderentes, com múltiplas formas de compartilhamento de programação, estrutura e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TV Brasil organiza-se, em resumo, como a Globo e as demais redes comerciais, cujo formato é a fonte de todos os problemas de centralismo, baixa diversidade e marginalização cultural que a televisão pública combate. Formato anacrônico e autoritário, repita-se. E também irrealista, porque: 1) presume que as emissoras públicas regionais, sob controle de interesses políticos paroquiais, correrão de braços abertos a reforçar uma estrutura federal de comunicação, o que só beneficiaria o governo central. 2) só seriam admitidas na rede emissoras regionais que adotassem o modelo público, livrando-se da ingerência dos governos que as mantêm, o que demandaria um “desprendimento” que esses governos certamente não têm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, o maior avanço no projeto da TV Brasil reside na disposição do grupo interministerial em promover uma relativa “desestatização” da nova rede, criando-a sob o modelo de fundação pública de direito privado que a manteria, teoricamente, independente do governo. Essa é uma velha demanda política de todo o campo público da televisão: a de que os canais sejam utilizados para os interesses amplos da sociedade, não as conveniências de governantes. Ao estruturar-se como rede sob efetivo controle público, não-governamental, a exemplo da sempre festejada BBC britânica, a TV Brasil estaria livre de ser TV Lula, ou TV de qualquer futuro governante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que, mesmo nisso, o projeto da TV Brasil vai se equivocando. Delineia-se um modelo em que a emissora seria controlada por um Conselho de Gestão, composto por personalidades nomeadas pelo governo, em vez de representantes de entidades da sociedade civil, por elas indicados. Mesmo as personalidades não poderiam escolher livremente os seus sucessores, sendo substituídas por novos indicados do governo, quando concluíssem seus mandatos. Os diretores da emissora, embora subordinados ao conselho, também seriam nomeados pelo governo. Ou seja: TV pública, “ma non troppo”. Na verdade, TV estatal em versão “light”, supostamente autônoma, mas de fato monitorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida provisória formalizando o projeto da TV Brasil será editada nas próximas semanas. Ainda há tempo para que a rota seja corrigida. O Ministro Franklin Martins, que comanda o processo, tem a opção diante de si. Pode atirar fora o capital político acumulado em anos de lutas da televisão pública brasileira, que apóia a reforma do segmento, ou pode liderar as profundas mudanças necessárias ao reordenamento dessa área, como se espera dele. Vamos torcer pelo bom senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gabriel Priolli é jornalista e diretor de televisão. Preside a ABTU-Associação Brasileira de Televisão Universitária.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-5611071570420216823?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/5611071570420216823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/tv-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5611071570420216823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/5611071570420216823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/tv-brasil.html' title='TV Brasil'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-7211366293045642941</id><published>2007-08-13T16:28:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.560-07:00</updated><title type='text'>Uma resposta ao artigo de Ali Kamel, que fala pela TV Globo</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Renato Rovai, &lt;a href="http://revistaforum.uol.com.br/sitefinal/"&gt;Revista Fórum&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje Ali Kamel, atual diretor executivo do jornalismo da Rede Globo, publica artigo no jornal carioca do grupo. O título: “A grande imprensa”. Ali Kamel também é autor do livro: “Não somos racistas”. Curiosamente, na capa, as letras do título explodem num fundo branco, bem branquinho. Nesse seu trabalho de “investigação intelectual” a tese de fundo é a de que as diferenças se resolvem com educação e saúde de qualidade para todos. Ou seja, segundo ele, quando brancos e negros tiverem as mesmas condições, não haverá desigualdade. Foram umas 200 páginas para provar tal tese. Faço-lhe duas perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 - Por que os negros ganham correspondentes a 53% do salário dos brancos com o mesmo nível educacional?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;2 -Por que a distância percentual entre o salário de brancos e negros aumenta quanto maior o nível escolar de ambos os grupos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é autor de um livro sobre o tema, talvez esteja disposto ao debate. Há muita gente disposta, tenho certeza, mas se preferir fazê-lo comigo, aqui estamos. Não sou especialista, mas, sinceramente, você também não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de comunicação Ali Kamel deve entender ou não seria diretor executivo do jornalismo da TV Globo. Como do tema também entendo um pouco, ao debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se diz preocupado com os ataques que a “grande imprensa” está sofrendo. Separei alguns trechos do artigo, para que o leitor possa fazer suas comparações. Duvido que ele fizesse o mesmo na democrática Globo ou no democrático jornal da família. Falaria sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Diz Kamel:&lt;/strong&gt; “A grande imprensa está sob ataque. Não do público, que continua considerando o jornalismo que aqui se produz como algo de extrema confiabilidade, conforme atestam pesquisas de opinião recentes. Os ataques vêm de setores autoritários e antidemocráticos, que, diante do noticiário, sentem-se ameaçados.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDpt8hkzzI/AAAAAAAAABE/4nsRaCIk53M/s1600-h/rovai.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098331753733738290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDpt8hkzzI/AAAAAAAAABE/4nsRaCIk53M/s400/rovai.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Digo eu:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Primeiro, a grande imprensa deixou de ser grande faz tempo. Só ela mesma e o pessoal que articula a comunicação no governo Lula é que acreditam nisso. Quanto à confiabilidade e a credibilidade dessa parte da mídia, piada. Se a população acreditasse na mídia comercial teria ido à rua derrubar Lula em 2006. Ela utilizou toda a sua “credibilidade e confiabilidade” para que isso se realizasse. Perdeu. Se quiser saber um pouco mais de credibilidade e confiabilidade na mídia comercial, pode ler&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Midiático poder. O caso Venezuela e a guerrilha informativa&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong style="FONT-WEIGHT: normal; COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sou o autor do livro, mas as histórias são da mídia. Lá tem algumas a respeito da cobertura do Jornal Nacional e do Jornal da Globo no dia do golpe midiático-militar contra Hugo Chávez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;strong&gt;Diz Kamel:&lt;/strong&gt; “Costumam seguir o seguinte padrão: mentem, atribuem à grande imprensa coisas que ela não fez e denunciam conspirações que não existem. Sempre num tom indignado, dourando a grita com defesas "apaixonadas" da liberdade de expressão e do que chamam de democratização da mídia. Um disfarce.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Digo eu:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Apresente as teses mentirosas dessa mídia que tanto lhe incomoda e que lhe motivou a escrever tal artigo, que daqui listo as “conspirações” que você considera falsas. Por favor, usando documentos ou depoimentos que não sejam em off. Assim não vale. Jornalismo, Kamel, jornalismo. Quanto à tese de democratização da mídia, por acaso a preocupação se deve ao fato de as concessões da TV Globo vencerem em outubro? Se for, lhe digo, estaremos fazendo campanha, sim, para levar o Brasil ao primeiro mundo. Não é isso o que os senhores querem? Vamos fazer campanha para que a legislação das comunicações no Brasil adote padrão que não seja o das capitanias hereditárias e da barganha política. Isso é disfarce? Disfarce é o que vem a seguir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;strong&gt;Diz Kamel:&lt;/strong&gt; “Às vezes, publicam livros, financiados por partidos, com estudos pseudocientíficos como os que tentam demonstrar que, em 2006, os jornais penderam pesadamente a favor de [Geraldo] Alckmin e contra Lula, no noticiário eleitoral. Tais estudos se esquecem apenas de contar que todo o noticiário sobre o mensalão e outros escândalos foi considerado prova de desequilíbrio contra Lula. Ora, se é assim, qual seria a alternativa para que o estudo apontasse equilíbrio? Não noticiar os escândalos? Mas isso sim seria perder o equilíbrio e a isenção.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Digo eu:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Coragem, Kamel, nome aos bois. Diga com todas as letras que está tratando do livro A mídia e as eleições de 2006, organizado pelo professor Venício A. Lima e no qual tenho um texto publicado. O livro é da Editora Fundação Perseu Abramo, vinculada ao PT. Curioso é que nunca li nada de Kamel tratando do Instituto FHC. Ou mesmo falando do financiamento do mesmo. Quanto ao argumento do “mensalão”, pergunto: na cobertura da TV Globo em Minas Gerais, por exemplo, o “jornalismo” fez questão de mostrar em que momento nasceu o Valerioduto? Isso foi explorado como deveria, ao menos em Minas Gerais? Venhamos, Kamel, venhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;strong&gt;Kamel diz:&lt;/strong&gt; “Quanto mais variadas forem as fontes de recursos que sustentam um jornal, uma revista, um portal de internet ou uma emissora de rádio e televisão, mais livres e independentes serão esses veículos. O leitor pode fazer o teste. Veja os anunciantes da grande imprensa e verifique: a variedade é tanta que o veículo não depende, nem de longe, de ninguém isoladamente para sobreviver. E por isso é livre. E por isso é independente. O leitor poderá fazer outro teste. Procure algum veículo que se diga livre e independente e ao mesmo tempo se dedique costumeiramente a atacar a grande imprensa e a defender este ou qualquer governo. Veja os anunciantes. Eles serão poucos e a concentração, grande. Quase sempre, será propaganda governamental. Se o veículo for um portal de internet, verifique quem são os controladores: fundos de pensão de órgãos do governo.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Digo eu:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Ok, aceito o desafio. Kamel abre as contas da TV Globo, daqui abrimos a da revista Fórum, que tal? Não posso responder pelo IG, que me parece ser o portal que ele acusa, mas falta-lhe coragem para nomear. Não posso responder por Carta Capital ou outras publicações que costumam apontar o profundo pântano de mídia comercial brasileira. Posso adiantar-lhe que nunca fomos ao BNDES assaltar os cofres públicos, que não fizemos lobby por Proer da mídia e que não ganhamos concessões. Mas, permanece o desafio, contas na mesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;strong&gt;Kamel ainda diz:&lt;/strong&gt; “Portanto, livre mesmo, só a grande imprensa. Só ela tem os meios para investir em recursos humanos e tecnológicos capazes de torná-la apta a noticiar os fatos com rapidez, correção, isenção e pluralismo.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Eu retruco:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; A verdade é que a tal ‘grande imprensa’ já está se coçando porque meia dúzia de veículos e alguns jornalistas livres e pouco afeitos a serem papagaios de patrões têm utilizado seus espaços para fazer o contraditório. E com isso tem conseguido garantir não só um pouco de diversidade informativa, como obtém furos como os de Raimundo Rodrigues, que desmascarou a armação daquele Jornal Nacional que não noticiou o acidente do avião da Gol, lembra Kamel? Ele está no livro que você chama de “comprado” pelo PT. Se quiser, releia-o.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;strong&gt;E assim ele encerra seu artigo:&lt;/strong&gt; "Já aqui, temos de conviver com essas bazófias. Porque aqui, ao contrário de lá [refere-se aos EUA], há quem queira que a informação esteja a reboque de projetos de poder."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;E eu pergunto:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Kamel, quando você fala em informação a reboque de projetos de poder refere-se à posição da TV Globo na época da ditadura ou nos anos FHC?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistaforum.uol.com.br/vs3/"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://revistaforum.uol.com.br/vs3/"&gt; &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-7211366293045642941?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/7211366293045642941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/uma-resposta-ao-artigo-de-ali-kamel-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7211366293045642941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/7211366293045642941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/uma-resposta-ao-artigo-de-ali-kamel-que.html' title='Uma resposta ao artigo de Ali Kamel, que fala pela TV Globo'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDpt8hkzzI/AAAAAAAAABE/4nsRaCIk53M/s72-c/rovai.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-8758742634813632323</id><published>2007-08-13T16:20:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:05.561-07:00</updated><title type='text'>As montagens de André Lux</title><content type='html'>O jornalista André Lux tem um &lt;a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/"&gt;blog &lt;/a&gt;e uma lista de divulgação de artigos bastante eficiente. Hoje, ele a utilizou para enviar este texto de resposta ao artigo de Ali Kamel - que publicaremos logo. A "zelite" está em polvorosa.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDn08hkzxI/AAAAAAAAAA0/jYTCuBhi5Rw/s1600-h/kamel_03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098329674969566994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDn08hkzxI/AAAAAAAAAA0/jYTCuBhi5Rw/s400/kamel_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDn_chkzyI/AAAAAAAAAA8/DoN_zJuWnMU/s1600-h/kamel_05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098329855358193442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDn_chkzyI/AAAAAAAAAA8/DoN_zJuWnMU/s400/kamel_05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-8758742634813632323?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/8758742634813632323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/as-montagens-de-andre-lux.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8758742634813632323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/8758742634813632323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/as-montagens-de-andre-lux.html' title='As montagens de André Lux'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsDn08hkzxI/AAAAAAAAAA0/jYTCuBhi5Rw/s72-c/kamel_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-3416610889269634533</id><published>2007-08-13T07:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:15.417-07:00</updated><title type='text'>Divinópolis...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsBqZMhkzwI/AAAAAAAAAAs/mYADsyqVrII/s1600-h/div2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098191759274725122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsBqZMhkzwI/AAAAAAAAAAs/mYADsyqVrII/s400/div2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-3416610889269634533?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/3416610889269634533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/divinopolis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/3416610889269634533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/3416610889269634533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/divinopolis.html' title='Divinópolis...'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4uvnFVHEJMA/RsBqZMhkzwI/AAAAAAAAAAs/mYADsyqVrII/s72-c/div2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-4190691762417574848</id><published>2007-08-08T11:23:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:15.418-07:00</updated><title type='text'>Classe média</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Por Max Gonzaga e Banda Marginal&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Sou classe média.&lt;br /&gt;Papagaio de todo telejornal&lt;br /&gt;Eu acredito&lt;br /&gt;Na imparcialidade da revista semanal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Sou classe média,&lt;br /&gt;compro roupa e gasolina no cartão&lt;br /&gt;Odeio "coletivos" e&lt;br /&gt;vou de carro que comprei a prestação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Só pago impostos,&lt;br /&gt;Estou sempre no limite do meu cheque especial&lt;br /&gt;Eu viajo pouco, no máximo um&lt;br /&gt;Pacote CVC tri-anual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mas eu "tô nem aí"&lt;br /&gt;Se o traficante é quem manda na favela&lt;br /&gt;Eu não "tô nem aqui"&lt;br /&gt;Se morre gente ou tem enchente em Itaquera&lt;br /&gt;Eu quero é que se exploda a periferia toda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mas fico indignado com o Estado&lt;br /&gt;Quando sou incomodado&lt;br /&gt;Pelo pedinte esfomeado&lt;br /&gt;Que me estende a mão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;O pára-brisa ensaboado&lt;br /&gt;É camelô, biju com bala&lt;br /&gt;E as peripécias do artista&lt;br /&gt;Malabarista do farol&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mas se o assalto é em "Moema"&lt;br /&gt;O assassinato é no "Jardins"&lt;br /&gt;E a filha do executivo&lt;br /&gt;É estuprada até o fim&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Aí a mídia manifesta&lt;br /&gt;A sua opinião regressa&lt;br /&gt;De implantar pena de morte&lt;br /&gt;Ou reduzir a idade penal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;E eu que sou bem informado&lt;br /&gt;Concordo e faço passeata&lt;br /&gt;Enquanto aumento a audiência&lt;br /&gt;E a tiragem do jornal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Porque eu não "tô nem aí"&lt;br /&gt;Se o traficante é quem manda na favela&lt;br /&gt;Eu não "tô nem aqui"&lt;br /&gt;Se morre gente ou tem enchente em Itaquera&lt;br /&gt;Eu quero é que se exploda a periferia toda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Toda tragédia só me importa&lt;br /&gt;Quando bate em minha porta&lt;br /&gt;Porque é mais fácil condenar&lt;br /&gt;Quem já cumpre pena de vida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-4190691762417574848?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=KfTovA3qGCs' title='Classe média'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/4190691762417574848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/classe-media.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4190691762417574848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/4190691762417574848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/classe-media.html' title='Classe média'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1672278063172775340.post-3695033688649261540</id><published>2007-08-06T07:04:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:06:15.418-07:00</updated><title type='text'>Ranhuras e rachaduras na pista da mídia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Prossegue a campanha anti-Lula na mídia através da tragédia do acidente em Congonhas. Enquanto isso, importante livro sugere a reflexão sobre a grande mídia que ela sempre se recusa a fazer.&lt;br /&gt;Flávio Aguiar - Carta Maior&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de todos os indícios apontarem para problemas técnicos no airbus da TAM como as causas principais da tragédia de Congonhas, talvez aliados a alguma manobra infeliz por parte dos pilotos, prossegue intensa campanha contra o governo Lula em torno do acidente. Há sempre o “mas...” de prontidão. É verdade que o airbus tinha problemas, é verdade que Congonhas é um erro acumulado por vários governos, mas... a culpa é do governo Lula e ponto acabou.É verdade que é verdade que nos últimos dias houve um estardalhaço em manchetes culpando os pilotos, que teriam feito manobras inadequadas na cabine do vôo 3054, o que inocentaria a companhia aérea e a construtora do avião. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas assim mesmo fica cada vez mais claro que as condições de vôo e as de pouso do airbus em pista molhada eram inadequadas, que os problemas vinham de dias e também que há problemas sérios de manutenção porque as companhias aéreas praticamente só têm hangares de conserto em S. Paulo, e justamente em Congonhas. Além disso fica claro que eleger esse aeroporto como ponto principal de conexão foi um erro estratégico. Se erro houve por parte do governo Lula foi o de sempre, isto é, o de agir “quae sera tamen”, isto é, o de agir sim, mas tardiamente, sob a coação dos fatos e sob a coação, a que não responde de modo adequado, da grande mídia interessada em derruba-lo, alguns nela eleitoralmente, outros nem tanto, exigindo quase a deposição manu militari ou manu populari do governo impopular – para ela, grande mídia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para entender as razões desse ódio quase atávico e cromossômico da grande mídia pelo governo Lula, há um livro na praça, recentemente lançado, de leitura indispensável. Trata-se de “A mídia nas eleições de 2006”, com vários autores, organizado pelo professor Venício Artur de Lima, da Universidade de Brasília (Editora Fundação Perseu Abramo). Especialista no assunto, o professor Lima publicou em 2006 o livro “Mídia: crise política e poder no Brasil”, também publicado pela Editora Fundação Perseu Abramo.No livro de 2006 o professor analisava o comportamento da grande mídia brasileira durante a crise política de 2005/2006. Apontava para um permanente “inconformismo anti-democrático” (pág. 46) por parte de muitos jornalistas da cobertura política na mídia brasileira. Esse inconformismo, apontava o professor, atingia não só a leitura da reação das classes populares no Brasil, diante da campanha diária contra o governo Lula em jornais e na tevê e rádio, como transbordava para a desqualificação das eleições que deram vitória ao candidato popular na Bolívia ou que eliminaram a preferida dos conservadores, como no Peru. Além disso o professor fazia longa análise da intimidade histórica da Rede Globo com o poder e sobre a estrutura do sistema brasileiro de mídia, título de um dos seus capítulos.No livro organizado em 2007, Venício Lima organizou estudos dele e de mais 15 jornalistas, acadêmicos ou não, sobre o comportamento da mídia brasileira durante as eleições de 2006. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fica claro que a grande mídia brasileira dispôs-se a impedir a reeleição de Lula, assim como agora tenta desmoralizar mais uma vez o seu governo. Para tanto imaginou colocar ranhuras na pista na reeleição, não para garantir aderência ao avião do candidato, mas para gruda-lo no solo, impedindo que levantasse vôo. Fica claro, porém, que a campanha não deu certo, e o livro procura esmiuçar as causas tanto do ódio a Lula e a um governo popular quanto do seu fracasso em sua campanha. Não só o avião levantou vôo, como a pista da grande mídia apresentou rachaduras consideráveis, expondo um hiato enorme entre seus propósitos e a realidade da opinião pública majoritária exposta nas urnas em outubro de 2006, nos dois turnos da eleição presidencial.Em sua introdução aos 15 outros artigos, o professor Venício Lima aponta as seguintes considerações/questões/conclusões:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. “Houve desequilíbrio na cobertura jornalística dos candidatos,verificado por instituições independentes de pesquisa”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que o desequilíbrio favorecia o candidato conservador, GeraldoAlckmin. O professor também aponta o conluio entre o delegadoEdmilson, da PF, e jornalistas da Folha de S. Paulo, O Estado deS. Paulo, O Globo (e TV Globo) e Rádio Jovem Pan, “para acertarclandestinamente a versão a ser dada na divulgação das fotos” [dodinheiro apreendido com os petistas que iriam comprar o supostodossiê anti-Serra]. Assinala o professor que “a cumplicidade dosjornalistas com o delegado foi inicialmente revelada em matéria daAgência Carta Maior” (pág. 19).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. “Prevaleceu uma atitude de hostilidade ao candidato Lula entre osjornalistas da grande mídia”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. “Houve um 'descolamento' entre a opinião dominante na mídia e aopinião da maioria dos eleitores”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. “Os sites e blogs na internet aumentaram sua importância no debateeleitoral”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. “A mídia entrou na agenda pública de discussão”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6. “A 'credibilidade' da grande mídia foi colocada em questão”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7. Novas 'mediações' diminuíram o poder de influência direta dagrande mídia.Novidade neste campo de debate, o livro apresenta dois estudos sistemáticos sobre o papel da internete na campanha de 2006. E faz sua pergunta fundamental: “ o que fazer para avançar nas relações entre a mídia e o processo eleitoral? Como tornar essa relação mais equilibrada e democrática?”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante da atual “crise” aérea brasileira, cujas cores foram agravadas pela tragédia de Congonhas, esta é mais uma vez a pergunta que se coloca, uma vez que a sua politização mostra que não só a campanha de 2010 já começou, como também a de 2008, para as prefeituras, que estão na rota para o futuro do Palácio do Planalto. Aliás, essas preocupações e essas perguntas deveriam não só estar na pauta do jornalismo e da opinião pública como também na dos especialistas em comunicação do Palácio do Planalto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1672278063172775340-3695033688649261540?l=virgulaonline.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgulaonline.blogspot.com/feeds/3695033688649261540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/ranhuras-e-rachaduras-na-pista-da-midia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/3695033688649261540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1672278063172775340/posts/default/3695033688649261540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgulaonline.blogspot.com/2007/08/ranhuras-e-rachaduras-na-pista-da-midia.html' title='Ranhuras e rachaduras na pista da mídia'/><author><name>Gilson Raslan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02634676175177311183</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
